Novos tempos… Receita culinária para matar a fome (de quem ainda pode comprar comida)

ENTREVERO DE PINHÃO

entrevero

 

INGREDIENTES

  • 1/2 kg de alcatra, cortada em cubos
  • 1/2 kg de carne de porco, cortada em cubos
  • 1/2 kg de linguiça calabresa
  • 100 g de bacon em cubos pequenos
  • 1/2 kg de pinhão cozido e cortado ao meio
  • 2 cebolas picadas
  • 8 dentes de alho picados
  • 1 pimentão verde em cubos
  • 1 pimentão vermelho em cubos
  • 1 cenoura em rodelas
  • 3 tomates em cubos
  • Óleo
  • Salsinha
  • Sal a gosto

MODO DE PREPARO

  1. Refogar as carnes pouco a pouco
  2. Reservar
  3. Em uma panela, de preferência de ferro, refogar o bacon em um pouco de óleo
  4. Juntar os pimentões e a cebola
  5. refogar bem
  6. Juntar o alho até dourar
  7. Depois juntar a carne, o pinhão e o tomate
  8. misturar e checar o sal
  9. Colocar por cima um pouco de salsinha e servir com arroz branco
  10. Bom apetite

7 pensamentos sobre “Novos tempos… Receita culinária para matar a fome (de quem ainda pode comprar comida)

  1. Abilio Maiworm-Weiand disse:

    Nossa professor, mas que receita complicada! Quem disse que eu penso!? Tem que acabar com isso aí. Bota uma receita de pipoca. É mais fácil.
    Eu tenho uma ótima receita de água quente. Posso publicar em sua página?

  2. Marco Antonio disse:

    Haddad não venceu… então não vamos correr o risco de nos transformar em uma nova Venezuela… não haverá perigo de faltar comida para as pessoas como lá no “paraíso socialista” que os socialistas “caviar” daqui insistem em não ir… graças a Deus não verei Lula subir a rampa do Planalto em janeiro de 2019. E espero que Bolsonaro faça no Nordeste o que Israel fez no deserto… e acabe (e enterre) com a seita petista para sempre

    • Marco Antonio, vamos ver quanto tempo durará o seu otimismo. E o Nordeste brasileiro não precisa de tecnologia israelense. Estive no semi-arido irrigado e vi muito cultivo por lá. Você deveria ir lá ver in loco. Quem sabe assim você não caia mais nesse conversê de tecnologia israelense. É que com a Embrapa, o Brasil está muito bem servido. Só não sei por quanto tempo.

  3. Marco Antonio disse:

    Estou otimista sim pois, citando um famoso presidiário: “pela primeira vez na história deste país” os cargos públicos serão preenchidos com pessoas competentes e conhecedoras da área em que atuarão e não por indicação de interesses políticos como foi até o presente momento, e serão cortadas as verbas gastas com publicidade com a grande mídia, dinheiro público que mantém estas porcarias intituladas de “grande mídia” vivendo e engando o povo. O “conversê” sobre a tecnologia israelense é interessante, pois basta olharmos o que Israel não tem e o que é, e o que temos e não somos… se não me engano esta é a área em que o senhor é formado não?

    • Marco Antonio, vi hoje a entrevisto do “super competente” Paulo Guedes que beirou o desastre em termos de etiqueta. Sobre as suas demais previsões, vou sentar e esperar porque de pé cansaria. Por último, pergunto a você: o que seria Israel se não fossem os pesados subsídios estadunidenses? Aliás, você sabe quanto os EUA colocam lá anualmente? Eu sei.

  4. Marco Antonio disse:

    Boa tarde Professor Marcos, sei como ex-militar das IDF ((Batalhão Maglan da Brigada Tzanhanim), da importância dos EUA na vida econômica e militar do Estado de Israel. Sei também que os EUA possuem a maior comunidade judaica do mundo e que estes são detentores de aproximadamente 25% da riqueza produzida lá. Também sei da importância de Israel para o Ocidente (não só para os EUA). Provavelmente Israel não seria esta bela realidade que é hoje se não recebesse a ajuda norte-americana. Mas nosso povo é trabalhador e possui muita persistência e coragem. Posso afirmar que, mesmo sem essa ajuda, ainda assim Israel existiria. Bolsonaro trilha o caminho certo se estreitar os laços comerciais e tecnológicos com Israel, temos muito mais a oferecer ao Brasil do que o Irã ou as ditaduras africanas e latinas que a esquerda brasileira gosta tanto.https://tkj.jusbrasil.com.br/artigos/168358703/dilma-anistiou-divida-da-guine-equatorial-ditadura-sangrenta-que-patrocinou-a-beija-flor

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