Notícias da ADUENF divulga ações da nova diretoria para publicizar situação crítica na Uenf

Diretoria da ADUENF prepara campanha para disseminar informações sobre situação crítica da Uenf

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Entre as diferentes estratégias de comunicação já acertadas, a diretoria da ADUENF já acertou a criação de um programa radiofônico que será veiculado diariamente com depoimentos de membros da comunidade universitária sobre os impactos que o descompromisso do governo do Rio de Janeiro vem causando sobre as atividades acadêmicas e sobre o cotidiano de estudantes e servidores.

Além disso, já está sendo preparada uma campanha publicitária que contará com a colocação de outdoors em alguns pontos de grande circulação na cidade de Campos dos Goytacazes para denunciar a situação crítica em que o governo do Rio de Janeiro colocou a Uenf.

No plano das ações dentro do campus Leonel Brizola, a diretoria da ADUENF está articulando com os demais sindicatos  (SINTUPERJ/UENF, DCE e APG) a realização de uma assembleia comunitária para discutir formas de atuação conjunta para lutar contra o processo de privatização que está por detrás da precarização em curso na Uenf. Esta assembleia deverá ocorrer na próxima terça-feira (11/04) na área externa do Restaurante Universitário da Uenf a partir das 09:00 horas.

Por fim, a diretoria da ADUENF está se preparando para recepcionar o secretário estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Social, Pedro Fernandes, que deverá cumprir agenda na Uenf na próxima segunda-feira (10/04).

A diretoria da ADUENF entende que a partir deste conjunto de atividades é que será possível organizar uma ampla unidade dos sindicatos em defesa do caráter público e gratuito da Uenf, bem como da normalização do pagamento de salários e bolsas estudantis.

Campos dos Goytacazes, 06 de Abril de 2017.

DIRETORIA DA ADUENF

Gestão Resistência & Lutas

FONTE: http://aduenf.blogspot.com.br/2017/04/diretoria-da-aduenf-prepara-campanha.html

UERJ: cansados de desrespeito, estudantes ocupam campus Maracanã e FPP-São Gonçalo

UERJ MARACANÃ E FFP-SÃO GONÇALO OCUPADAS!

SEM BOLSA NAO TEM AULA!

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O DCE UERJ e estudantes de diversos cursos da Universidade estão nesse exato momento ocupando a Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Sem perspectiva de receber bolsa, a estudantada se recusa a ter aula e ter provas sem que o Governo do Estado dê respostas satisfatórias.

Semelhantes às escolas de São Paulo, não queremos ver nossa Universidade fechada. Queremos ela ocupada com o que tem de melhor: seus e suas estudantes!

Convocamos todas e todos os estudantes a se unirem a nós às 6h da manhã!

Nova convocatória de assembleia: 9h30 e 17h!

Não podemos pagar pela crise! Se não temos como ir e voltar, é a na Universidade que vamos ficar!

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Obs.: atos de depredação da Universidade não são admitidos! Essas ocupações pregam nossos direitos!

FONTE: https://www.facebook.com/transformaruerj/

O Diário faz matéria sobre aula pública e crise das bolsas na UENF

Protestos contra atraso de bolsas na UENF em novo ato,

Sheila Leal
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Mobilizados contra atraso no pagamento das bolsas pelo Estado, os alunos se concentraram na Praça São Salvador

Redação com ABr

No quinto dia seguido de manifestações contra o atraso de três meses no pagamento das bolsas universitárias, alunos da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) se reuniram no final da tarde desta sexta-feira (15), na Praça do Santíssimo Salvador, Centro de Campos, para uma aula pública. Os temas foram a atual conjuntura política e a importância do movimento, com críticas ao governador Luiz Fernando Pezão. Na segunda-feira (18/5), será realizada assembleia para definir os rumos do movimento.

Para a aula, foram convidados os professores Roberto Dutra e Marcos Pedlowski, ambos do Centro de Ciências do Homem (CCH). Pedlowski falou do papel da universidade para o desenvolvimento humano e da comunidade na qual está inserida, sobre investimentos na educação e a importância do movimento. “A universidade está de joelhos não só porque não faz o que tem que ser feito mas, principalmente, porque não dialoga com a comunidade, só dialoga com o governo, e isso não é diálogo, é consentimento”, disse.

Sobre o atraso nas bolsas, disse que “o que resolve é o que vocês (alunos) estão fazendo, informando à população sobre a crise na universidade. A Uenf tem muitos alunos que são pobres e dependem da bolsa. Pezão não poderia ter cortado o orçamento da universidade. Tinha que priorizar o pagamento das bolsas”, concluiu. Em seguida, o professor Roberto Dutra fez suas ponderações.

Reitoria promete pagamento

De acordo com o diretor do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Bráulio Fontes, na segunda-feira (18/), às 17h, haverá assembleia no Restaurante Universitário (Bandejão) para definir os rumos da manifestação. para segunda está programada a liberação da Programação de Desembolso (PD) por parte da Secretaria de Fazenda para viabilizar o pagamento das bolsas.

A reitoria da Uenf informou que já conseguiu liberação dos recursos da Faperj de R$ 1,8 milhão para pagar as bolsas de fevereiro e março, e que o dinheiro deve entrar na conta dos alunos dias 20 e 21. Ainda segundo a reitoria, a liberação de recursos de abril está em negociação.

Cerca de 900 alunos não recebem a bolsa desde fevereiro, com valores de R$ 300 a R$ 2.300, nas modalidades mestrado e doutorado, de iniciação científica, residência médico veterinária, universidade aberta, extensão, apoio acadêmico, de ensino e multiplicadores.

Uma semana de protestos – As manifestações dos alunos da Uenf começaram no dia 8, quando os residentes do Hospital Veterinário (HV) paralisaram as atividades. Na terça-feira (12) os bolsistas fecharam os portões do campus. Na quinta (14), 200 pessoas, entre alunos, professores e demais servidores administrativos, saíram em passeata pelas ruas do Centro da cidade.

FONTE: http://www.odiariodecampos.com.br/protestos-contra-atraso-de-bolsas-na-uenf-em-novo-ato-21302.html

Estudantes da UENF vão às ruas denunciar o atraso das bolsas

Em mais uma atividade realizada para denunciar a grave crise financeira que afeta a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), centenas de estudantes ocuparam nesta 5a. feira as ruas da região central de Campos dos Goytacazes. A causa principal deste movimento é a falta de pagamentos de quase 900 bolsas desde fevereiro de 2015, o que vem acarretando numa grave crise para o funcionamento da universidade criada por Darcy Ribeiro para ser um motor de desenvolvimento científico e tecnológico na região Norte Fluminense. A passeata teve o apoio da Associação de Docentes da Uenf (Aduenf) e do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Estaduais do Rio de Janeiro (Sintuperj) e também de membros da comunidade universitária da UFF e do Instituto Federal Fluminense (IFF). 

Proferindo gritos de denúncia contra o descaso do (des) governo Pezão, os estudantes também não pouparam a reitoria da Uenf que é vista como omissa em relação à grave crise social que hoje ameaça a permanência de centenas de estudantes, visto que as bolsas representam a principal, senão a única, fonte de recursos que os mesmos possuem para realizar seus estudos em tempo integral.

Abaixo imagens da passeata que se iniciou no interior do campus Leonel Brizola e se encerrou na Praça São Salvador, ponto tradicional para a realização de manifestações políticas na cidade de Campos dos Goytacazes.

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UENF permanece lacrada e estudantes convocam passeata para denunciar a crise

Em mais um dia de fechamento do campus Leonel Brizola, os estudantes da UENF, liderados pelo DCE/UENF, estão convocando a comunidade universitária para uma passeata que deverá percorrer a cidade de Campos dos Goytacazes nesta 5a. feira a partir das 15:00 horas. 

Apesar do mote central do movimento ser o pagamento das bolsas de quase 900 estudantes e profissionais que estão atrasadas desde fevereiro/2015, a passeata também deverá servir para expor outros graves problemas que hoje afetam o funcionamento cotidiano da UENF que está sendo sendo financeiramente estrangulada pelos sucessivos cortes orçamentários impostos pelo (des) governo Pezão.

Abaixo o panfleto que está sendo distribuído pelos estudantes.

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Estudantes fazem assembleia e decidem manter fechamento da UENF no dia 13/05

Em assembleia realizada no final desta 3a. feira (12/05), os estudantes decidiram manter amanhã (13/05) o fechamento do campus Leonel Brizola como forma de protesto contra o atraso no pagamento das bolsas acadêmicas desde o mês de fevereiro. A assembléia também decidiu pela realização de reuniões no dia de amanhã para preparar novas atividades que deverão durar até que seja feito o pagamento integral dos atrasados.

A diretoria da ADUENF, sindicato dos professores, esteve presente e apresentou seu apoio integral ao movimento dos estudantes.

Abaixo imagens da assembleia. 

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Às vésperas de mais um fechamento do campus, reitoria emite diversionista para ocultar papel do (des) governo Pezão na crise da UENF

Espremida entre a crescente revolta estudantil em face do atraso do pagamento de bolsas que remonta ao já longínquo mês de fevereiro e a contínua subserviência ao (des) governo Pezão, a reitoria da UENF decidiu fazer jus ao ditado criado por Romário para homenagear Pelé (que calado seria um poeta), acaba de lançar uma nota para objetivamente desqualificar as ações programadas pelo movimento estudantil em luta.

A nota é um primor de cinismo, pois faz parecer que tudo está à beira da normalidade, quando a verdade nua e crua é a própria nota reconhece no se terceiro parágrafo que 881 bolsistas estão sem ver a cor do dinheiro desde fevereiro, e que a melhor hipótese que os gestores da UENF conseguem formular é que os meses de fevereiro e março serão saldados num futuro imediato, mas desconhecido. Além disso, não é oferecida, contudo, nenhum esclarecimento sobre o pagamento referente ao mês de abril. E olha que já estamos chegando à metade do mês de maio!

A reitoria da UENF também presta um grande desserviço à verdade quando imputa a situação de penúria financeira que as universidades estaduais estão sendo submetidas à crise financeira em que o estado do Rio de Janeiro foi mergulhado pelos (des) governos comandados por Sérgio Cabral e Luiz Fernando, o Pezão. A verdade é que dinheiro, muito dinheiro, continua existindo para determinados negócios, enquanto as universidades são asfixiadas, vivendo momento de completo caos financeiro que compromete as suas atividades essenciais.

Mas o certo é que a imensa maioria da comunidade universitária da UENF já sabe que a reitoria é parte do problema, e não da busca por soluções. E que neste momento, a solução passa direta e explicitamente pela capacidade de mobilização dos sindicatos, em especial do Diretório Central dos Estudantes. Simples assim!

Nota da Reitoria

A Reitoria da UENF informa à comunidade acadêmica que encontram-se em dia os pagamentos de todos os bolsistas do Auxílio Cotas, cujos recursos são oriundos da própria Universidade, beneficiando 1.187 estudantes incluídos nos programas de Combate à Pobreza dos governos federal e estadual.

Assim como também estão em dia os pagamentos dos alunos dos programas Cota 100 Faperj, totalizando 60 bolsas de Doutorado e 40 bolsas de Mestrado; Capes, com 206 bolsas de Doutorado e 175 de Mestrado; 169 bolsas do PIBIC/CNPq e as bolsas de pós-graduação financiadas pelo CNPq.

Informa também que já conseguiu a liberação dos recursos descentralizados Faperj e já emitiu a Programação de Desembolso (PD) dos meses de fevereiro e março das bolsas que atendem aos alunos de Doutorado (95), Mestrado (55), Residência Médica Veterinária (18), Apoio Acadêmico, Apoio ao Ensino, Estagiário 2º Grau, Estagiário Nível Superior, Extensão, Iniciação Científica e Tecnológica, Monitoria, totalizando 596 alunos; e dos Professores Pesquisadores de Apoio Ensino, Professor Visitante, Universidade Aberta, Pré-Vest, Teorema e Multiplicadores, totalizando 285 beneficiados. A Reitoria informa ainda que, aguarda a execução das referidas PDs pela Secretaria de Estado de Fazenda para breve.

Mesmo diante da crise financeira em que o estado do Rio de Janeiro se encontra, consideramos que os processos de pagamentos de fornecedores de materiais, de serviços e mesmo algumas modalidades bolsas estão próximas da regularização e que a Reitoria da UENF continuará fazendo ações para que todos os pagamentos sejam normalizados o mais breve possível.

Silvério de Paiva Freitas
Reitor da UENF

FONTE: http://www.uenf.br/dic/ascom/2015/05/11/nota-da-reitoria-11-05-15/

Em paralisação, residentes do HV da UENF enviam seu recado a Pezão

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 As imagens que mostram os residentes do Hospital Veterinário  (HV) da Universidade Estadual do Norte Fluminense demonstrando sua indignação com o atraso de três meses no pagamento de suas bolsas.  Essa demora no pagamento de salários é uma afronta não apenas aos direitos destes profissionais que cumprem até hoje suas obrigações com toda a dignidade, e recebem em troca um tratamento vergonhoso por parte do (des) governo comandado por Luiz Fernando, o Pezão. 

À luz dessa situação, a mensagem  dos residentes do HV é clara: Pezão é inimigo da educação!

É essencial neste momento que toda a comunidade universitária da UENF, especialmente os docentes com que esses residentes trabalham diretamente, ofereçam formas ativas de solidariedade, em vez de se aceitar com naturalidade este tipo de desrespeito que afronta não apenas a dignidade desses profissionais, mas à toda  a universidade!

Com bolsas atrasadas, residentes do Hospital Veterinário da UENF paralisam suas atividades

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A crise financeira que atinge a UENF teve um novo capítulo nesta 6a. feira com o início de uma paralisação dos residentes do Hospital Veterinário (HV) que inicialmente deverá durar uma semana. O motivo principal deste movimento é a falta do pagamento das bolsas acadêmicas a que estes profissionais fazem jus. E conversando com uma das profissionais envolvidas no movimento fui informado que esta foi uma medida extrema, visto que apesar da entrega dos contracheques estar ocorrendo, dinheiro que é bom, nada!

Essa paralisação é justa e legítima, pois os residentes não vivem só de ar e água. E é preciso que se diga que este movimento é um reflexo do descaso do (des) governo Pezão com o funcionamento da UENF. E neste caso específico há que se lembrar que os residentes realizam atividades  que favorecem diretamente à população de Campos dos Goytacazes, visto que o HV é hoje uma referência no tratamento de animais.

Há que se frisar ainda que essa paralisação está ocorrendo após os residentes esperarem pacientemente por uma ação direta da reitoria da UENF para que o pagamento das bolsas fosse honrado o mais rapidamente possível. Agora, premidos pela urgência das suas obrigações financeiras, não restou mais nada aos residentes do que iniciar esse movimento em defesa de seus direitos. E é óbvio que o movimento dos residentes do HV deve ser apoiado por todos os que querem a UENF tendo seu funcionamento garantido nas melhores condições possíveis. E isso começa com o pagamento dos que a fazem funcionar.

 

Duas faces da crise da UENF: com bolsas atrasadas desde fevereiro, reitoria organiza conferência no Rio Othon Palace

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Hoje tive a clara demonstração de que a crise financeira a que está sendo submetida a Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) tem como um das suas raízes a reitoria da própria instituição que se esmera em conseguir recursos para certas coisas, enquanto acumula dívidas financeiras e sociais com a sua comunidade universitária.

Nesse cabo de guerra desigual salta aos olhos a situação dos estudantes que estão sem receber as bolsas relativas ainda ao mês de fevereiro. Hoje conversei uma pós-graduanda que está à beira de abandonar o seu programa de pós-graduação pelo simples motivo de não ter como se sustentar sem o pagamento da bolsa a que faz jus. Essa pós-graduanda me lembrou ainda do caso dos bolsistas que atuam no Pré-Vestibular social da UENF  (o Pré-Vest UENF) que atende a cerca de 200 estudantes pobres, mas que também estão sem ver a cor de dinheiro!

Nas poucas vezes em que lança comunicados lacônicos e auto-excludentes de responsabilidades, a reitoria da UENF informa que está realizando gestões para que o pagamento seja regularizado. Na prática esses comunicados servem apenas para que os gestores da UENF sigam se omitindo na busca de saídas para uma crise financeira que ataca o centro nervoso de qualquer instituição, qual seja, seus estudantes.

O interessante, ou seria ultrajante?, é que no exato momento em que centenas de bolsistas atravessam graves dificuldades para continuar cumprindo suas obrigações, a reitoria da UENF esteja anunciando que está organizando junto com a UERJ e a UEZO, o 56º Fórum Nacional de Reitores de uma obscura associação que reúne reitores  das universidades estaduais e municipais  brasileiras (Aqui!). E o mais interessante é que, apesar das três universidades fluminenses estarem com graves dificuldades para simplesmente manter portas abertas, o evento será realizado no Rio Othon Palace Hotel, um hotel para pessoas finas que está localizado em plena Avenida Atlântica, com diárias variando entre R$ 507,00 e R$ 1.265,68! Em outras palavras, enquanto os bolsistas enfrentam dificuldades, os dirigentes da UENF vão estar com vista privilegiada e, provavelmente, desfrutando dos melhores serviços que um hotel de luxo pode dispensar a seus hóspedes.

E qual é o moral dessa situação? No mínimo que a preocupação da reitoria para garantir os recursos financeiros necessários para o funcionamento da UENF é altamente seletiva! E pelo que eu mostrei aqui já se sabe onde estão colocadas as prioridades!