Valor: Minério em queda pode comprometer projetos

A forte queda nos preços do minério de ferro pode comprometer os investimentos em projetos de mineradoras sem logística integrada, que não têm ferrovia e porto próprios. Entre essas empresas estão grandes siderúrgicas, como Gerdau, Usiminas e ArcelorMittal, além das mineradoras Ferrous e MMX, que juntas investiram entre R$ 4 bilhões e R$ 5 bilhões para aumentar a produção de minério de ferro em Minas Gerais. Elas poderão ser obrigadas a rever seus projetos se a cotação não se recuperar ou se não houver um ajuste nos preços dos serviços logísticos de exportação.

FONTE: http://www.valor.com.br/empresas/3689592/minerio-em-queda-pode-comprometer-projetos#ixzz3CuXeCw7f

MMX está em crise, mas Eike Batista quer aumentar salários milionários de diretores e membros do conselho diretor

eike

Há algo efetivamente muito estranho nas reinações de Eike Batista pelo que mostra a nota abaixo publicada pelo jornalista Lauro Jardim em seu blog na Revista Veja. É que segundo o que diz Lauro Jardim, Eike Batista quer aumentar o salário da diretoria e do conselho da MM(X), a mesma empresa que está em palpos de aranha para continuar funcionando.

Eu continuo tentar imaginar o que andam fazendo aqui na região norte fluminense aqueles áulicos da Eikelândia que juravam que nunca iriam vender suas ações do Grupo EBX. Por onde será que andam nesses dias?

Reajuste salarial

eike

O império desabou, mas Eike Batista continua pensando grande. A MMX acaba de convocar uma assembleia para aumentar a remuneração da diretoria e do conselho da mineradora de 19,2 milhões de reais para 26,6 milhões de reais anuais. O reajuste anterior deu-se no início do ano.

Por Lauro Jardim

FONTE: http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/economia/mesmo-em-crise-mineradora-de-eike-aumenta-gastos-com-diretores-e-conselheiros-em-38/

By Lauro Jardim: debandada na MMX

Debandada na MMX

eike

Até o “Papi” deixou a MMX

O número 1 da MMX e dois de seus conselheiros pediram hoje o boné.  Deixou a encrencada mineradora de Eike Batista (leia mais aqui e aqui ), o presidente, Carlos Gonzalez (e foi substituído por Ricardo Guimarães).

Mais: Luiz do Amaral de França Pereira e Eliezer Batista, o Papi, conforme Eike o chama, renunciaram ao seus cargos no conselho de administração.

Por Lauro Jardim

FONTE: http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/economia/debandada-na-mmx/

A crise interminável do que restou do Império “X”: Eliezer Batista sai do Conselho de Administração da MMX

Ricardo Furquim Guimarães assume como CEO da MMX

Executivo assume após a renúncia de Carlos Roberto de Castro Gonzalez

Rich Press/Bloomberg

Caminhão na mina de ferro Serra Azul da MMX, em Minas Gerais

Caminhão na mina de ferro Serra Azul da MMX, em Minas Gerais

Rio de Janeiro – O principal executivo da MMX renunciou ao cargo, em meio à paralisação temporária de sua produção e queda nos preços do minério de ferro.

A mineradora informou nesta quinta-feira que o executivo Ricardo Furquim Werneck Guimarães foi eleito diretor-presidente e de Relações com Investidores, após a renúncia de Carlos Roberto de Castro Gonzalez aos cargos.

Além disso, dois membros do Conselho de Administração também deixaram seus cargos, Luiz do Amaral de França Pereira e Eliezer Batista da Silva.

Será convocada assembleia para a recomposição do Conselho. O executivo Renato Gonzaga foi indicado como gerente de relações com investidores, em substituição a Adriana Teixeira Marques, adicionou a empresa.

Não foram informadas as razões para as mudanças. Há uma semana, a MMX informou que vai paralisar de forma temporária a sua produção de minério de ferro, em meio a uma queda nos preços da commodity que agravam sua situação financeira.

A empresa vem enfrentando dificuldades financeiras similiares às de outras companhias do grupo EBX.

FONTE: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/ricardo-furquim-guimaraes-assume-como-ceo-da-mmx-apos-renuncia-de-executivo

MMX, de Eike Batista, dá férias coletivas e suspende produção em mina em Minas Gerais

MMX vai rever planos para priorizar “iniciativas que geradoras de caixa

Marina Rigueira – Estado de Minas

 

 (Euler Junior/EM/D.A Press)

A mineradora MMX, controlada pelo empresário Eike Batista, divulgou fato relevante ao mercado nesta quarta-feira informando que a controlada, MMX Sudeste Mineração S.A., unidade industrial produtora de minério de ferro localizada na região de Serra Azul, situada nas cidades de Igarapé, Brumadinho e São Joaquim de Bicas, todas em Minas Gerais, vai conceder férias coletivas aos colaboradores envolvidos diretamente na operação, pelo período de 30 dias, iniciando-se a partir da primeira semana de setembro. Os setores responsáveis pela manutenção e conservação da Unidade Serra Azul, além do quadro administrativo, vão permanecer em atividade regular. 

A companhia vai revisar o atual plano de negócios com objetivo de priorizar as iniciativas geradoras de caixa, levando em conta a conjuntura de mercado, as necessidades de caixa de curto e médio prazos e a perspectiva econômico financeira do modelo de negócios da MMX.

De acordo com o comunicado, a concessão de férias coletivas aos colaboradores da Unidade Serra Azul, com a consequente paralisação temporária das atividades produtivas, mostrou-se necessária “em decorrência da prolongada e acentuada retração dos preços do minério de ferro no mercado internacional, bem como em função de restrições operacionais do órgão ambiental do Estado de Minas Gerais, impostas até que se definam as áreas de proteção de determinadas cavidades existentes em alguns setores de lavra”. 

A MMX informou ainda que está engajada em discussões com as autoridades competentes para encontrar uma solução para as mencionadas restrições operacionais e que permita o retorno de suas atividades operacionais no curto prazo. 

Durante o período, a companhia vai atuar na busca de redução de seus custos, otimização de recursos destinados à lavra e modernização das atuais instalações, “o que garantirão melhorias significativas de eficiência no volume e qualidade no retorno da operação, mitigando desta forma o impacto da retração de preços”, segundo informou no comunicado. 

FONTE: http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2014/08/20/internas_economia,560594/mmx-de-eike-batista-da-ferias-coletiva-e-suspende-producao-em-mina-em-minas-gerais.shtml

MMX paralisa produção e ações despencam

Após a paralisação, as ações da companhia operam no seu pior nível da sua história, com perdas de 99 por cento ante o maior nível.

MMX paralisa produção e ações despencamCrédito: Divulgação

A mineradora MMX informou que vai paralisar de forma temporária a sua produção de minério de ferro, em meio a uma queda nos preços da commodity que agravam a situação financeira da empresa. Após a paralisação, as ações da companhia operam no seu pior nível da sua história, com perdas de 99 por cento ante o maior nível. Às 16h45, caíam 9,4 por cento.

Um dia depois de negar que esteja avaliando um pedido de recuperação judicial, a mineradora do grupo de Eike Batista afirmou que planeja apresentar uma revisão do seu plano de negócios ao mercado, junto com a divulgação dos resultados do segundo trimestre, em 15 de outubro.

A empresa concederá férias coletivas a seus colaboradores envolvidos diretamente na operação da mina Serra Azul, em Minas Gerais, por 30 dias, a partir da primeira semana de setembro. Esse é o único ativo da mineradora atualmente em produção.

A decisão de interromper as atividades, segundo a MMX, foi motivada pela prolongada e acentuada queda dos preços do minério de ferro no mercado internacional, além de restrições operacionais impostas pelo órgão ambiental de Minas.

Em comunicado, a MMX disse que, para minimizar os efeitos dos preços baixos do minério, buscará redução de custos, otimização de recursos e modernização das instalações.  

FONTE: http://www.quotidiano.com.br/noticia-1361/mmx-paralisa-producao-e-acoes-despencam?fb_action_ids=757703557619431&fb_action_types=og.recommends

Valor: MMX poderá ter de pedir recuperação judicial

O futuro da MMX, mineradora de Eike Batista, pode culminar em uma recuperação judicial seguindo os passos de outras duas companhias do empresário: a OGPar, antiga OGX, e a OSX No Entanto, a preferência ainda é pelo arrendamento ou venda das unidades que restam da MMX depois que a empresa se desfez do controle, em fevereiro, do seu principal ativo: o Porto Sudeste, em Itaguaí (RJ). São essas as opções que estão concentrando a atenção do time da Angra Partners, que faz a gestão, para a reestruturação, do grupo EBX.

Fonte: http://www.valor.com.br/empresas/3660370/mmx-podera-ter-de-pedir-recuperacao-judicial#ixzz3AvbAwPB2

Eike continua entregando seus “assets”: Fundo Mubadala também abocanha a MM(X)

A saga morro abaixo de Eike Batista tem outro capítulo envolvendo o fundo Mubadala que pertence nominalmente ao emirado de Abu Dabhi. É que além de sua parte na Prumo que hoje controla o Porto do Açu, Eike também teve de entregar ações e junto com elas o controle da MM(X). Com isso, ele também perde sua participação em outro porto, o do Sudeste.

Com esse encolhimento de Eike Batista, o que estamos assistindo é também o fracasso da lógica dos “campeões nacionais” idealizada no governo Lula que, por tabela, entrega áreas estratégicas e bilhões de dólares de dinheiro público a fundos de investimentos estrangeiros. 

E pensar que a este tipo de entrega se arriscou dar o nome de “Neodesenvolvimentismo”. O nome correto, agora podemos ver com mais clareza, deveria ser “Neoentreguismo” ou “Neosocialliberalismo”. Mas seja o nome que se dê, já sabemos bem quem são os maiores perdedores. E uma pista, Eike Batista não é um deles!

Eike vai transferir 10,52% do capital total da MMX para fundo Mubadala

Por Natalia Viri | Valor

SÃO PAULO  –  A mineradora MMX informou que o controlador Eike Batista vai transferir 10,52% do capital total da companhia para o fundo Mubadala, de Abu Dahbi. A transferência faz parte da reestruturação do investimento do fundo árabe no grupo EBX.

Com a transferência, Eike deve perder  controle absoluto da companhia, com redução de sua participação dos quais 59,3% para pouco menos de 49%. 

O Mubadala já é sócio da MMX no projeto do Porto do Sudeste. O controle do projeto, o mais promissor da companhia, foi vendido para um consórcio formado pelo fundo árabe e a operadora de portos holandesa Trafigura, por US$ 400 milhões, em meados do ano passado. A MMX ficou com 35% do empreendimento.

Em comunicado divulgado há pouco, a mineradora ressaltou que a transferência de ações está sujeita a “condições precedentes usuais” e está prevista para acontecer ainda o terceiro trimestre. Hoje, os papéis da MMX encerraram o pregão em alta de 1,42%, a R$ 1,43. Na máxima do dia, contudo, chegaram a R$ 1,48, com avanço de quase 5%. 

Fonte: http://www.valor.com.br/empresas/3639054/eike-vai-transferir-1052-do-capital-total-da-mmx-para-fundo-mubadala#ixzz39Yid1DOj

Eike Batista: depois de entregar os anéis, tenta salvar os dedos

Eike estrutura operação para salvar mineradora

Um dos mais prováveis desenhos da operação é a venda isolada da subsidiária MMX Sudeste

Mariana Durão, do 

Douglas Engle/Bloomberg News

O empresário Eike Batista

 Eike Batista: a MMX tem 59,3% das ações nas mãos do empresário

 

Rio – Após a derrocada do “Grupo X”, o empresário Eike Batista tenta salvar uma das últimas companhias que ainda estão sob seu controle – a mineradora MMX.

Um dos mais prováveis desenhos da operação de salvamento da empresa é a venda isolada da subsidiária MMX Sudeste, que engloba a mina de Serra Azul, em Minas Gerais, principal ativo do grupo.

Na operação, a MMX S.A, que tem 59,3% das ações nas mãos de Eike, seria transformada em uma holding de participações. Enquanto tenta atrair um sócio estratégico para a mina, a empresa busca alternativas financeiras como a venda de energia elétrica e dos direitos minerários em Corumbá, no Mato Grosso do Sul.

A separação da MMX Sudeste da holding é uma forma de tirar dos ombros do futuro dono do projeto de minério de ferro Serra Azul uma autuação de R$ 3,8 bilhões por tributos supostamente devidos no ano de 2007, diz uma fonte.

O grupo contesta as multas, mas a disputa com a Receita é o calcanhar de Aquiles na negociação com investidores. A ideia é que a holding concentre o risco fiscal.

Tudo caminha para que as ações de Eike, ainda controlador da mineradora, sejam diluídas em um aumento de capital, como ocorreu na venda de outras empresas. Ao longo dos últimos dois anos, companhias como LLX (logística) e MPX (energia) foram vendidas para grupos estrangeiros e rebatizadas de Prumo e Eneva.

A petroleira OGX, estopim da crise, e a companhia de construção naval OSX estão em processo de recuperação judicial. A CCX Carvão Colômbia vendeu duas minas por US$ 125 milhões à Yildirim Holding. O Porto do Sudeste, que embarcará o minério da MMX, foi 65% vendido.

A mineradora chegou a fechar uma lista com dois candidatos estrangeiros ao papel de sócio estratégico na expansão de Serra Azul, mas as negociações foram paralisadas pela queda dos preços do minério de ferro no primeiro semestre.

Sem um novo controlador será difícil ter acesso a crédito, já que o BNDES fechou as portas ao projeto após a crise do grupo. A expansão da capacidade a 15 milhões de toneladas de minério/ano requer investimento de US$ 1,4 bilhão.

Os moldes da venda do controle de Serra Azul são semelhantes à ocorrida com o consórcio Trafigura/Mubadala, que assumiu 65% do Porto do Sudeste.

A venda incluiu a transferência das dívidas da MMX para os novos donos do porto. A empresa saiu quase livre de débitos bancários, hoje de R$ 70 milhões.

Apesar disso, a MMX tem dois outros passivos que pesam nas discussões com potenciais compradores: o contrato de “take or pay” (que prevê pagamento obrigatório mesmo sem uso do serviço) para transporte ferroviário de minério com a MRS Logística e uma dívida de R$ 431 milhões com fornecedores de equipamentos.

Reestruturação

O conselho da MMX acaba de aprovar a contratação da Angra Partners, consultoria que está à frente da reestruturação da EBX, para conduzir as negociações com os fornecedores de equipamentos para Serra Azul.

Há pequenos fornecedores envolvidos, mas 90% do crédito se concentram em 10% deles. Um pedido de recuperação judicial, a exemplo de OGX e OSX, não é cogitado.

Já o contrato com a MRS está sendo discutido em uma câmara arbitral na Fundação Getulio Vargas (FGV). A MMX segue provisionando os valores correspondentes às multas por descumprir parte do contrato.

O caso foi levado também à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Ao mesmo tempo, os grupos tentam costurar uma solução amigável.

Enquanto não encontra um sócio, a MMX busca alternativas para ganhar liquidez. No dia 1º de julho, o conselho de administração aprovou a venda de parte da energia elétrica contratada pela empresa para consumir nos anos de 2016, 2017 e 2018.

A transação será intermediada pela Cia Positiva de Energia. O grupo tem disponíveis 6.120 MW nos três anos para venda no mercado livre, cujos preços explodiram este ano diante do baixo nível dos reservatórios no País.

O conselho também deu sinal verde para a assinatura de contratos de arrendamento dos direitos minerários da subsidiária MMX Corumbá, com opção de compra futura. A reportagem apurou que há um grupo estrangeiro e um nacional interessados nos ativos.

Em setembro, a MMX anunciou negociações potenciais com a Vetria Mineração, sociedade entre ALL, Vetorial Participações e Triunfo. Com aval do conselho, a MMX pode dar prosseguimento às conversas com os investidores. Uma das propostas prevê a entrada de algum dinheiro no caixa da companhia, que encerrou o primeiro trimestre em R$ 86,7 milhões.

A escolha pelo arrendamento com opção futura de compra e não a venda direta em Corumbá também é reflexo das pendências da MMX com a Receita. Assim, a outra parte pode assumir o ativo plenamente após sanada a questão fiscal.

A MMX também estuda a venda de um terminal ferroviário em Minas e não descarta se desfazer da fatia de 35% no Porto do Sudeste. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

FONTE: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/eike-estrutura-operacao-para-salvar-mineradora

Direto da Bolsa: MM(X) é a nova dor-de-cabeça para Eike Batista

Com ações massacradas, mineradora é o novo problemão de Eike

EIKE

São Paulo – As ações da MMX lideravam as perdas do Ibovespa nesta segunda-feira, com uma desvalorização de 5%. A mineradora controlada por Eike Batista está na busca por um parceiro para ajudar a financiar sua expansão, mas tem encontrado dificuldades por causa da queda dos preços do minério de ferro. Veja mais detalhes, no Direto da Bolsa que vai logo abaixo.

 

 

FONTE: http://exame.abril.com.br/videos/direto-da-bolsa/com-acoes-massacradas-mineradora-e-o-novo-problemao-de-eike