UERJ, UENF e UEZO lançam manifesto que denuncia o descaso com a educação superior pública no Estado

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 O reitor Ruy Garcia Marques e a vice-reitora Maria Georgina Muniz Washington, em conjunto com o reitor da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF), Luis Passoni, e a reitora e vice-reitora do Centro Universitário da Zona Oeste (UEZO), respectivamente, Maria Cristina de Assis e Luanda Silva de Moraes, elaboraram um manifesto público em reunião realizada na manhã desta quarta-feira, dia 28 de junho, no campus Maracanã. Também participaram do encontro os chefes de gabinete Roberto Dória (UERJ) e Raul Palácio (UENF).

O documento cobra soluções para a deterioração progressiva das condições mínimas de funcionamento das três instituições, como a falta de insumos para as aulas práticas, as dívidas com fornecedores e terceirizados e o atraso nos pagamentos dos salários e bolsas. O manifesto também conclama a sociedade a se envolver ativamente na luta em defesa do futuro da educação superior pública de qualidade, gratuita e socialmente referenciada.

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FONTE: http://www.uerj.br/lendo_noticia.php?id=1205

NOTÍCIAS DA ADUENF: Professores da Uenf aderem à greve geral

Assembleia dos professores da Uenf aprova adesão à greve geral do dia 30 de Junho

Reunidos primariamente para discutir a grave situação financeira que afeta a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) e que vem inclusive comprometendo o pagamento de salários e bolsas acadêmicas, os professores decidiram aderir à greve geral que está sendo convocado nacionalmente contra as contrarreformas que afetam direitos trabalhistas e previdenciários.

Com isto serão paralisadas todas as atividades acadêmicas durante toda a sexta-feira (30/06).  Para participar da manifestação que ocorrerá a partir das 15 horas na Praça São Salvador no centro de Campos dos Goytacazes, Os professores também decidiram que irão se aglomerar a partir das 14:30 na entrada principal do campus Leonel Brizola para partir em direção ao local da manifestação.

É importante lembrar que no caso da Uenf os servidores técnico-administrativos também já aderiram à greve geral, o que demonstra que a unidade de todos os servidores está se dando na prática.

Todo apoio à greve geral! Fora Temer, Fora Pezão!

DIRETORIA DA ADUENF

Gestão Resistência & Luta

FONTE: http://aduenf.blogspot.com.br/2017/06/assembleia-dos-professores-aprova.html

 

(Des) governo Pezão dá mais 250 bofetadas na face de servidores que ainda esperam pelo salário de Abril

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O (des) governo Pezão parece mesmo disposto a tirar sarro da cara de mais de cerca de 117 mil servidores que ainda não receberam todo o salário referente ao mês de Abril. É que hoje, sem qualquer alarde,  houve o anúncio do depósito de uma parcela de R$ 250,00 para os que ainda não tiveram seus salários de Abril integralmente pagos (Aqui!).

Esse tipo de atitude em vez de apaziguar acaba gerando ainda mais revolta, já que estamos entrando no mês de Julho, e muitos servidores agora não possuem recursos sequer para pagar contas básicas como as de água e luz.

Ao adotar a posição desrespeitosa de pagar o que quer e quando quer, sem sequer sinalizar a elaboração de um calendário para o pagamento dos salários atrasados, o que o (des) governador Pezão e seu (des) secretário de Fazenda sinalizam de fato é que não estão com o menor medo da reação dos servidores e dos sindicatos que dizem representá-los. 

Interessante notar que uma fonte bem informada me disse hoje que o  atual  (des) secretário estadual de Fazenda e ex diretor-presidente do RioPrevidência,  Gustavo Barbosa, é leitor assíduo do site “O Antagonista” e fã declarado do presidente estadunidense Donald Trump. Com um perfil de preferências como esse, não é de se admirar o descaso que os servidores têm enfrentado na desastrosa gestão que Barbosa está tendo à frente de uma secretaria tão estratégica. Isso sem falar no seu papel na escabrosa operação Delaware que causou a falência de fato do RioPrevidência!

De todo modo, vamos agora esperar a reação da parcela do servidores que foi escolhida para ocupar o papel de “cordeiro sacrificial” nas tratativas entre o (des) governo Pezão e o governo “de facto” de Michel Temer.  Pelo pouco que pude verificar nas redes sociais, não foi nada boa. E quem pode condenar servidores tão desrespeitados?

Após atrasar entrega de verbas por quase 2 anos, Faperj congela recursos após morte de pesquisador principal de projeto sobre o Aedes Aegypti

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O Professor Mário Alberto Cardoso da Silva Neto era uma autoridade científica nas pesquisas sobre o Aedes Aegypti, e o impacto da sua morte está sendo agravado pelo congelamento de verbas da Faperj.

Existem coisas que só acontecem no Rio de Janeiro do (des) governo Pezão! A notícia baixo que é assinada pelo jornalista Renato Grandelle nos dá conta de uma situação tão esdrúxula que chega difícil de ser entendida. Segundo o que nos informa Grandell,e a direção da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj), após atrasar por cerca de 2 anos o desembolso de verbas de um projeto de pesquisa relacionado à dengue (o qual teve seu termo de outorga entregue em Novembro de 2015!), decidiu congelar de vez a entrega de recursos devidos após a morte do investigador principal, o  bioquímico Mário Alberto Cardoso da Silva Neto, professor associado do Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ (Aqui).

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Como em tantas instâncias que já acompanhei, a direção da Faperj está apenas seguindo firmemente os protocolos que adota para garantir o estrito controle sobre os recursos desembolsados para a realização do projetos de pesquisa, o que por si só não seria errado. Afinal, ninguém é contra o mal uso de verbas públicos. Entretanto, toda a rigidez que está sendo usada para justificar o congelamento das verbas e a objetiva inviabilização de um projeto de alto interesse científico social não teria sido necessária se a Faperj tivesse entregue as verbas no tempo correto.  O que teria se dado antes do falecimento do pesquisador responsável de recursos que acabaram nunca chegando, é bom se frise.

E o mais alarmante é que dado o corte de verbas estar ocorrendo também em nível federal, o grupo de pesquisa do professor Mário Alberto Cardoso da Silva Neto está sendo objetivamente inviabilizado e junto com isto vem a não continuação de várias pesquisas importantes.

Por outro lado, o (des) governo Pezão continua distribuindo bilhões em isenções fiscais e alocando outros tantos bilhões para alimentar a ciranda financeira em que se envolveu a partir de uma política irresponsável de endividamento público. 

Enquanto isso, a população que se vire no próximo verão quando outras epidemias causadas pelo Aedes Aegypti deverão ocorrer. Simples, porém, trágico. 

Para ler a reportagem completa sobre esse caso lamentável, basta clicar (Aqui!)

Representações Sindicais de Servidores e Estudantes da UENF denunciam privatização da universidade e convocam para Greve Geral nesta sexta-feira

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Por Wesley Machado*

Nesta terça-feira (27), representações sindicais de Estudantes, Professores e Técnicos Administrativos da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF) realizaram um ato de mobilização da comunidade acadêmica da UENF em frente à Reitoria da universidade. O ato teve o objetivo de protestar contra os três meses de salários atrasados e o não repasse de verbas para a universidade desde outubro de 2015. Com gritos de “Fora Pezão”, “A UENF Resiste” e “Não está normal”, os servidores e alunos marcaram posição em defesa da UENF e contra o Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Antes do ato, os organizadores realizaram na quadra do Centro de Ciências Humanas (CCH) a 2ª Plenária Comunitária com todos os segmentos de representação sindical, como o Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Públicas Estaduais do Rio de Janeiro (Sintuperj), Associação de Docentes da UENF (Aduenf), Diretório Central dos Estudantes da UENF (DCE-UENF) e Associação de Pós-Graduandos (APG).

O 2º vice-presidente da Aduenf, Marcos Pedlowski, disse que a ideia da plenária e da mobilização da comunidade é tirar uma série de ações comuns para avançar no enfrentamento do quadro que está aberto. “Queremos acabar com a apatia diante da falta total de verbas. Esperamos que a partir daqui tenhamos virado uma página e gerado uma energia positiva com uma resposta unificada”, afirmou Pedlowski, que é professor associado do Laboratório de Estudos do Espaço Antrópico (LEEA), do CCH, da UENF.

O dirigente sindical do Sintuperj, Cristiano Peixoto, comentou que tanto a plenária quanto à mobilização é uma tentativa de unificação dos servidores e alunos da UENF contra os ataques do governo à universidade. “A UENF é uma universidade extremamente importante em nível local, estadual, nacional e até mesmo internacional. É uma universidade que deu certo. E agora aparecem alguns políticos tentando desmontar a UENF. Já começou a privatização. A UENF já pode cobrar por um curso de pós-graduação latu sensu (especialização), por exemplo. Ouvimos de um secretário que a educação de nível superior não é competência do estado. Pode até ser legal, mas é lamentável. À medida que implantam uma universidade, têm de manter”, declarou Cristiano.

A dirigente sindical do Sintuperj, Maristela de Lima, quer uma explicação do governo do estado sobre porque as mesmas categorias estão ficando sem receber. “Não são todos os servidores que estão sem receber. Alguns órgãos, como da Secretaria de Fazenda, da Segurança, receberam o mês de junho. E nós da Ciência e Tecnologia ainda não recebemos abril na íntegra, maio, já vai vencer junho, sem contar o 13º salário de 2016, que ainda não recebemos. Qual o objetivo do governo com esses atrasos salarias que vêm acontecendo desde outubro de 2016?”, perguntou Maristela.

GREVE GERAL

A presidente da Aduenf, professora Luciane Soares, informou que a UENF, com seus segmentos de representação sindical, estará na sexta-feira (30) na 2ª Greve Geral, que será realizada, às 15 horas, no centro da cidade de Campos, com concentração na Praça São Salvador. “A UENF vai estar representada como esteve na greve anterior. Vamos ocupar com bandeiras, camisetas, etc. Nossa intenção é reforçar a necessidade de mobilização contra os ataques aos direitos dos trabalhadores, em especial dos servidores da UENF”, afirmou Luciane.

O presidente do DCE-UENF, Gilberto Gomes, citou a Lei da Terceirização como um prenúncio do que pode ser a privatização da UENF. “Os estudantes agora vão avançar numa perspectiva de radicalizar as lutas, ser mais incisivo nas mobilizações. Vamos rechaçar qualquer sensação de normalidade, embora uma parcela de estudantes mantenha a crença de que as coisas estão normais. Sexta-feira, às 15 horas, estaremos no ato da Greve Geral em Campos, no Calçadão. A expectativa é que, com bloqueio de vias e pontes, em nível nacional, superemos os 40 milhões de trabalhadores parados da greve de 28 de abril”, falou Gilberto.

*Reportagem: Wesley Machado – Jornalista (Registro Profissional: 32.177/RJ)

 

Ao inviabilizar a Faperj, o (des) governo Pezão promove desmanche criminoso da ciência fluminense

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Até agora só havia ficado evidente a situação calamitosa em que se encontram as universidades estaduais cujos servidores se encontram sem os salários pagos a partir de Abril deste ano, e com quase nada de verbas para custear as suas múltiplas atividades. Esse retrato nefasto dos efeitos resultantes das escolhas seletivas do uso de recursos pelo (des) governo Pezão acaba de ganhar uma camada adicional com a reportagem do jornalista Renato Grandelle que trata da inviabilização financeira da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj (Aqui!). (ver reprodução abaixo).

Como mostram os  números levantados por Renato Grandelle, em 2017 a Faperj recebeu apenas 9,5% do orçamento que lhe foi designado pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e, pior, existem débitos acumulados com pesquisadores que remontam ao ano de 2015. E com isso se perdem anos de pesquisa, comprometendo avanços necessários em múltiplas áreas de conhecimento.

De quebra, houve um aumento significativo nas dificuldades de prestar contas à Faperj do pouco que vem sendo desembolsado na forma de financiamento de projetos de pesquisa, o que pode ser visto como uma forma de diminuir a demanda reprimida por novos financiamentos, especialmente por parte de jovens pesquisadores.

Esta situação está causando não apenas o processo conhecido como “fuga de cérebros” que é aquele caracterizado pelo migração (interna ou externa) dos melhores quadros que estavam sendo ou foram formados no Rio de Janeiro que partem em busca de melhores condições de trabalho.

A perda de quadros de pesquisadores já está comprometendo pesquisas em áreas estratégicas para o Rio de Janeiro, a começar pela citada na reportagem que versa sobre enfermidades tropicais como a dengue que é causada pelo mosquito Aedes aegypti.

Aqui não há outra caracterização possível em relação ao que representa a quebra financeira da Faperj e das universidades senão o de um desmanche crimonoso da ciência fluminense. É que se olharmos os desembolsos feitos para empresas terceirizadas e até mesmo as bilionárias concessões de isenções fiscais, veremos que o problema do Rio de Janeiro não é simplesmente falta de dinheiro, mas de decisões tomadas para beneficiar as corporações econômicas em detrimento do interesse público.

O problema é que ao perder a capacidade de produzir ciência de alta qualidade, o Rio de Janeiro se candidata a uma posição de atraso permanente, mesmo dentro do Brasil. 

 

NOTÍCIAS DA ADUENF: Vem aí assembleia geral para decidir ações para exigir pagamentos de salários atrasados

Com quase 4 salários atrasados, ADUENF convoca assembleia para decidir caminhos da mobilização docente

Com o mês de junho chegando ao fim sem que o governo do Rio de Janeiro dê qualquer sinalização sobre os pagamentos de salários atrasados, a diretoria da ADUENF convocou uma assembleia para decidir o que será feito para reverter o tratamento inaceitável que tem sido dispensados aos professores da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), como mostra a pauta abaixo.

Esta assembleia certamente será um marco na luta que está sendo desenvolvida pela ADUENF em conjunto com o ANDES-SN e as associações de docentes da Uerj e da Uezo.

Uma coisa é certa: o limite da tolerância com os desmandos do governo do Rio de Janeiro já foi ultrapassado e as respostas que sairão desta assembleia certamente irão mostrar isso.

DIRETORIA DA ADUENF
Gestão Resistência & Luta

FONTE: http://aduenf.blogspot.com.br/2017/06/com-quase-4-salarios-atrasados-aduenf.html

Números dos gastos dos três poderes mostram que a crise no RJ é altamente seletiva

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Apesar de conter problemas comuns nas matérias produzidas pela mídia corporativa,  as jornalistas Carina Bacelar e Selma Schmdit no artigo intitulado “A tesoura passou longe” (Aqui!) nos brindam com números esclarecedores sobre o padrão de gastos pelos poderes executivo, legislativo e judiciário no Rio de Janeiro, os quais têm o dom de revelar a natureza seletiva da crise que nos assola (ver figura abaixo).

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O que fica evidente é que o único poder onde houve uma redução nos gastos foi o executivo, sendo que na Assembleia Legislativo as despesas com investimentos cresceram 358% e no Tribunal de Contas o crescimento notável foi nas despesas de custeio que tiveram uma elevação de 301% no período de 2014 a 2016.

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Os dados sobre o crescimento dos gastos do judiciário e do legislativo  explciamduas coisas  que clamavam por algum tipo de resposta. A primeira é a forma omissa com que tem sido tratada a situação desesperadora em que se encontram mais de 200 mil servidores do executivo que foram selecionados para sofrer o peso da crise. É que quem está podendo gastar muito mais, não vai se indispor por quem está sem salários ou aposentadorias. A segunda coisa se refere ao fato que sempre notei aqui neste blog: se há uma crise, ela possui um caráter altamente seletivo. E o que vimos nesta matéria é a concentração da crise  nas costas em uma parcela dos servidores do executivo.

A pergunta que se coloca para os sindicatos que dizem representar os servidores do executivo é a seguinte: até quando vamos ficar aceitando a ladainha de que não há recursos para pagar os servidores do executivo? Afinal, o que esta matéria mostra que dinheiro há, mas falta vontade de tratar de forma decente os que vêm sendo humilhados em nome de uma crise que só atinge uma parte do conjunto dos servidores. 

 

 

PGE seguindo a máxima “farinha pouca, meu pirão primeiro”

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Graças ao blog da Associação de Analistas da Fazenda do Estado do Rio de Janeiro (Anaferj) ficamos sabendo de mais uma ação parcial do (des) governo Pezão (Aqui!). É que em nome da austeridade fiscal foram determinadas novas regras para aferição das regras de progressão e enquadramento dos servidores públicos estaduais, o que, na prática, equivale a um congelamento extra-oficial dos Planos de Cargos e Vencimentos.

Pois bem, como bem mostra a nota abaixo, as novas regras não valem para um grupo de 109 servidores lotados na Procuradoria Geral do Estado (PGE), a qual vem se notabilizando por atuar contra o pagamento de salários atrasados e, pasmemos todos, também por ser uma nova instância de validação dos ganhos salariais aos quais seus servidores já tiveram garantidos de forma retroativa a janeiro de 2017!

Apenas para citar o caso da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) há casos de docentes que foram reenquadrados em Outubro de 2016 e agora terão que esperar pela reavaliação da PGE para saber, sabe-se lá quando, se serão validados.

Essa tática de dividir para reinar é mais antiga do que andar para frente. Mas precisamos reconhecer que o cambaleante (des) governo Pezão a vem aplicando de forma eficiente e alcançando o objetivo pretendido: paralisar os servidores a partir do atendimento parcial de demandas, principalmente naquelas categorias que lhes tem sido mais úteis ao seu projeto de desmantelamento do serviço público estadual. Simples assim.

 

PGE progride 109 servidores. Publicação é retroativa a 2 de janeiro

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A mesma Procuradoria Geral do Estado que emitiu parecer contrário à progressão dos Analistas da Fazenda Estadual, evocando os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal e o decreto de Calamidade Pública Financeira, publicou hoje, dia 20 de junho de 2017, no DOERJ a promoção e progressão de 109 servidores de seu corpo técnico.

Retroativo a 2 de janeiro! Vão receber a diferença de 6 meses!

A ANAFERJ sempre está ao lado dos servidores e tem a plena convicção de que os 109 servidores da PGE fazem jus a essa progressão de carreira. Não nos opomos a essa progressão. Ao contrário. parabenizamos os colegas servidores.

Apenas gostaríamos que a PGE tratasse com o mesmo respeito com que trata os seus, os demais servidores do Estado do Rio de Janeiro.

Essa atitude descriminatória e sectarista de defender o direito dos seus e atacar o direito dos outros é uma afronta ao princípio constitucional da impessoalidade. Não há malabarismo jurídico ou sofisma que justifique essa discriminação. Deveriam se envergonhar.

A ANAFERJ já encaminhou essas publicações ao seu departamento jurídico e vai incluir na ação que já tramita no Tribunal de Justiça. 

FONTE: http://anaferj.blogspot.com.br/2017/06/pge-progride-109-servidores-retroativo.html

Campanha de defesa da Uenf agora será internacional

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Em meio a quase três meses sem pagamento de salários e sem verbas de custeio desde Outubro de 2015,  a Associação de Docentes da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) resolveu iniciar uma campanha internacional de denúncia contra o (des) governo Pezão e começou a produzir materiais em diversas línguas, começando pelo inglês (ver cartaz abaixo).

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A intenção desta campanha é sensibilizar a comunidade científica internacional contra o processo de destruição que está sendo realizado pelo (des) governo Pezão contra não apenas a Uenf, mas também contra a Uerj e a Uezo. 

É importante lembrar que tanta a Uenf com a Uerj têm sido bem colocadas em diferentes rankings internacionais, sendo colocadas entre as melhores da América Latina.