Governo Castro quer prorrogar prazo de adesão ao PROPAG, o que pode inviabilizar PCV da Uenf em 2026

Castro pede autorização à Alerj para o Estado do Rio aderir ao novo  programa de refinanciamento de dívidas com a União

Jogo duplo: projeto de lei de adesão ao Propag é enviado para a Alerj, mas governador age para postergar período para adesão

Este blog acaba de ter acesso a uma peça assinada pelo Procurador Geral do estado do Rio de Janeiro, Renan Miguel Saad,  que é dirigida ao ministro do Superior Tribunal Federal, José Antonio Dias Toffoli, que se resume a um pedido de prorrogação da adesão do estado do Rio de Janeiro ao chamado Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) , o qual prevê uma revisãorevisão aprimorada dos termos das dívidas contraídas por estados e o Distrito Federal com a União.

A principal razão alegada para postergar a adesão do Rio de Janeiro ao Propag seria uma aludida demora do congresso nacional para pressionar os vetos do presidente Lula à Lei Complementar nº 212/2025 que instituiu o referido programa.

O Procurador Geral alega que “a eventual extinção do Regime de Recuperação Fiscal (RRF), combinada com a indefinição quanto às regras do novo programa, inviabiliza qualquer planejamento fiscal de médio e longo prazo sob os parâmetros antigos, o que reforça a razoabilidade de se aguardar a estabilização do novo regime antes de qualquer reformulação formal do Plano.

O que me parece curioso nesta alegação é que o estado do Rio de Janeiro foi promulgada com vetos em 14 de janeiro de 2025, o que teria dado tempo suficiente para o governador Cláudio Castro preparar a proposta de adesão do Rio de Janeiro, mesmo levando em conta a possibilidade de que os vetos mais importantes caíssem, como caíram.

Por outro lado, a permanência do Rio de Janeiro no RRF por qualquer tempo que seja traz custos financeiros significativos, já que as regras do Propag serão mais leves para os estados que aderirem aos seus termos. Isso levanta a questão de que em outros casos, o governo do Rio de Janeiro agiu de forma célere, utilizando o instrumento da urgência urgentíssima em que os projetos transitam em velocidade quântica por todas as comissões e pelo plenário da Assembleia Legislativa do estado do Rio de Janeiro (Alerj).

Uma possível explicação para o pedido de postergação feito pela PGE/RJ se deve ao ambiente caótico que se estabeleceu recentemente na Alerj em função da prisão do seu presidente, o deputado Rodrigo Bacellar por obstrução de investigação.

O atraso da adesão ao Propag e seus impactos sobre o PCV da Uenf

Uma vítima adicional do imbróglio envolvendo a adesão do Rio de Janeiro ao Propag é o novo Plano de Cargos e Vencimentos da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf). É que sem adesão ao Propag, dificilmente o governador Cláudio Castro enviará o projeto de lei do PCV/Uenf para a Alerj.

Essa demora associada aos limites impostos pelo calendário eleitoral de 2026 poderá empurrar a tramitação do PCV/Uenf para 2027, o que seria trágico para os servidores da universidade que já amargam uma perda inflacionário em torno de 65%.

Todo esse cenário de incertezas torna ainda mais urgente e necessário o avanço da mobilização para exigir a aprovação do Propag.

Entrevista ao Portal Viu sobre a situação do PCV da UENF

Concedi uma entrevista hoje ao jornalista Roberto Barbosa, âncora do programa jornalístico matinal do Portal Viu, onde tratou-se da situação do novo Plano de Cargos e Vencimentos da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) cuja trâmite se encontra virtualmente paralisado após mais de 4 anos de espera.

A entrevista abordou uma série de problemas enfrentados pelos professores da Uenf não apenas em relação a salários defasados, mas também à perda de direitos que foram retirados pelas seguintes reformas realizadas nas carreiras públicas.  Dentre direitos retirados dos novos professores estão o pagamento de triênios e a concessão de licenças por tempo de trabalho.  

Veja abaixo a íntegra dessa entrevista.

Professores paralisados para exigir o novo PCV da Uenf

Nesta segunda-feira (10/11) ocorre mais uma paralisação das atividades dos professores da Universidade Estadual do Norte Fluminense. A mobilização de hoje é mais um passo no processo de luta contra o descaso do governo de Cláudio Castro que há mais de quatro anos se nega a enviar o novo Plano de Cargos e Vencimentos da Uenf para ser analisado pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Esse claro descaso do governo Castro compromete não apenas a vida dos servidores que levam o projeto criado por Darcy Ribeiro adiante, beneficiando milhares de famílias que enviam seus filhos para Uenf para serem preparados para alçar voos profissionais.  O descaso de Cláudio Castro repercute na capacidade de ampliação das atividades da Uenf, criando dificuldades para que mais estudantes possam seguir a trilha exitosa que tantos outros já adentraram.

O fato é que a Uenf hoje paga salários corroídos em mais de 50% pela inflação, e seus novos servidores não possuem mais benefícios como o dos triênios e da licença especial. Com isso não se tornou apenas difícil manter um quadro mais jovem de servidores, mas de atrair profissionais qualificados por meio de concursos públicos.  Há que se lembrar que em sua implantação a Uenf pagava um adicional de interiorização e salários muito vantajosos com o intuito de contratar os melhores profissionais disponíveis no mercado. Foi essa política salarial que possibilitou que a Uenf se tornasse rapidamente uma referência nacional.

Para marcar essa paralisação, uma delegação de professores está se dirigindo ao Rio de Janeiro para participar de uma audiência pública promovida pela Alerj sobre a reforma administrativa que ameaça dar um golpe duríssimo nas condições de trabalhadores em todas as esferas de governo. Se consumada, a reforma administrativa será uma verdadeira pá de cal na Uenf.  Mas os professores também estarão na Alerj para dialogar com os deputados que estão apoiando a luta em prol do novo PCV.  É que, objetivamente, a luta contra a reforma administrativa e a aprovação do PCV são duas faces da mesma moeda. 

E nunca é demais lembrar que sem organização e mobilização, nenhum governo se sente obrigado a conceder direitos a seus servidores. E no caso do governo Castro isso é particularmente verdadeiro.

Entrevista no Programa Faixa Livre sobre a possibilidade de greve dos professores da UENF em defesa do novo PCV

Concedi nesta 2a. feira uma entrevista ao jornalista Anderson  , âncora do tradicional programa “Faixa Livre” sobre o atual momento de mobilização dos professores da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) em prol da implementação do novo Plano de Cargos e Vencimentos (PCV) que foi aprovado pelo Conselho Universitário da instituição em 2021 e até não foi enviado pelo governador Cláudio Castro para apreciação pela Assembleia Legislativa do estado do Rio de Janeiro (Alerj).

É importante enfatizar a paciência demonstrada pelos servidores da Uenf em face do imenso desrespeito com quem têm sido tratados pelo governo de Cláudio Castro.  Assim, se agora se fala em uma posição greve, o grande responsável por essa possibilidade é o governador.

As próximas semanas deverão ser decisivas para o destino do novo PCV da UENF e os professores, organizados pela ADUENF, deverão deixar ainda mais clara a sua disposição de lutar pelos seus direitos, continuamente desrespeitados pelo governador de plantão.

Em defesa do PCV, professores da Uenf decidem entrar em estado de greve para pressionar governo do RJ

Após esperarem por mais de 4 anos a implementação do seu novo Plano de Cargos e Vencimentos (PCV), os professores da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) decidiram em uma assembléia representativa, e por ampla maioria, se colocar em estado de greve a partir de hoje (29/10).

Além de se colocar em estado objetivo de preparação para uma greve geral caso o governador Cláudio Castro não envie o novo PCV da Uenf para ser apreciado pela Alerj no mês de novembro, os professores decidiram ainda formar um Comando de Mobilização, o qual será responsável por organizar atos e mobilizações em defesa da universidade pública e do respeito aos servidores.

Como primeira atividade desse estágio pré-greve, os professores decidiram que irão estar presentes na Alerj no dia 3 de novembro para a audiência pública que será realizada para analisar os impactos da Reforma Administrativa sobre os servidores públicos estaduais,  a qual também deverá atingir todos os servidores da Uenf.

A assembléia de hoje foi a maior desde o encerramento da greve geral dos professores que ocorreu em 2017 quando os salários deixaram de ser pagos pelo governador Luiz Fernando Pezão.

Valorização da Cultura e do Patrimônio em destaque na Casa de Cultura Villa Maria

🏛️A Casa de Cultura Villa Maria recebe entre os dias 29 e 31 de outubro o III Encontro de Estudos do Patrimônio Cultural, realizado pela @diretoriadecultura_uenf em parceria com o @iffluminense.

📌 Com a temática “Sons ancestrais, futuros possíveis: ofícios, poéticas e valorização cultural”, o encontro propõe um espaço de debate e reflexão sobre a riqueza e a complexidade das expressões culturais da região.

📝 A iniciativa vai reunir órgãos importantes na atuação pela preservação do patrimônio histórico e cultural na região e em todo o Estado, como @mis.rio, @museuhistoricodecampos , @arquivodecampos, @patrimonioinepac , @iphangovbr , @uenf_oficial , @iffcamposcentro @iffguarus. Conselho de Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural de Campos (COPPAM) e Instituto e @ihgcg.rj .

⚠️ Spoiler: Logo no primeiro dia, serão apresentados planos de trabalho da Diretoria de Cultura da UENF com MIS-RJ e IPHAN.

Abaixo a programação completa.

3ª Conferência Territorial do Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário do Norte Fluminense

Senhor do Bonfim sediará 3ª Conferência Territorial de Desenvolvimento  Rural Sustentável e Solidário – Blog do Eloilton Cajuhy

A 3ª Conferência Territorial do Norte Fluminense será um momento fundamental para conseguirmos consolidar a re-homologação do território e avançar na integração das ações e políticas públicas desenvolvimento rural sustentável e solidário para a nossa região. 

Convidamos todos os parceiros, instituições, produtores e representantes da sociedade civil e governamental a participarem e contribuírem com suas ideias e proposições, que poderão ser apresentadas já no ato da inscrição para debate nos cinco grupos temáticos da Conferência.

📅 Data: 05 de novembro de 2025

📍 Local: UENF – Campos dos Goytacazes

Segue o link formulário de inscrição, além do folder de apoio e a programação.

Contamos com sua participação e apoio na divulgação para fortalecer esse importante espaço de diálogo e construção coletiva!
Dúvidas, perguntas e sugestões podem ser encaminhadas através do e-mail: 3cot.nf.rj@gmail.com

Campos dos Goytacazes é um lugar ainda longe da necessária adaptação climática, mostra estudo na Uenf

Chuva causou alagamento na Rua Antônio de Castro com a Zuza Mota, em  Campos, no RJ

Venho estudando e orientando estudos referentes ao processo de adaptação às consequências trazidas pelas mudanças climáticas que estão ocorrendo em função da emissão de gases poluentes que resultou no aquecimento da atmosfera da Terra.  Um dos focos desses estudos são os esforços realizados (ou melhor, não realizados) para dotar governos locais dos instrumentos necessários para preparar as cidades para as drásticas mudanças que estão ocorrendo por causa do aquecimento.

Pois bem, hoje venho divulgar a dissertação intitulada “Potencialidades e entraves para realizar o processo de adaptação climática em Campos dos Goytacazes/RJ” que foi defendida com êxito pela minha orientanda Débora Silva Rodrigues no Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais da Uenf.  O estudo empregou uma série de técnicas de coleta de dados com o objetivo de obter as perspectivas existentes na população, pesquisadores e agentes de governo sobre a existência (ou não) de uma crise climática, e dos passos necessários para fazer frente ao processo. Além disso, foi feita a análise de documentos legais que deveriam versar sobre os esforços para conduzir o processo de adaptação (um deles o Plano Diretor Municipal). Além disso, também foram analisados os programas dos 3 candidatos a prefeito nas eleições municipais de 2022 (i.e., Delegada Madeleine, Professor Jeferson e Wladimir Garotinho). Finalmente, uma busca foi feita para verificar a existência de ações judiciais voltadas para a questão ambiental em Campos dos Goytacazes.

Os resultados da pesquisa mostraram a existência de um ,descompasso entre a percepção da população, os discursos das autoridades governamentais, a atuação das instituições de controle e os dispositivos legais existentes. Além disso,  a pesquisa verificou uma atuação periférica e desatualizada dos órgãos de controle que, aliada à baixa apropriação dos dispositivos legais, evidencia um déficit institucional relevante, que compromete a governança climática local.  Um fato interessante que a pesquisa evidenciou é que a população demonstrou ser capaz de reconhecer os impactos recorrentes da crise climática e perceber que os efeitos são mais intensos entre os grupos socialmente fragilizados. No entanto, o conhecimento sobre as medidas adaptativas adotadas pelo poder público é limitado, assim como a percepção sobre a relevância dessas estratégias.

Um dos dados que evidenciam a discrepância dos impactos das mudanças climáticas , pode ser verificado a partir de um mapa que foi construído a partir das respostas dadas pela população sobre o período que duram os alagamentos que ocorrem em seus locais de moradia na cidade de Campos dos Goytacazes quando chuvas intensas ocorrem. O que foi evidenciado é que os períodos de alagamento variam em diferentes pontos da área urbana, mas também dna rural (ver imagem abaixo)

Mapa dos bairros na área urbana do Município de Campos dos Goytacazes indicados pelos respondentes com situação de alagamento.

A principal conclusão do estudo é que os obstáculos enfrentados pela cidade de Campos dos Goytacazes para a construção de uma agenda efetiva de adaptação climática não se limitam a aspectos técnicos ou financeiros, mas estão enraizados em condicionantes políticos, estruturais e institucionais.  Na prática, o que estudo mostrou é que não há efetivamente uma política municipal de adaptação climátic, em que pese, por exemplo, todo o alarde que foi feito em torno do veto presidencial à chamada PL do Semiárido. 

Quem desejar ler a dissertação “Potencialidades e entraves para realizar o processo de adaptação climática em Campos dos Goytacazes/RJ”, basta clicar [Aqui!].

Um epitáfio para Paulo Roberto Moreira

Na maioria das vezes, a morte de qualquer pessoa acaba sendo mais sentida dentro do seu círculo familiar.  Mas quando essa pessoa se insere dentro de comunidades maiores do que se sua própria família, a sensação de perda acaba se alargando.  Em uma instituição universitária relativamente pequena como é o caso da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf), quando um dos nossos membros falece há sempre uma inevitável sensação de perda coletiva.  Mais ainda quando a pessoa esteve entre nós executando suas tarefas de forma eficiente e com requintes de gentileza e civilidade.

Por isso, o anúncio da morte do servidor Paulo Roberto Moreira, o Paulinho, acabou pegando muita gente de surpresa e com uma inevitável sensação de perda.  Conheci o Paulo Roberto Moreira assim que ele ingressou no nosso quadro de servidores em 2000.  Assim, ainda que eu não tenha tido contato com ele nos últimos anos após sua lotação na Agência de Inovação da Uenf, tenho dele a lembrança de um servidor que não recusava dar informações precisas a quem as solicitava.

Eu diria que o Paulo Roberto era o reverso da imagem que os detratores do serviço público gostam de colar nas costas dos servidores públicos. Ele era eficiente, discreto e comprometido com suas tarefas cotidianas.  E cumpria suas obrigações com ar de gentileza que tornava fácil a resolução de problemas complexos.

Na aula inagural ministrada por Darcy Ribeiro em 1993, o nosso fundador disse que universidades não feitas por prédios novos e equipamentos caros, mas por pessoas. Naquele dia Darcy disse que não queria que ninguém se deixasse enfeitiçar pelas coisas que compunham a Uenf, pois as pessoas é que faziam a coisa andar.  Esse ensinamento de Darcy Ribeiro não poderia ser mais adequado para expressar a importância que Paulo Roberto Moreira teve em seus 25 anos servindo com toda dedicação à causa da construção da Uenf.  Espero que ele seja sempre lembrado por isso.

Um epitáfio para Gilca Alves Wainstein

Brasil perde o talento da professora bocaiuvense Gilca Alves Wainstein – Em  Cima da Notícia

Faleceu no última dia 09 de setembro aos 89 anos, a professora Gilca Alves Wainstein, presidente da Fundação Estadual do Norte Fluminense (Fenorte) no momento da instalação da Universidade Estadual do Norte Fluminense. Não a conheci pessoalmente, pois quando cheguei a Campos dos Goytacazes em janeiro de 1998, ela já não presidia a Fenorte. Mas quem conviveu com ela nos anos iniciais da Uenf, sabe que ela teve um papel fundamental para viabilizar um projeto que era muito complexo e difícil de compreender tamanha era a transformação que Darcy Ribeiro propunha na forma em que a nova universidade deveria funcionar.

Mas a história diz que a genialidade de Darcy só pode se transformar em materialidade uenfiana por causa da experiência e da obstinação de Gilca Alves Wainstein. Ela trouxe para a Fenorte, a experiência de ter sido diretora da Fundação de Apoio da UFMG (Fundep). Também na UFMG teve papel decisivo na consolidação do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) e do Departamento de Química. 

Gilves Alves Wainstein era natural de Bocaiúva, município que fica distante apenas 48 km de Montes Claros, cidade natal de Darcy Ribeiro.  Talvez por essa proximidade geográfica, a relação dos dois era de admiração, como demonstrado em uma entrevista realizada em 1984 em que Darcy fez o papel de entrevistador de Gilca, tendo sido mediada pelo então reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), professor Charley Fayal de Lyra (ver vídeo abaixo).

Os diálogos travados entre Gilca e Darcy quase uma década antes da implantação da Uenf já mostrava que ali estavam dois educadores com uma visão que transcendia a mesmice e as rotinas que até hoje impedem que a universidade brasileira se desenvolva plenamente.  A comunhão de ideias entre Darcy e Gilca mostrada nessa entrevista em torna da necessidade de uma universidade que subvertesse a ordem estabelecida já antecipava o papel que eles teriam na criação da Uenf. 

História sendo feita: Gilca Wainstein ao lado de Darcy Ribeiro, Wanderley de Souza (primeiro reitor da Uenf) observam Oscar Niemeyer mostrando a planta do futuro campus da Uenf em Campos dos Goytacazes

Pelo papel que Gilca Alves Wainstein teve na criação da Uenf, deixo aqui um salve. E que possamos estar à altura de sua visão de universidade, não apenas agora, mas sempre.