Caio Vianna e seu correto senso de oportunidade histórica ao se comprometer com a defesa da UENF

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Na semana passada o Comando de Greve dos professores da Uenf foi visitado pelo ex-candidato a prefeito da cidade de Campos dos Goytacazes, Caio Vianna (PDT). Ele havia feito contato para que pudesse comparecer na semana da ADUENF para demonstrar seu apoio à luta dos professores em defesa da universidade criada por Darcy Ribeiro e fundada por Leonel Brizola.

Conheci Caio Vianna quando ele ainda era um adolescente que seguia seu pai , o ex-prefeito Arnaldo Vianna, por todos ladoscom aquela admiração que os filhos tendem a dispensar seus pais.  Quis o tempo que ele estabelecesse um percurso próprio para se firmar com identidade própria num universo de políticos que raramente demonstram o correto senso de oportunidade. 

É que ter comparecido ao campus da Uenf de forma até discreta, o compromisso que ele deixou gravado e mostro abaixo indica que Caio Vianna possui a clareza sobre a importância que a universidade criada por demanda popular possui para o futuro de Campos dos Goytacazes.  Assim, ainda que tenhamos opções distintas de ação política, há que se reconhecer que Caio Vianna é um personagem que chegou para ficar na cena política.

Abaixo o vídeo gravado por Caio Vianna onde se compromete a atuar para que a bancada estadual do PDT pressione o (des) governador Pezão aja para garantir que a Uenf não seja destruída.

Marketing acadêmico: ADUENF inicia ciclo “O Futuro da Uenf em debate” com Flávio Serafini e Marcelo Freixo

A Associação de Docentes da Universidade Estadual do Norte Fluminense (ADUENF) inicia nesta 2a. feira (09/10)  um ciclo de debates que visa discutir os caminhos da resistência contra o processo de extinção do ensino superior público que está sendo executado pelo (des) governo Pezão.

Os dois debatedores serão os deputados estaduais Flávio Serafini e Marcelo Freixo, ambos do PSOL, que têm ocupado um papel de frente na defesa das universidades estaduais e das escolas da rede Faetec dentro da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

debate

A entrada é franca e aberta a todos os que desejam discutir a grave situação que foi imposta pelo (des) governo Pezão na Uenf.

Lembrando do dia em que Leonel Brizola visitou a Uenf para defender a autonomia universitária

Em tempos difíceis como o que atravessam as universidades estaduais sob o tacão impiedoso do (des) governo Pezão é bom sempre recorrer a determinados momentos em que personagens se fizeram presentes do lado certo da História. Esse foi o caso da visita que um dos fundadores da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), o ex- governador Leonel Brizola, fez ao campus que ainda levava o nome de Darcy Ribeiro no dia 01 de Junho de 2001.

A situação era igualmente marcada por uma greve que era realizada para forçar o então governador Anthony Garotinho a cumprir o compromisso de dar a personalidade jurídica que livraria a Uenf de uma relação insustentável com a Fundação Estadual Norte Fluminense (Fenorte) sua então mantenedora.

Naquele dia Leonel Brizola se colocou ao lado da comunidade universitária uenfiana apoiou entusiasticamente a autonomia universitária da Uenf. Aos presentes ainda instou a que continuassem a sua luta pela consolidação da Universidade do Terceiro Milênio que ele e Darcy Ribeiro tinham dado sua contribuição decisiva para instalar em Campos dos Goytacazes.

Interessante lembrar que após a conquista da autonomia, a Uenf teve o nome de Darcy Ribeiro acrescido ao seu nome, e o campus  passou, com toda justiça ao papel que cumpriu na sua construção da instituição, a ser chamado de Leonel Brizola.

Por esta visita e a defesa que fez da Uenf sempre lembrarei Leonel Brizola  de forma positiva, em que pesem  as  minhas diferenças políticas com ele.

Abaixo imagens daquela visita histórica.

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Campus da Uenf é alvo de furtos em série e prejuízos para a pesquisa já são incalculáveis

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Furto deixa prejuízo de pelo menos R$40 mil na Uenf . Foto de Paulo Pinheiro

O Campus Leonel Brizola da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) teve unidades furtadas na madrugada desta 5a. feira (05/10) que perdas financeiras que podem ultrapassar R$ 40 mil.  Mas as perdas financeiras não são a pior consequência dos furtos ocorridos, visto que a perda de apenas um instrumento de pesquisa (uma lupa) deverá impedir a continuidade de projetos de pesquisa, gerando perdas incalculáveis para a ciência fluminense.

Os furtos ocorridos na madrugada se somam a vários outros que já foram realizados em diferentes unidades da Uenf após a suspensão dos serviços de proteção patrimonial em função da falta de pagamentos das empresas terceirizadas por parte do (des) governo Pezão.  Ainda que pouco se fale, os dois campi  e as unidades isoladas de pesquisa da Uenf estão sem qualquer tipo de serviço de segurança desde Outubro de 2016 quando a empresa K-9 descontinuou as suas atividades por causa da falta de pagamentos.

Essa situação que ameaça a continuidade de projetos de pesquisa e a segurança da comunidade universitária da Uenf é um dos motivos pelos quais os professores têm se mantido em greve.  É que sem que haja um mínimo de segurança, as perdas materiais que estão sendo causadas pelos furtos poderá ainda resultar na perda de vidas humanas.

A verdade é que todos os problemas que estão ameaçando a sobrevivência da Uenf decorrem de uma opção política do (des) governo Pezão de inviabilizar o funcionamento das instituições estaduais de ensino superior, abrindo caminho para a sua privatização parcial ou total.  Para combater de forma eficaz esse projeto que vai de encontro aos interesses da população fluminense, especialmente dos jovens que veem nas universidades estaduais espaços que possibilitam a eles uma formação profissional qualificada, é necessário que haja a devida reação política contra o (des) governo Pezão. 

Felizmente, eu sempre gosto de frisar que sempre existem os “felizmente” em toda situação dramática, vejo sinais de que todo o descalabro causado contra as universidades públicas está gerando um movimento para se contrapor ao projeto de desmanche de instituições estratégicas para que possamos sair do lodaçal em que fomos enfiados por mais uma década de governos do PMDB.

Enquanto isso há que se cobrar soluções imediatas para o abandono ao qual a Uenf está sendo submetido pelo (des) governo Pezão.

Notícias da Aduenf: Marcelo Freixo e Flávio Serafini vão iniciar ciclo de debates sobre o futuro da Uenf

Ciclo “O Futuro da UENF em debate” terá primeiro evento no dia 09 de Outubro

Está chegando o dia do primeiro evento do ciclo de debates promovido pela Aduenf para discutir o “Futuro da Uenf” e que contará com a presença dos deputados estaduais Marcelo Freixo e Flávio Serafini.

A programação deste evento dentro do processo de greve de professores e servidores técnico-administrativos é uma demonstração de que a Uenf não está fechada como muitos apregoam para desacreditar a luta contra o processo de privatização que está sendo vislumbrado pelo governo Pezão como alternativa que ele mesmo criou nas universidades estaduais e nas escolas da Faetec.

FONTE: https://aduenf.blogspot.com.br/2017/10/ciclo-o-futuro-da-uenf-em-debate-tera.html

Os “detalhes” que faltaram na última matéria da Folha da Manhã sobre a greve na Uenf

A edição do jornal Folha da Manhã que circulou ontem e hoje (02/10) traz uma matéria sobre a greve em curso na Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) sob o título “Alunos preocupados com a greve” [1], onde são entrevistados 3 estudantes descontentes com  o movimento. 

greve folha

Um detalhe é que essa matéria nasceu de um diálogo que mantive com um número maior de estudantes dentro de um grupo, o UENF, existente na rede social Facebo acerca do movimento.  As trocas de opinião que ali ocorreram motivaram então essa matéria.

Ao ler a matéria, verifiquei que há uma grande lacuna na forma que a mesma foi construída. É que ficaram ausentes da matéria uma análise mínima da situação dramática em que a instituição se encontra após quase 2 anos de falta de verbas de custeio (lembremos que foi em Outubro de 2015 que o (des) governo Pezão entregou essas verbas à Uenf) e o responsável por isso, o (des) governador Luiz Fernando Pezão.

É importante notar que a matéria produz uma relação falaciosa (falo aqui no sentido estatístico) entre os prejuízos na pesquisa que a greve estaria causando. A verdade é que no Canal que a Aduenf mantém no Youtube [2] existem vários depoimentos de que o processo de destruição dos projetos de pesquisa existentes na Uenf se deve ao sucateamento da Faperj pelo mesmo (des) governo Pezão, e também na crise instalada pelo governo “de facto” de Michel Temer no CNPq.

Ao relacionar a greve com prejuízos no funcionamento cotidiano e omitir o papel central do (des) governo Pezão na crise instalada nas universidades estaduais e nas escolas da Faetec, o que esta matéria faz é jogar a culpa nas vítimas enquanto deixa os culpados livres para continuarem seus ataques contra servidores e contra instituições esratégicas para que o Rio de Janeiro possa sair da crise em que foi colocado por uma mistura de corrupção, farra fiscal e incompetência administrativa.

Finalmente, há que se salientar que, ao contrário do que a matéria afirma, esta não é uma das greves mais longas que foram impostas à Uenf pelo (des) governo que é comandado pelo PMDB há mais de uma década. Mas certamente esse movimento paredista é um dos mais atacados e sabotados de todos os que participei em quase 20 anos na Uenf. Os motivos para este ataque são muitos, mas o principal parece ser o de quebrar o processo de resistência que a greve colocada em marcha contra o processo de privatização da Uenf e das demais unidades que oferecem ensino superior público gratuito.  Entender a natureza desse ataque é fundamental para que se fortaleça a resistência a esse projeto maior.

E como eu disse em muitas das minhas interações no Grupo UENF no Facebook, é preciso que se saia do processo de guerra cibernética contra os professores  e um movimento legítimo para uma pressão direta sobre o (des) governador Pezão, o real culpado pela crise instalada na Uenf.  


[1] http://www.folha1.com.br/_conteudo/2017/09/geral/1225393-alunos-preocupados-com-a-greve.html.

[2] https://www.youtube.com/channel/UC-uMY_uzGefUpoKHZ3yqBmw/videos?sort=dd&shelf_id=0&view=0

A crise da UENF e o silêncio obsequioso dos seus principais colegiados

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Muito tem sido questionado sobre a validade da greve que professores e servidores técnico-administrativos estão realizando na Universidade Estadual do Norte Fluminense para cobrar seus direitos trabalhistas e o fim da asfixia financeira que o (des) governo Pezão vem impondo à instituição.

Entretanto, pouco ou nada se fala sobre a inoperância política dos principais órgãos colegiados que regem a vida da Uenf, especialmente o Conselho Universitário (Consuni) que vem a ser o seu órgão máximo de deliberação.

Para mostrar o contraste entre crises anteriores e o comportamento do Consuni frente ao que está acontecendo agora, posto abaixo uma declaração pública que foi publicada em Outubro de 1999 quando houve uma sinalização de que o então governador Anthony Garotinho iria acabar com a Secretaria Estadual da Ciência e da Tecnologia (SECTEC).

consuni

Após a mobilização das universidades estaduais, o plano de fechamento não foi levado à frente e o processo de financiamento da ciência e tecnologia continuou fluminense passando por dentro da SECTEC.

Esse contraste entre comportamentos passados e presentes precisa ser imediatamente diminuído, mesmo porque a crise atual que foi causada pelo (des) governo Pezão e ameaça a sobrevivência das universidades estaduais e até da FAPERJ é muito mais grave do que qualquer outra que vivemos no passado.

A questão que se coloca é até quando os chamados “colegiados superiores” da Uenf vão continuar em seu silêncio obsequioso e paralisia política frente aos ataques do (des) governo Pezão. A ver!

Notícias da Aduenf: Professores mantém greve para continuar luta de defesa da UENF

Greve dos professores continua na UENF

Em assembleia realizada na tarde desta 5a. feira (21/09), os professores da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) avaliaram a situação causada pela falta do pagamento dos salários de Agosto e da inexistência de soluções para a questão  da asfixia financeira causada na universidade pelo governo Pezão.

Após quase duas horas de discussões, a decisão da maioria dos presentes foi pela manutenção da greve e a realização de ações políticas para informar a população e pressionar o governo Pezão. O placar final nesta votação foi de 64 a favor, 24 contrários e 4 abstenções.

assembleia aduenf
Uma das atividades aprovadas foi a participação no Festival Doces Palavras que está ocorrendo no Jardim do Liceu de Humanidades até o próximo dia 24/9.

Além disso,  a assembleia também aprovou moções de solidariedade ao povo Mexicano e às populações de países localizados no Mar do Caribe que estão sofrendo com as consequências de terremotos e furações que causaram perdas de vidas humanas e de infraestrutura.

O Comando de Greve se reunirá nesta 6a. feira a partir das 10:00 horas para organizar as próximas atividades do movimento dos professores.

Finalmente, uma nova assembleia será realizada no dia 27/9 para avaliar entre outras coisas a pertinência do movimento de greve.

FONTE: http://aduenf.blogspot.com.br/2017/09/greve-dos-professores-continua-na-uenf.html?spref=fb

Na caçada a Anthony Garotinho, surge o estranho caso da oferta de suborno envolvendo o advogado Luiz Felipe Klem de Mattos

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Quando a gente pensa que já viu de tudo no que se tornou uma verdadeira caçada ao escalpo do ex-governador Anthony Garotinho, novos fatos aparecem para mostrar que as esquisitices parecem não ter fim. Agora, surge o indiciamento do ex-procurador da Câmara de Vereadores de Campos dos Goytacazes, o  advogado Luiz Felipe Klem de Mattos.  Nesse novo desdobramento, o  Luiz Felipe Klem de Mattos é apontado como o portador de uma oferta não concretizada de suborno ao juiz Glaucenir de Oliveira supostamente para evitar a prisão de Anthony Garotinho.

Como o advogado Luiz Felippe Klem de Mattos ainda não foi encontrado para dar a sua versão dos fatos narrados por dois empresários que seriam amigos do juiz Glaucenir de Oliveira sobre esta tentativa de suborno, resta-nos esperar para que ele apareça para depor.

Agora numa dessas curiosidades que cercam a vida numa cidade do interior, eu posso dizer que conheço razoavelmente bem o ex-procurador da Câmara Municipal de Campos dos Goytacazes porque ele foi meu orientando no Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais da Uenf. E por julgar que o quase 2 anos em que interagimos de forma mais próxima na relação orientador-orientando, posso afirmar que estranhei muito essa notícia de que ele seria o porta-voz de uma oferta de suborno, ainda por cima para um juiz. 

Sem querer me alongar demais, posso adiantar que não vejo no ex-procurador da Câmara de Vereadores, o perfil de alguém que deseje afrontar um juiz com uma oferta de suborno para impedir uma prisão. Uma das razões para isso é que o advogado  Luiz Felippe Klem de Mattos tem aspirações profissionais que seriam abatidas sem apelação caso essa denúncia fosse comprovada. E por ele prezar o seu escritório de advocacia e seus sócios é que acho essa história meio rocambolesca.

Aliás, no último período da duração da nossa relação orientador/orientando, o advogado Luiz Felippe Klem de Mattos estava tão assoberbado com o processo de intervenção na empresa Pátio Norte que me parece meio esquisito que ele ainda arrumasse tempo para se envolver numa empreitada tão esquisita como a que está sendo atribuída a ele.

Por último, há que se mencionar que essa tentativa de suborno atribuída a Anthony Garotinho sequer bate com seu perfil que é de entrar em choque primeiro para depois ver se há espaço para negociar.

Enfim, agora vamos esperar para ver que novidades surgem nesse caso. E como diriam William Shakespeare… “and the plot thickens“.

Encruzilhadas da Uenf: Reitor poeta encontra deputado condenado para pedir emenda parlamentar

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Inicialmente quero deixar claro que não me oponho de forma irracional a que se busque apoie no parlamento para a obtenção de verbas para o funcionamento das universidades públicas que vivenciam hoje cortes profundos em seus orçamentos.   Mas, por outro lado, há que se ter algum tipo de critério mais abrangente de quem são os parlamentares a quem se deve procurar para pedir apoio para que não se fique dando palanque para quem rotineiramente contribui para aprofundar o projeto de destruição dessas mesmas universidades.

Digo isso para adiantar minha quase perplexidade em relação à divulgação de um compromisso obtido pelo reitor da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) junto ao deputado federal Paulo Feijó (PR) para que o mesmo proponha uma emenda parlamentar que garanta a aquisição de painéis fotovoltaicos  a serem colocados nos telhados dos prédios para a geração de energia elétrica [1].

deputado reitor

A primeira observação sobre Paulo Feijó é que em todos os quase 20 anos em que estou na Uenf, o deputado jamais teve a preocupação de sequer visitar o campus Leonel Brizola para saber das contribuições que a universidade poderia oferecer para um projeto estratégico de desenvolvimento para o Norte e Noroeste Fluminense, regiões de onde ele tem sua base eleitoral.

Em segundo lugar, Paulo Feijó é um daqueles casos peculiares de parlamentares que continuam cumprindo seus mandatos em que pesem condenações na justiça. No caso em particular de Feijó, a acusação pela qual foi condenado pelo Superior Tribunal Federal (STF) se refere ao escândalo conhecido como “máfia dos sanguessugas”, revelado em 2006., onde foi verificado que dezenas de parlamentares destinavam verbas do orçamento federal para compra de ambulâncias e equipamentos médicos superfaturados, levando propina desviada por prefeituras [2]. Aliás, há que se frisar que além de condená-lo a uma  pena de 12 anos e 6 meses de prisão em regime fechado, o STF ainda decretou a perda do seu mandato.  

Disso decorre que é no mínimo questionável que o reitor de uma universidade pública como a Uenf aparentemente não veja nenhum problema em apresentar um pedido de emenda parlamentar a um deputado que sequer se sabe estará no cumprimento do mandato em 2018, e sabe-se bem por quais motivos.

Depois ainda tem gente que não entende porque é tão difícil incutir em nossa população que devemos primar nossas ações por parâmetros claramente éticos quando se trata de manejar os bens públicos. Mas esperar o que de um reitor que, como já vaticinou Romário pensando em Pelé, calado é um poeta.


[1] http://www.uenf.br/dic/ascom/2017/09/18/informativo-da-uenf-18-09-17/

][2] https://g1.globo.com/politica/noticia/stf-condena-deputado-paulo-feijo-e-decreta-perda-de-mandato-cabe-recurso.ghtml