Não ao fechamento da Uenf (ou da Uerj e da Uezo)

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As universidades estaduais do Rio de Janeiro possuem diferentes trajetórias institucionais, mas são igualmente patrimônio da população fluminense. A sua destruição representaria uma perda incalculável para as gerações presentes e futuras do nosso estado.

A atual política de asfixia financeira deliberada que está sendo impetrada pelo (des) governo Pezão contra nossas universidades estaduais é um daqueles típicos casos de crime lesa-pátria que merecem e devem receber o mais completo repúdio de todos, independente de posições políticas.

É que, acima de tudo, destruir as universidades é uma receita para que jamais tenhamos a capacidade de alcançar qualquer solução duradoura para os múltiplos desafios que estão postos no atual contexto histórico. E, com certeza, a destruição das universidades estaduais apenas contribuirá para a consolidação de uma sociedade fragmentada e descompromissada com um processo mais democrático de convivência social.

Além disso, ainda que a ilustração desta postagem seja direcionada para o caso da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), o que precisamos é superar as saídas particularistas para adotar uma ação global de defesa de nossas instituições universitárias.

Não ao fechamento da Uenf, da Uerj e da Uezo!

Fora Pezão e seu (des) governo que ameaça o nosso futuro!

Reitor emite nota sobre crise que ameaça paralisar atividades na Uenf

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À Comunidade UENF,

O ano de 2016 foi extremamente difícil. Ao longo do ano, vimos as condições de funcionamento da Universidade se deteriorarem, ao ponto de encerrarmos o ano sem o pagamentos dos salários e bolsas relativos a novembro bem como o 13º salário.

No início de 2016, alertamos para a precariedade da situação no Campus (Ofício 058/16). Em meados do ano nos dirigirmos diretamente ao Governador, alertando para o problema em questão além de apontar a responsabilidade do governo sobre acontecimentos futuros, fruto da falta de repasse de recursos (Carta de 19/07/16). Ao longo do ano, buscamos descontingenciar recursos orçamentários (Ofícios 041, 124 e 126/16), bem como solicitamos a publicação no DOERJ de diversos concursos em andamento (Ofícios 106, 172 e 191/16). Também nos pronunciamos contrários aos descontos periódicos no auxilio alimentação (Ofício 186/16).

Além do Poder Executivo, também denunciamos a situação e buscamos apoio da sociedade como, por exemplo, da Câmara Municipal (Ofício 051/16) e OAB (Ofício 048/16), entre muitos outros que renderam manifestações de apoio de 23 entidades, inclusive da ALERJ (Ofício 071/16), que doou R$ 1,5 milhões para a UENF.

Também nos manifestamos junto à Defensoria Pública (Ofício 072/16), ao TCE (Ofício 147/16) e, mais recentemente, ao Ministério Público (Ofício 184/16), sempre expondo de modo muito claro a situação calamitosa em que se encontrava a Universidade.

Atuamos também para melhorar o orçamento de 2017 (Ofício 117 e 122/16) bem como buscamos por emendas parlamentares (carta de 14/12/16).

Logo no inicio de Janeiro deste ano, mais uma vez, denunciamos as consequências da grave crise que atravessamos (Ofício 03/17).

Esses são alguns exemplos das ações e correspondências enviadas. Muitas outras atividades foram desenvolvidas, no intuito de dar visibilidade à situação, bem como promover o debate. Exemplo disto foi a reunião de uma delegação do CONSUNI com a Frente Parlamentar em Defesa da UENF, oportunidade na qual entregamos carta a todos os parlamentares (Carta de 28/06/16).

Além dos constantes debates sobre o tema no COLEX e no CONSUNI, foram realizadas três reuniões ampliadas do CONSUNI. Em uma delas, foi tomada a decisão de iniciar o 1º semestre de 2016, apesar da precariedade do serviço de vigilância, que havia entrado em greve e reduzido o efetivo. Com relação à segurança, a situação só não está muito pior devido às diversas reuniões com o comado da PM e GCM, que têm colaborado com a intensificação das rondas.

Esta Reitoria sempre se pautou pelo diálogo e defesa da UENF; também em 2017 será desta forma. Já temos um CONSUNI agendado para 10/02. Certamente estará na pauta o debate sobre as condições de funcionamento da Universidade.

Luís Passoni

Reitor da UENF

Correspondência do Reitor da Uenf sobre segurança interna é testemunho vivo do descalabro reinante nas universidades estaduais

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Não sei se foi intencional ou não, mas o conteúdo da CI UENF/REIT 001 de 03 de Janeiro de 2017 que leva a assinatura do reitor da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), prof. Luís Passoni, é um testemunho vivo do descalabro em que estão atualmente imersas as universidades fluminenses em função do completo abandono pelo (des) governo Pezão (ver abaixo).

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Demonstrando grave preocupação com a segurança interna, o reitor da Uenf pede a colaboração para que os membros da comunidade universitária evitem andar desacompanhados dentro do campus Leonel Brizola e permanecer desacompanhados em seus respectivos locais de trabalho.

Se estivéssemos falando de qualquer outra repartição do estado o assunto já seria gravíssimo, mas no caso de uma universidade onde a segurança pessoal é uma pré-condição para que as atividades intelectuais sejam exercidas com um mínimo de condição, essa correspondência representa o reconhecimento de que estamos chegando próximos da inviabilização completa do seu funcionamento.

Agora, me respondam, até quando a sociedade fluminense vai tolerar o desmanche de suas universidades públicas sem que haja a devida cobrança junto aos membros do (des) governo Pezão? É que as universidades são extremamente simbólicas no sentido de que entre suas obrigações está a de gerar saídas para a crise social, econômica e política em que fomos imersos por anos de completa desconsideração com o futuro do nosso estado por parte de um grupo de (des) governantes que literalmente trataram o Palácio Guanabara como uma extensão de suas propriedades privadas.

Finalmente, ainda que eu entenda a intenção do reitor da Uenf em pedir a colaboração de quem ainda está se arriscando a comparecer ao campus Leonel Brizola sob claros riscos pessoais, me parece que o pedido está mal direcionado. Melhor seria demandar logo no Ministério Público Estadual que as condições mínimas de segurança sejam garantidas por quem criou a situação insegurança, qual seja, o (des) governador Luiz Fernando Pezão e seu (des) secretário de Ciência e Tecnologia, o Sr. Gustavo Tutuca.

Descaso do (des) governo Pezão facilita roubo em unidade experimental da Uenf e amplia prejuízos à ciência fluminense

 

A precariedade causada na manutenção da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) pelo descaso do (des) governo Pezão (a qual já tinha gerado atos de vandalismo com perdas materiais no final de 2016), agora alcançou proporções mais graves com o roubo de 10 indivíduos da espécie “trinca-ferro-verdadeiro” (Saltator similis) que se encontravam do Setor de Etologia, Reintrodução e Conservação de Animais Silvestres (SERCAS) do Laboratório de Ciências Ambientais do Centro de Biociências e Biotecnologia (CBB) da Uenf.

O primeiro aspecto lamentável desse roubo é  a perda material que foi imposta à Uenf, já que aves desta espécie podem valer entre R$ 1.000,00 e R$ 20.000,00, de acordo com a sua condição física e de canto. Mas as perdas financeiras não pararam na subtração das aves, pois também foram levadas as gaiolas onde os pássaros estavam, o que contribui para o custo final desse verdadeiro atentado contra a ciência.

Além disso, como a Uenf continua sem receber verbas de custeio, ainda não se sabe como e quando serão realizados os reparos do SERCAS que foram depredadas pelos ladrões durante a invasão a essa unidade experimental.

Creio que não é preciso dizer pior aspecto desse roubo é que vários experimentos estavam sendo realizados com esse grupo de aves, e agora estas pesquisas foram completamente inviabilizadas, gerando uma perda incalculável do ponto de vista científico.

Mas essa situação desastrosa para a ciência fluminense não aconteceu da noite para o dia, pois a Uenf atravessou todo o ano de 2016 sem um centavo para custear o seu custeio, incluindo a manutenção da alimentação dos animais sendo usados em diferentes experimentos. 

Agora, não podemos esquecer que o grande culpado por mais evento que coloca em risco a continuidade das pesquisas sendo realizadas na Uenf é o (des) governo comandado por Luiz Fernando Pezão.  A situação de completo abandono em que a Uenf, Uerj e Uezo se encontram neste momento é um reflexo direto da política de terra arrasada que foi praticada por Sérgio Cabral e Pezão desde que assumiram o Palácio Guanabara.

Finalmente, creio que não é preciso dizer que esta invasão seguida de roubo contribuirá para aumentar ainda mais sensação de insegurança dentro da Uenf.  

Uenf entra em 2017 entregue às cabras

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Ao chegar no campus Leonel Brizola da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) nesta segunda-feira (09/01) tive um momento de sobressalto ao  ver uma cabra correndo em minha direção. É que a velocidade de aproximação era tanta que pensei que seria alvo de uma recepção pouco amistosa. Felizmente, o caprino em questão estava apenas em uma inexplicada e desabalada carreira para o interior do estacionamento mais próximo. De lá ele me deu uma leve encarada e seguiu o seu destino.

Mas afinal, o que está errado com esta cena? É que para mim a cabra expõe literalmente o bode em que o (des) governo Pezão submergiu as universidades estaduais ao desprovê-las de verbas de custeio, inclusive para o corte da grama. 

Por outro lado, fica sempre a pergunta do porquê de não se ver a devida reação por parte da comunidade universitária da Uenf em face de tamanho ataque às condições básicas de funcionamento da universidade que foi pensada por Darcy Ribeiro para levar o Norte e Noroeste Fluminense a um ciclo mais virtuoso no Terceiro Milênio. 

De minha parte, não vejo outra saída a não se sair da letargia para se partir para um questionamento direto da legitimidade do (des) governador Pezão para continuar à frente do poder executivo fluminense. É quem deixa uma universidade como a Uenf à mercê das cabras para aparar a grama é capaz de fazer muito pior, muito pior, com o que ainda restou do serviço público estadual.

Reitoria da Uerj envia carta ao (des) governador Pezão alertando para o risco de cessação de todas suas atividades

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A reitora em exercício da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Maria Georgina Muniz Washington, enviou hoje uma carta ao (des) governador Luiz Fernando Pezão com um teor que revela a dramaticidade da situação a que sua instituição está colocada pela falta de verbas de custeio e do pagamento de seus servidores (ver imagem abaixo).

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E a mensagem da reitora em exercício da Uerj é clara: a instituição está sob risco de ter suas atividades interrompidas em todas suas unidades acadêmicas, seja no campus do Maracanã, ou nos outros localizados em diveras regiões do Rio de Janeiro.

Essa situação catastrófica é responsabilidade direta do (des) governo Pezão que vem impondo uma política de terra arrasada não apenas na Uerj, mas também na Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) e na Universidade Estadual da Zona Oeste (Uezo). As três instituições passaram o ano de 2016 em graves dificuldades por causa do completo descompromisso do (des) governo Pezão com seu funcionamento.

Felizmente esta correspondência oficial da Uerj quebra um ciclo de silêncio por parte das reitorias das universidades estaduais e expõe o caos em que estas instituições fundamentais para o desenvolvimento científico e tecnológico do Rio de Janeiro foram colocadas por um (des) governo que parece apenas comprometido com as corporações privadas e suas organizações de classe como a Firjan e a Fecomercio.

Agora que a Uerj já tomou a vanguarda na defesa das instituições universitárias estaduais, espero que a reitoria da Uenf saia do silêncio sepulcral em que se colocou em meio a uma crise que tornou o campus Leonel Brizola um alvo preferencial para depredações, além de expor aos membros da comunidade universitária a riscos que até recentemente eram impensáveis.  E nem me parece preciso enfatizar que o risco de cessação das atividades é uma ameaça real que paira como um espectro ameaçador também sobre a Uenf neste momento.

E que fique claro de uma vez para todos, o (des) governo Pezão é um inimigo visceral das universidades estaduais e a tarefa de defendê-las é de todo cidadão que queira que o futuro seja completamente diferente da realidade atual.

 

(Des) governo Pezão é o responsável pela depredação da Uenf

Ao longo de 2016 postei inúmeras mensagens sobre o caos que estava sendo imposto nos dois campi e nas unidades experimentais isoladas da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) pelo descaso com que o (des) governo tratou uma das melhores universidades públicas do Brasil.

Hoje o jornalista Esdras Pereira publicou uma nota em seu blog no jornal Folha da Manhã dando conta de uma série de depredações que ocorreram no campus Leonel Brizola em Campos dos Goytacazes (Aqui!).

Esse tipo de ataque ao patrimônio público que a Uenf representa é sem dúvida alguma algo que deveria ultrajar a todos. Afinal, a Uenf é uma instituição que se construiu com muito dinheiro público e empenho de sua comunidade universitária, e com muito apoio da população de Campos e região.

Entretanto, se me perguntarem quem são os principais responsáveis por esse caos eu apontaria o dedo na direção do Palácio Guanabara e da Secretaria da Ciência e Tecnologia (SECT). É que ao não entregar um só centavo para pagar serviços terceirizados na Uenf, o (des) governo Pezão escancarou as portas para os vândalos.

O que eu espero é que essas cenas impensáveis até pouco tempo atrás sirvam para tirar da letargia quem achava que o abandono da Uenf pelo (des) governo Pezão poderia ser enfretado meramente com uma atitude que mistura auto sacrífício e negação da realidade objetiva. 

A verdade é que a situação da Uenf e das outras universidades estaduais (Uerj e Uezo) beira a catástrofe completa. E quanto antes suas comunidades se organizarem para confrontar a política de desmanche que está em curso, melhor. Do contrário, as cenas de depredação que acabam de ocorrer na Uenf serão apenas um prenúncio do que ainda está por vir.

Feliz ano velho: universidades estaduais do Rio de Janeiro sob o espectro da aniquilação em 2017

O ano de 2016 vai se encerrando de forma pouco memorável para o serviço público fluminense. Com parcela dos servidores ainda sem receber os salários de Novembro e sem notícias do pagamento do décimo terceiro salário, muitos estão sendo livrados da fome por causa da ação solidária de sindicatos e cidadãos.

Mas o drama dos servidores e aposentados é apenas a face mais óbvia de uma opção de governar para beneficiar o setor privado por meio de bilionárias, e mal explicadas, generosidades fiscais que, por sua vez, encobriram todo tipo de relação pouco republicana entre governantes e empresários. A verdade que não aparece claramente na cobertura superficial que a mídia corporativa nos oferece é que o serviço público do Rio de Janeiro está sendo zelosamente desmontado.

Apesar de não haver setor do serviço público que esteja sendo poupado da política de desmanche meticuloso que foi operado a partir do primeiro mandato do hoje aprisionado Sérgio Cabral Filho, um grupo de entidades que está bem próximo da implosão é o das universidades estaduais.  Dentro das três universidades estaduais (Uenf, Uerj e Uezo), a falta completa de verbas de custeio implicou no cancelamento ou precarização de projetos de pesquisa e extensão e na diminuição da qualidade das atividades de ensino.  Também como manter instituições tão sensíveis sem um centavo de verbas para custear suas múltiplas atividades? Pois foi isso que aconteceu na Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) que chega ao final de 2016 com dívidas que beiram os R$ 20 milhões. E, pior, com a perspectiva de que em 2017 este estado de abandono seja aprofundado!

Uma das questões que mais causam perplexidade naqueles que labutam dentro das universidades é de como está sendo possível destruir, de forma tão fácil e despreocupada, instituições tão estratégicas para a formulação de qualquer tipo de saída positiva para a crise financeira e política que assola o Rio de Janeiro.  Por certo a indiferença dos (des) governantes de plantão por saídas reais para a situação que colocaram a segunda economia da federação brasileira é a principal causa, mas certamente não é a única.

Como alguém que está dentro da Uenf desde o início de 1998 já assisti de tudo um pouco na relação entre as universidades estaduais e os ocupantes eventuais do Palácio Guanabara. Mas não tenho dúvidas de que nada foi tão ruim quanto os últimos 3 anos quando o leme esteve nas mãos de Luiz Fernando Pezão. Eu desconfio que a natureza paroquial da forma de Pezão (des) governar, e que fica evidente quando se olha para o ocupante do cargo de secretário de Ciência e Tecnologia, o deputado Gustavo Tutuca.  É que além de credenciais pífias para comandar uma pasta tão importante, Tutuca manteve-se sempre como um desinteressado observador da crise implantada no sistema estadual de ciência fluminense.

Mas não deixemos a culpa pela ameaça de desintegração que hoje atinge as universidades estaduais. A verdade é que dentro delas não houve a devida resposta ao tamanho do ataque que está sendo realizado contra suas existências.  E o problema começa nas reitorias que parecem ter sido convencidas de que se fingir de mortas em nome de uma suposta normalidade é a única saída viável. Para piorar, os sindicatos de docentes e servidores não conseguiram formular estratégias que combinassem as demandas salariais com a defesa institucional, fato que se tornou uma imposição da luta sindical em tempos de ataque total por parte do (des) governo Pezão.

O fato de todas as previsões indicarem que os planos do (des) governo Pezão são de aprofundar a crise das universidades estaduais impõe a necessidade de que dentro das universidades e de outras instituições que compõe o sistema estadual de ciência e tecnologia haja uma completa mudança na atual atitude de passividade. E essa mudança de atitude passa por denunciar claramente as implicações para o futuro do Rio de Janeiro da falência das universidades estaduais, seja na formação de recursos humanos, na difusão de novos conhecimentos ou na formulação de políticas de desenvolvimento econômico.

E que ninguém se engane. Se a defesa das universidades estaduais não começar de dentro delas, não haverá salvação. Quanto antes reitorias e sindicatos entenderem isso, melhor. Do contrário, não haverá outra saída possível que não se preparar para o fechamento temporário para que se realize um completo processo de privatização. É que esse sempre foi o plano do (des) governo comandado pela dupla Sérgio Cabral Filho e Luiz Fernando Pezão.

Solidariedade (1): Arrecadação de cestas básicas para servidores e estudantes da Uenf

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Entidades arrecadam donativos para servidores e estudantes

A Associação dos Docentes da UENF (ADUENF), o Sindicato dos Servidores Técnicos-Administrativos (Sintuperj) e a Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) estão dando início a uma campanha de arrecadação de cestas básicas para ajudar os servidores da UENF que estão passando por necessidades devido ao atraso no pagamento dos salários, bem como aos estudantes bolsistas de fora de Campos que não têm condições financeiras de voltar para suas casas, devido ao atraso das bolsas. Veja a nota abaixo:

Campanha de Arrecadação de Cestas Básicas

Gostaríamos de contar a ajuda da Comunidade UENF e população de Campos e regiões vizinhas no intuito de que se façam doações de cestas básicas de alimentos não perecíveis para serem doados aos servidores que não receberam seus salários de novembro e se encontram em condições de necessidades de suprimentos alimentares, bem como aos estudantes bolsistas provenientes de outras cidades, que estão sem dinheiro para retornar a suas casas.

Os donativos devem ser deixados no Hall da Reitoria da UENF em horário comercial, de segunda a sexta feira, para que possamos pelo menos minimizar os prejuízos destas famílias .

Aduenf e Sintuperj e Faetec

FONTE: http://www.uenf.br/dic/ascom/2016/12/26/informativo-da-uenf-26-12-16/

Uenf sediará conferência internacional sobre ecohidrologia em Março de 2017

Apesar de toda a crise que estamos enfrentando por causa do abandono imposto pelo (des) governo Pezão, a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) continua cumprindo o seu papel de contribuir para o desenvolvimento regional e da formação de quadros capazes de contribuírem para este processo.

Uma prova disso é a realização da conferência internacional sobre Ecohidrologia cujo tema será “a questão da segurança dos ecossistemas aquáticos e sociedades” ocorrerá no Centro de Convenções da Uenf entre 20 e 24 de Março de 2017.. Essa conferência trará pesquisadores que vem trabalhando nessa tema de diversas partes do mundo e estão programadas diversas sessões e visitas de campo.

O cartaz abaixo traz informações sobre esta conferência, incluindo o fato de que as inscrições estão com um desconto de 30% até o final deste mês.Maiores informações sobre poderão ser obtidas na página oficial do evento cujo endereço é o seguinte: http://www.ehconferencebrazil.com

 

ecohidrologia