UENF já sente os efeitos da asfixia financeira imposta pelo (des) governo Pezão

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Com apenas 27% do orçamento de 2014 tendo sido liberado até o fim de junho, a UENF já começa a sentir os efeitos da asfixia financeira imposta pelo (des) governo Pezão. Um primeiro fato foi o corte das linhas telefônicas que agora só fazem ligações internas ou recebem chamadas externas. Apesar de não se saber se esse problema afeta a todos as linhas, o fato é que fiz verificações e constatei que o problema é generalizado.

Também conversei nesta manhã com um empregado da empresa que presta serviços terceirizados de segurança patrimonial, e ele me deu conta que os seguranças que prestam serviços na UENF estão na mesma rotina de esperar ansiosamente pelo pagamento de seus salários pela HOPEVIG, a despeito da falta de pagamento por parte da UENF.

O que me parece mais lamentável nisso tudo é que não haja qualquer informação por parte dos gestores da UENF sobre a saúde financeira da instituição, ou se as informações extra-oficiais que estão circulando estão corretas ou não. De toda forma, pelo que já transpirou a cosia realmente não está nada boa e a crise financeira da UENF poderá aumentar ainda mais se o (des) governo Pezão não mudar rapidamente a sua estratégia e descontingenciar o orçamento da universidade.

DCE da UENF aproveita protesto dos servidores para cobrar de Pezão os 6% do orçamento para as universidades estaduais

Estudantes ligados ao Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UENF aproveitaram o protesto que ocorreu nesta manhã na entrada do campus Leonel Brizola para cobrar do (des) governador Luiz Fernando Pezão que sancione a emenda aprovada pela ALERJ que destina 6% do orçamento estadual de 2015 para financiar as universidades estaduais.

Não custa lembrar que a UENF está neste momento com os telefones cortados e devendo a várias empresas que prestam serviços para universidade por não ter recursos liberados para honrar seus compromissos financeiros.

Para quem ainda não assinou, há uma petição pública no Avaaz.org que cobra justamente essa sanção por parte do (des) governador Pezão. Quem quiser assinar esta petição basta acessar (Aqui!)

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Servidores fecham entradas da UENF para protestar contra Pezão

O campus da UENF em Campos dos Goytacazes amanheceu fechado por servidores ligados ao SINTUPERJ numa forma de protesto contra o que eles consideram ter sido um processo de discriminação cometido pelo (des) governador Luiz Fernando Pezão no envio do projeto de lei 3050/2014 que reajustou (precariamente devo dizer) os salários de professores e servidores da instituição.

Esse fechamento ocorre num momento bastante delicado, visto que a direção executiva do SINTUPERJ, que está localizada no campus Maracanã da UERJ, enviou correspondência desautorizando a greve dos servidores técnico-administrativos da UENF.

De toda forma, esse protesto demonstra que a fórmula adotada pelo Secretaria de Planejamento e Gestão (SEPLAG) e pela própria reitoria da UENF não acalmou os ânimos, o que promete causar ainda outros protestos ao longo de 2014, coincidindo com um processo eleitoral que já se avizinha bastante problemático para Luiz Fernando Pezão, que agora se tornou o alvo da ira dos servidores da UENF.

Abaixo imagens do protesto.

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Alerj e as 40 mensagens: erro na publicação da lei da UENF explica diferença em relação ao decidido no plenário

Acabo de receber confirmação informal de que a mesa diretora da ALERJ já foi informada sobre o problema ocorrido na publicação da lei que reajustou os salários de professores e servidores da UENF, e o que parece ter ocorrido foi um erro no documento que foi enviado para sanção do (des) governador Luiz Fernando Pezão.

O interessante nisso tudo é que tal erro resultou da tática do (des) governo Pezão em enviar um número absurdo de mensagens de reajustes salariais, o que deixou pouco tempo para discussão pelos deputados, e ainda menos tempo para revisão do que foi aprovado pelo Colégio de Líderes, e finalmente levado a voto em plenário.

Assim, se ninguém na UENF estivesse prestando atenção no texto publicado pelo Diário Oficial no dia de ontem, o mais provável que não houvesse retificação e ficasse valendo a proposta original do (des) governo Pezão de que a segunda parcela de um reajuste minguado comece a ser pago em julho e não em março de 2015, como foi decidido pela ALERJ. Enfim, uma bagunça completa!

E o pior é que o próximo governador (ou seria (des) governador) já começará o seu mandato com vários reajustes para honrar. Se Pezão for eleito (e que o sofrido povo do Rio de Janeiro não permita!) tudo bem, mas e se não for? Essa “herança maldita” vai ser honrada?

Com um sindicato como esse, quem precisa de patrão?

Os servidores técnicos-administrativos da UENF se reuniram ontem em assembleia e decidiram retornar ao processo de greve que tinham suspenso para viabilizar a negociação salarial com o (des) governo do Rio de Janeiro. Ainda que eu tenha uma posição crítica sobre essa decisão por achá-la pouco eficiente neste momento de lei eleitoral se sobrepondo aos direitos dos servidores públicos, não posso deixar de mostrar uma curiosa correspondência enviada pela direção executiva do SINTUPERJ, sindicato ao qual os servidores da UENF estão ligados por meio de uma delegacia sindical. 

Vejamos o que diz a correspondência assinada pelo Sr Antonio V. Fernandes da direção executiva do SINTUPERJ:

 

Ofício nº102lSINTUPERJl2014 30 DE JUNHO 2014O problema é que além de anular, baseada supostamente no Estatuto, a direção executiva do SINTUPERJ não informa apenas aos seus delegados sindicais da UENF esta decisão, mas também à reitoria e a três secretarias de governo! Se isso não for entregar seus próprios membros ao carrasco, eu não sei o que é.

Por isso eu só posso lamentar a atuação da direção do SINTUPERJ.  E cabe ainda a pergunta: com um sindicato como esse, quem precisa de patrão?

 

UENF: Pezão veta antecipação de reposição e prejudica professores e servidores

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A longa greve que paralisou a UENF por quase três meses teve um desfecho parcial na semana passada quando a ALERJ aprovou o projeto de lei 3050/2014 que majorava em duas prestações os salários de professores e servidores. Eu disse desfecho parcial porque a fórmula encontrada pela Secretaria de Planejamento e Gestão (SEPLAG) deixou parcela dos servidores técnicos-administrativos muito insatisfeito e, por isso, eles retornavam à greve em assembleia realizada no dia de ontem.

Agora uma outra novidade ruim deve acirrar os ânimos também entre os professores. É que na versão publicada da Lei 6828/2014, a única melhoria do projeto do (des) governo que a ALERJ havia concedido (qual seja, a antecipação da segunda parcela de julho para março de 2015) foi vetada pelo (des) governador Luis Fernando Pezão! Esta medida implicará na manutenção dos salários iniciais dos professores da UENF como os piores de todo o Brasil, o que implica na manutenção da dificuldade existente em atrair novos docentes e manter os que já estão na instituição.

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Em suma, o (des) governo Pezão ao não respeitar nem os acordos feitos por suas lideranças parlamentares mantém o barril de pólvora aceso na UENF. Depois que Pezão não conseguir nem chegar perto do campus Leonel Brizola que não venha reclamar.

O DIÁRIO: Estudantes da Uenf vão pressionar Pezão


Carlos Emir
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Estudantes da Uenf vão para o Rio de Janeiro

Estudantes da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) estão organizando um ato, no próximo dia 2, em frente ao Palácio das Laranjeiras, no Rio de Janeiro, para pressionar o governador Luiz Fernando Pezão a aprovar a emenda, já votada e aprovada na Alerj, que prevê R$ 2,647 bilhões em orçamento para as universidades estaduais, os cursos de ensino superior da Faetec e da Fundação Cecierj em 2015. A verba é duas vezes maior que a aprovada para este ano.

A manifestação acontecerá em frente ao Palácio das Laranjeiras. Será disponibilizado um ônibus para transportar os alunos. A saída, no dia 2, está marcada para às 9h. A concentração acontecerá em frente ao prédio CCH.

Entre as universidades contempladas pela emenda estão, além da Uenf, a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e o Centro Universitário Estadual da Zona Oeste. No caso da unidade de Campos, o aumento de verba pode vir para atender a necessidades dos estudantes. “A necessidade de aumento do orçamento é real. Temos reivindicações antigas que nunca saíram do papel por falta de dinheiro. O governador sabe das nossas necessidades! Ainda assim, fazemos questão de ir até lá para lembrá-lo. Afinal, sabemos que as mobilizações têm grande força”, disse o diretor do Diretório Central de Estudantes (DCE) da Uenf, Bráulio Fontes.

Alerj – A emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2015, propõe que o governo aplique 6% das receitas tributárias líquidas no Ensino Superior. Em 2014, as universidades fluminenses receberam 2,67% das receitas líquidas do estado.

FONTE: http://www.odiariodecampos.com.br/estudantes-da-uenf-vao-pressionar-pezao-12747.html

 

 

http://www.odiariodecampos.com.br/estudantes-da-uenf-vao-pressionar-pezao-12747.html

(Des) governo Pezão/Cabral asfixia financeiramente a UENF

Que a Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) vem sofrendo um processo de sabotagem financeira por parte do (des) governo do Rio de Janeiro, eu e o resto da comunidade universitária já sabíamos. Mas agora me chegaram dados sobre a liberação orçamentária que são esclarecedores do real tamanho do problema.

Segundo fontes bem informados da situação financeira da UENF, a partir do ano de 2013, o (des) governo Pezão/Cabral modificou o sistema de liberação de cotas do orçamento da UENF. Até 2012 ocorriam 4 liberações trimestrais ao longo do ano, com 25% do orçamento cada. No modelo adotado a partir do ano passado, ficavam previstas cotas crescentes de liberação, na seguinte sequência: 20%, 20%, 30% e 30%. Isso gerou sérios problemas já no ano de 2013, pois conduziu à falta de recursos no primeiro semestre, com liberações de recursos que eram insuficientes para a UENF honrar os compromissos de seu funcionamento rotineiro. O pior é que no segundo semestre de 2013, as parcelas de 30% sofreram um novo contingenciamento, o que deixou vários pagamentos por serem feitos em 2014.

 Mas numa prova do que aquilo que está ruim ainda piorar, no ano de 2014, a situação é ainda mais grave. É que no atual ano, o (des) governo Cabral/Pezão liberou apenas 12% das cotas do orçamento no primeiro trimestre, e 15% no segundo trimestre. Em suma, a UENF recebeu permissão até o mês de junho para gastar apenas 27% do orçamento aprovado na ALERJ!

A questão é que com a volta às aulas, e o aumento do custo operacional com água, luz e telefone, esse rombo vai aumentar ainda mais! E a informação que eu tenho é várias prestadoras de serviços terceirizados já estão há vários meses sem receber os devidos repasses por parte da UENF.

E o que me causa espécie nisso tudo é que não só a reitoria da UENF não informe a comunidade universitária sobre essa situação e, tampouco, informe a sociedade do grave problema financeiro que está sendo imposto por esse (des) governo. É por essas e outras que na última audiência da Comissão de Educação que tratou do funcionamento da FAPERJ, a posição dos porta-vozes da reitoria da UENF de louvar os recursos entregues via FAPERJ causou espécie e irritação nos deputados presentes.

Mas uma coisa é certa: a situação financeira da UENF é crítica e a tendência é piorar até o final de 2014!

 
 

Estudantes da UENF preparam ato no Rio de Janeiro em defesa dos 6% para as universidades estaduais

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Com mobilização é possível duplicar a verba para a UENF!

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro – ALERJ – aprovou no dia 23 de junho, uma emenda ao orçamento, que duplica a verba para as universidades estaduais do RJ (UENF, UERJ e UENZO). Essa votação só foi possível pelas mobilizações que estão ocorrendo, em especial a greve geral que ocorreu na UENF,

Essa é uma oportunidade histórica para nossa Universidade. Com essa verba é possível garantir um Restaurante Universitário de Qualidade, com três refeições por dia e gratuito; aumentar o valor das bolsas aos estudantes; garantir moradia estudantil; é também possível comprar ar-condicionado, bebedouros e realizar as reformas necessárias por todo o campus.
Além disso, é uma oportunidade para garantir as reivindicações dos docentes e dos técnico-administrativos.

Essa votação foi uma derrota ao maior inimigo da educação no Estado – o governador Pezão. O mesmo governo que atacou a Dedicação Exclusiva da UENF e que diminui ao longo dos anos o orçamento da universidade.

Não podemos confiar nesse governo, por isso, para conquistar essa vitória e duplicar o orçamento da UENF convocamos todos os estudantes para realizar um ato para exigir que o governador aprove a emenda. Temos que mobilizar toda a comunidade acadêmica da UENF para cobrarmos do governador, em frente ao Palácio Laranjeira, a efetivação dessa histórica reivindicação das universidades estaduais.

Saída ônibus gratuito da UENF para o ato no RJ!

Assinem a petição:

https://secure.avaaz.org/po/petition/Governador_do_Estado_do_Rio_de_Janeiro_Luiz_Fernando_Pezao_Aprove_emenda_que_destina_6_do_orcamento_para_as_Universidade/?mYeIgbb

Vamos à Luta , pela universidade pública, gratuita, de qualidade !!!!

FONTE: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=649530821802778&set=a.125190920903440.27138.100002375976430&type=1&theater