A difícil ressurreição pós-incidente da Mineradora Samarco

Este blog vem recebendo muito tráfego por causa da entrevista realizada com o Prof. Carlos Eduardo Rezende do Laboratório de Ciências Ambientais  (LCA) da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) que destrinchou algumas das dificuldades para que a previsão feita por outro especialista, o Prof. Paulo César Rosman, da COPPETEC da UFRJ para que a ressurreição do Rio Doce se confirme até o dia 28 de Abril de 2016.

Mas é óbvio que a entrevista do Prof. Carlos Rezende não exauriu o debate, e nem foi essa a minha pretensão, pois o incidente da Mineradora Samarco  (Vale + BHP Billiton) ainda deverá ser alvo de muito debate.

Entretanto, resolvi verificar que os principais jornais de Minas Gerais e do Espírito do Santo estão estampando em suas manchetes no dia de hoje, e verifiquei que a realidade é muito mais complexo do que a nossa tela de computador ou o nosso modelo de circulação oceânica pode querer nos mostrar.

Vejamos as capas dos sítios da internet de O TEMPO, Estado de Minas, Hoje em Dia e do Século Diário estampam na manhã desta 2a. feira (30/11).

Mas se as capas não forem suficientes para elucidar a complexidade do momento por que passam os ecossistemas do Rio Doce e da região costeira do Espírito Santo, a matéria abaixo da Gazeta provavelmente o faça, pois trata da repentina mudança da direção do TsuLama da Samarco que agora se dirige para o litoral sul capixaba por causa da ação dos ventos!

ressurreição 5

De toda forma, como muitas coletas independentes estão sendo feitas é provável que outras provas mais materiais da inviabilidade da ressurreição venham a público até o dia anunciado para que ela ocorra.

 

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