Direitos dos trabalhadores: de reforma em reforma, eles vão sumindo

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A palavra “Reforma” deveria denotar melhorar algo que precisa ser melhorado. Mas se olharmos as atuais propostas do governo interino de Michel Temer, bem como as já executadas durante todos os governos pós-ditadura de 1964, o que estamos assistindo é um encurtamento progressivo de direitos que foram duramente conquistados pelos trabalhadores brasileiros.

Agora mexer nos lucros fabulosos que os bancos desfrutam no Brasil, isso nem é mencionado. Aliás, com a nomeação do economista-chefe do Itaú Unibanco, Ilan Goldfajn, para dirigir o Banco Central, a sinalização dado pelo governo interino de Michel Temer é que o capital financeiro vão continuar mandando e desmandando nas finanças públicas brasileiras.

E os principais perdedores dessa coisa toda são os trabalhadores que  estão sendo empurrados cada vez mais para um mundo do trabalho sem direitos numa espécie de retorno ao mundo precário que imperou no capitalismo industrial do início do Século XIX, só que agora com os bancos como os maiores beneficiários.

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