E no sprint final, Wladinho, quem diria, derrotou até Pinóquio

wladinho pinoquio

Por Douglas Barreto da Mata

Não há problema no boneco Wladinho imitar uma pessoa, nesse caso, o prefeito Wladimir Garotinho.  Sério é quando a oposição quer imitar um boneco, neste caso, o Pinóquio, conhecido personagem da literatura infantil. Feito de madeira, Pinóquio ganha vida, e tenta desesperadamente ser o que não era, gente de verdade, e para isso recorre às mentiras, denunciadas pelo crescimento imediato de seu nariz.

O pessoal da oposição, do jeito deles, busca, também, aparentar o que não são, isto é, não são os preferidos dos eleitores, e também recorreram, como vemos hoje, à mentira.  A divulgação de uma pesquisa mentirosa é outro capítulo do desespero da oposição na luta por votos na eleição do dia 06 de outubro próximo.

Já publicamos vários textos nesse blog, tanto eu, quanto o seu “inoxidável” editor, Marcos Pedlowski, onde demos conta de que, se é verdade que Wladimir se mostrou um candidato eficiente, a oposição, a seu modo (o da infinita capacidade de dar tiros no próprio pé), ajudou demais.

Não acho que será o último ato tresloucado da oposição, liderada pela Delegada-candidata, mas, certamente, a reprimenda pública da Justiça, chamando de fantasiosa (um jeito delicado de dizer mentirosa) a pesquisa divulgada, apontando para possível abuso de poder econômico, e uso indevido dos meios de comunicação, pode ainda repercutir, e muito, nas esferas jurídicas dos envolvidos, para além do 06 de outubro.

Por vias transversas, discurso de um dos líderes do grupo, na manifestação deste fim de semana, na Praça São Salvador, quando disse que a eleição não acaba no domingo, pode ter algo de profecia, caso a Justiça resolva ir a fundo na questão da pesquisa, e das condutas adjacentes elencadas pelo Meritíssimo Senhor Juiz Eleitoral Leonardo Cajueiro

Note o peso da decisão, cujo trecho reproduzimos abaixo:

“(…)Se é certo que a exiguidade dos prazos eleitorais, por si só ,não justifica o reconhecimento do perigo na demora, não é menos certo que, no presente caso concreto, o periculum in mora é manifesto. Estamos na semana imediatamente anterior à votação e temos pesquisa manifestamente fantasiosa (resultado antes da coleta de dados !?!?) e divulgação de margem de erro equivocada maior até que a margem metodologicamente comunicada ao TSE.

Portanto, estão presentes a plausibilidade do direito e o perigo de dano necessários ao deferimento de liminar para  suspender a divulgação dos resultados da pesquisa. Por fim, há indícios de abuso de poder econômico (caso provada pesquisa com propósito de ludibrio ao eleitorado) e uso indevido dos meios de comunicação. (…)”

Bem, nada mais a dizer sobre a enrascada jurídica em que se meteram os oposicionistas.  Quanto aos tropeços políticos tragicômicos, resta dizer que não há como esperar que as coisas melhorem, ou seja, me parece que o limite do ridículo e do grotesco foram ultrapassados, sem sinais de que possa haver um retorno à razão pelos oposicionistas. 

Infelizmente, esses Pinóquios não serão transformados em bons meninos e meninas pela fada madrinha, já que a condição é bom comportamento.

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