Em seu blog, ADUENF lança logotipo de campanha em defesa da UENF

ADUENF cria logotipo da campanha em defesa da UENF

 A ADUENF está nas ruas de Campos dos Goytacazes e de outras cidades como Macaé e Rio das Ostras colhendo assinaturas em um abaixo-assinado que será enviado ao governador do Rio de Janeiro para cobrar soluções para a crise financeira e o atraso no pagamento de salários e bolsas acadêmicas que ameaçam o funcionamento da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf).

Agora para fortalecer essa campanha de defesa da Uenf, a ADUENF criou o logotipo mostrado abaixo para simbolizar o compromisso da sua comunidade universitária e da população das regiões onde a universidade vem atuando no interior do estado do Rio de Janeiro.

logo defesa da uenf
Vamos todos defender a Uenf!
FONTE: http://aduenf.blogspot.com.br/2016/04/aduenf-cria-logotipo-da-campanha-em.html?spref=fb

A crise chinesa e os atrasadinhos do governo Dilma Rousseff

china

A reação do governo Dilma Rousseff à hecatombe das bolsas mundiais (e em especial as da China) é uma demonstração típica de que estamos muito mal governados. É que segundo matéria assinada pelo jornalista Valdo Cruz da Folha de São Paulo, o Palácio do Planalto recebeu com apreensão o “crash” das bolsas chinesas já que isto poderá (fiz questão de grifar o poderá) causar uma recessão no Brasil em 2016 (Aqui!).

Alguém por favor avise ao Palácio do Planalto que a recessão já está aqui, e que, em 2016, a possibilidade é de que ela se aprofunde ainda mais, já que tudo indica que o apetite chinês para consumir as commodities brasileiras vai diminuir ainda mais, como aliás já sinalizam “as cotações das principais commodities agrícolas negociadas nas bolsas de Chicago (milho, trigo e soja) e Nova York (açúcar, cacau, café, suco de laranja e algodão)”, segundo matéria do jornal Valor Econômico (Aqui!).

 

Segunda feira do massacre: 414 bilhões de reais evaporaram só em Londres

bolsas

O dia é trágico para quem aposta na ciranda das bolsas de valores em todo o mundo, mas a Europa parece estar experimentando boa parte do massacre. É que o jornal inglês “The Guardian” acaba de informar que só a Bolsa de Londres viu evaporar a fabulosa quantia de 414 bilhões de reais como resultado direto da contaminação causada pelo desaquecimento da economia chinesa. 

Este é o pior dia das bolsas de valores em escala mundial desde a crise das hipotecas que balançou a economia dos EUA em 2008.

O problema aqui é que a causa inicial deste derretimento global é algo muito bem atrelado à economia real, qual seja, a diminuição do apetite chinês por commodities minerais e agrícolas. E esse impacto na economia real, especialmente de países como o Brasil, é que ainda deveria emergir nos próximos. É como diz aquela lei de Murphy… não há nada que esteja tão ruim que não possa piorar. A ver!

Exame: Bovespa reduz queda a 3,4%, mas segue em níveis de 2009

thinkstock
Bolsas

Bolsas: todas as ações da carteira teórica seguiam no vermelho

Paula Arend Laier, da REUTERS

São Paulo – O principal índice da Bovespa seguia nos níveis de meados de 2009 nesta segunda-feira, mas recuperava-se das mínimas da sessão, quando chegou a cair mais de 6 por cento, contaminado pelo pânico que tomou conta dos mercados globais por preocupações com a economia chinesa.

Às 12:38, horário de Brasília, o Ibovespa caía 3,32 por cento, a 44.201 pontos, tocando a mínima durante os negócios desde abril de 2009. No pior momento até esse horário, a queda foi de 6,5 por cento, a 42.749 pontos.

Todas as ações da carteira teórica seguiam no vermelho. O volume financeiro na bolsa somava 3,3 bilhões de reais.

Na China, o índice SSE, da bolsa de Xangai, perdeu 8,46 por cento, conforme medidas do governo da segunda maior economia do mundo para conter o declínio no mercado acionário e a desaceleração econômica não surtiam efeito.

Na Europa, o índice FTSEurofirst 300, que reúne as principais ações do continente, fechou em queda de 5,39 por cento, segundo dados preliminares. Em Wall Street, o S&P 500 caía quase 3 por cento e o Nasdaq cedia 5,4 por cento, distanciando-se das mínimas.

“Todos os dados de atividade da economia chinesa apontam para uma desaceleração maior do que vem indicando o PIB (Produto Interno Bruto) oficial. E essa é a grande questão de fundo por trás dessa deterioração do mercado acionário”, disse o analista Marco Aurelio Barbosa, da CM Capital Markets.

A decisão chinesa de permitir que fundos de pensão administrados por governos locais invistam no mercado acionário pela primeira vez não trouxe alívio ao mercado. Conforme nota do Credit Suisse, havia expectativa de corte da taxa de depósito compulsório dos bancos chineses para estimular a economia, o que não aconteceu.[nL1N10Z0C4] Entre as commodities, o minério de ferro caiu 4 por cento na China e o petróleo perdia cerca de 4 por cento.

Em nota a clientes, Barbosa, da CM Capital Markets, escreveu que as medidas do governo chinês visam estancar o pânico entre investidores pessoas físicas e evitar o contágio da economia real pela perda de lastro para o consumo devido à redução da poupança.

“O que vem ocorrendo é que as medidas de ‘socorro’ à bolsa (chinesa) vêm afastando os poupadores e atraindo mais especulação. Há uma sensação de que o governo chinês está perdendo o controle da situação”, afirmou. O Credit Suisse destacou que o movimento recente do banco central da China de desvalorizar o iuan levou a um choque negativo no apetite de risco e, em caso de piora, poderia afetar negativamente também o crescimento global.

Na cena local, era visto como novo elemento de incerteza a decisão do vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, de pedir investigação das contas de campanha da presidente Dilma Rousseff, assim como o risco de saída do vice-presidente Michel Temer da articulação politica.

“Passado o ‘modo pânico’, a bolsa tende a reagir um pouco conforme os investidores começam a fazer contas”, disse o chefe da mesa de renda variável da corretora de um banco estrangeiro em São Paulo.

Destaques

VALE tinha queda entre 6 e 7 por cento para as ordinárias e as preferenciais de classe A, em meio aos temores sobre a China, uma vez que uma desaceleração mais forte naquele país tende a trazer impactos relevantes sobre o preço das commodities.

Os preços do minério de ferro na China recuaram nesta segunda-feira, com os contratos futuros atingindo limite diário de queda.

USIMINAS e CSN caíam 8,14 e 8,20 por cento, respectivamente, entre as maiores quedas do Ibovespa, também afetadas pelas apreensões ligadas à economia chinesa, com relatórios do Itaú BBA e do Credit Suisse negativos sobre o setor.

No caso do Itaú BBA, o analista abre sua análise afirmando que boas notícias para as siderúrgicas e mineradoras brasileiras são improváveis por ora. GERDAU, mesmo citada ainda como a preferida dos analistas, recuava quase 10 por cento.

PETROBRAS perdia perto de 6 por cento, tanto as preferenciais como as ordinárias, em meio ao declínio acentuado dos preços do petróleo no exterior.

ITAÚ UNIBANCO diminuía o declínio para 2,77 por cento e BRADESCO recuava 3,01 por cento.

TIM PARTICIPAÇÕES caía 4,86 por cento, também afetada pela notícia de que a TELEFÔNICA BRASIL não está mais disposta a fatiar a companhia controlada pela Telecom Italia e mira a Sky, do grupo AT&T, segundo reportagem publicada pelo jornal Valor Econômico nesta segunda-feira.

O Credit Suisse avaliou também que a notícia seja negativa para OI, que caía 8,33 por cento, pois uma potencial compra da empresa nao é mencionada, conforme nota a clientes. Para ver as maiores baixas do Ibovespa, clique em Para ver as maiores altas do Ibovespa, clique em (Edição de Cesar Bianconi)

FONTE: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/bovespa-reduz-queda-a-3-4-mas-segue-em-niveis-de-2009

Exame: Wall Street abre em queda livre após queda de ações chinesas

©AFP/Archives / Timothy A. Clary
Placa indicando Wall Street

Wall Street: às 10h57 (horário de Brasília), o indicador Dow Jones caía 3,9 por cento, a 15.819 pontos

Da REUTERS

Wall Street entrou no território de correção nesta segunda-feira, com a Dow ficando abaixo dos 16.000 pontos pela primeira vez desde fevereiro de 2014, na sequência da queda de mais de 8 por cento das ações chinesas e a venda generalizada no petróleo e outras commodities.

Às 10h57 (horário de Brasília), o indicador Dow Jones caía 3,9 por cento, a 15.819 pontos, depois de chegar a cair 6,6 por cento. Já o S&P 500 tombava 4,2 por cento, a 1.889 pontos, após recuar 5,3 por cento. O índice de tecnologia Nasdaq .IXIC operava em baixa de 4,5 por cento, a 4.494 pontos, depois de chegar a desabar 8,8 por cento.

Mais informações em instantes

FONTE: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/wall-street-abre-em-queda-livre-apos-queda-de-acoes-chinesas

Ciência fluminense sente efeitos da crise financeira: FAPERJ posterga data do pagamento de suas bolsas

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Em que pesem as declarações otimistas do (des) governador de plantão Luis Fernando, o Pezão, a maioria do povo fluminense sabe que a situação financeira do estado do Rio de Janeiro é periclitante. Agora, o que não se sabe é quais são os efeitos objetivos que essa crise tem e de como os custos e benefícios são distribuídos num momento de “pouca farinha”. 

Mas entre os perdedores já se pode incluir a comunidade científica que depende do aporte continuado de recursos via a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do estado do Rio de Janeiro (FAPERJ). É que como mostra a mensagem eletrônica que está sendo enviada a todos os bolsistas da fundação, a data do pagamento das diferentes modalidades concedidas pela FAPERJ acaba de ser postergada para o dia 20 do mês seguinte ao mês de referência. 

Em alguns casos, como as bolsas de “Cientista do Nosso Estado” e de “Jovem Cientista do Nosso Estado”, a demora é só um incomodo, pois os seus detentores fazem parte dos estratos superiores das comunidade científica fluminense. Entretanto, quando as bolsas são daquelas modalidades destinadas aos segmentos mais jovens e em início de formação, a coisa fica dramática. É que para muitos desses jovens cientistas, a bolsa da FAPERJ é a única forma de sustento financeiro. Em outras palavras, com essa postergação se abre um claro risco de que muitos pesquisadores em início de sua formação acadêmica tenham que abandonar os seus trabalhos ou, em casos extremos, as próprias universidades.

O arrocho financeiro na FAPERJ, entretanto, tem um outra faceta.  Uma delas foi o generoso contrato de 760 milhões “de apoio financeiro” à AMBEV. Para a AMBEV, Pezão tirou R$ 760 milhões do Fundo de Desenvolvimento Econômico do Estado do Rio para dar “apoio financeiro”, por meio de um financiamento que deverá ser pago em 30 anos! No caso da AMBEV, dinheiro não falta,  para alegria total de Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil, o 26º do mundo, segundo a revista Forbes. 

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Finalmente, o temor que muitos servidores têm neste momento é que a postergação do pagamento das bolsas na Faperj seja apenas um teste para se fazer o mesmo com os salários. Se isso acontecer, teremos muita gente com uma severa crise de nervos, pois a maioria vive hoje contando os dias para receber e honrar suas dívidas no cheque especial.

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Data: Thu, 11 Jun 2015 
      De: FAPERJ <ndct@faperj.br>
Reponder para: FAPERJ <ndct@faperj.br>

 Assunto: FAPERJ – Mensagem aos bolsistas.
Prezado bolsista XXXX

O Governo do Estado do Rio de Janeiro, assim como o Governo Federal e os demais estados da federação, vem realizando adequações orçamentárias ao longo do ano, o que tem alterado a liberação de repasses pela Secretaria Estadual de Fazenda. Em função disto, o pagamento de bolsas a partir deste mês passará a ser feito no dia 20.

A FAPERJ reafirma o seu compromisso com o pagamento de todas as verbas de custeio e auxílios.