Estudantes da Uenf denunciam falta de segurança em ponto de ônibus

Segundo eles, um aluno foi assaltado na noite de quinta-feira (12 de fevereiro)

Estudante Larissa Simão. (Foto: JTV)

Estudantes da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf), que contam com o serviço de transporte público em Campos, estão inseguros nos pontos de ônibus e questionam a falta de policiamento próximo a universidade. Segundo eles, um aluno foi assaltado na noite de quinta-feira (12 de fevereiro).

Larissa Simão, de 24 anos, cursa o 8º período do curso de engenharia metalúrgica e de materiais, e contou que estava no ponto de ônibus minutos antes do crime acontecer. “Poderia ter acontecido comigo. Mesmo sabendo dos riscos, não tenho escolha, esse é o meio de transporte que tenho. Acho que deveria ter segurança ao redor como tem dentro da universidade”, disse.

O estudante de agronomia Márcio Chaves, que cursa o 10º período, disse que há falta de iluminação no local, o que contribui para a ação dos bandidos. “Nunca fui vítima de assalto, mas já desconfiei de atitudes enquanto esperava o ônibus. Muitos estudam à noite e segurança só dentro dos Centros da Uenf”, disse.

O comandante do 8º Batalhão de Polícia Militar, o tenente-coronel Marcelo Freiman, informou que na manhã desta sexta-feira tomou conhecimento do assalto ocorrido na noite de quinta-feira e o assunto foi discutido no próprio batalhão. “Vamos nos reunir com a Secretaria Municipal de Paz e Defesa Social e reitores de universidades, logo após o carnaval, a fim de promover uma ação integrada, que garanta melhorias na segurança desses jovens. Vamos fazer um levantamento dos pontos que se tornaram alvos certos dos bandidos e neles colocar sistema de monitoramento de câmeras que facilitam as investigações. Outra medida é garantir a iluminação pública nesses locais”, disse o comandante.

FONTE: http://jornalterceiravia.com.br/noticias/campos_dos_goytacazes/64962/estudantes-da-uenf-denunciam-falta-de-seguranca-em-ponto-de-onibus

No dia em que professores descobrem descontos em seus salários, estudantes da UENF mostram que direitos se conquistam pela luta

reitoria 1

A tarde desta 4a. feira (28/1) foi bastante movimentada no campus da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) por causa da mobilização de estudantes liderados pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) para protestar contra o atraso no pagamento de bolsas estudantis, mas também pelo descumprimento do acordo feito pela reitoria durante a greve ocorrida em 2014 de equiparação do valor das bolsas com o que é praticado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Essa mobilização é uma demonstração de que novamente os estudantes da UENF entendem o seu papel de protagonistas na luta por seus direitos que estão sob grave risco por conta da política de sucateamento da instituição sob a batuta do (des) governador Luiz Fernando, o Pezão.

É interessante notar que no dia de hoje se tornou público que a reitoria da UENF está descontado valores de auxílio de alimentação dos servidores (professores e técnicos), o qual já se encontra com valores congelados desde 2009! 

Agora, o mínimo que os professores vão precisar fazer é seguir o exemplo dos estudantes, e demandar o retorno dos valores descontados e também a equiparação com a UERJ!

Estresse acadêmico: estudantes da UENF ainda não viram a cor do dinheiro em 2015!

A situação financeira do tesouro fluminense é preocupante, como já anunciou o (des) governador Luiz Fernando, o Pezão. Essa realidade ocasionou, inclusive, o encerramento precoce do ano acadêmico da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em dezembro passado pela absoluta incapacidade de honrar compromissos financeiros, inclusive com trabalhadores terceirizados das áreas de segurança e limpeza.

Essa situação parece que vai piorar, antes que comece a melhorar. Esta constatação não serve de qualquer forma de consolo para centenas de estudantes (ou seriam milhares) da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) que até esta sexta-feira (16/01) ainda não viram a cor do dinheiro relativo ao mês passado.

O que mais aumenta a tensão entre os bolsistas da UENF é que a reitoria da instituição sequer se deu ao trabalho de informar qual é a data esperada para que o pagamento ocorra.

Como as aulas devem retornar na segunda-feira (19/01), o que os estudantes estão esperando é que os valores devidos pela UENF sejam depositados imediatamente, já que as despesas continuam ocorrendo, especialmente no que se refere aos aluguéis! 

Terceira Via: Presença da PM no campus da Uenf gera revolta nos alunos

O movimento estudantil da universidade criou uma página no facebook intitulada “PM na Uenf, pra quem?”

Presença da PM no campus da Uenf gera revolta nos alunos (Foto: reprodução)

Os alunos da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) ficaram surpresos com a presença de policiais militares dentro do campus da instituição nesta semana. O trabalho começou na segunda-feira (8 de setembro). Revoltados, alunos do movimento estudantil da universidade criaram uma página no facebook intitulada “PM na Uenf, pra quem?”.

De acordo com uma das responsáveis pela comunidade na rede social, Luisa Leão, o reitor da universidade, Silvério de Paiva Freitas, aprovou um termo de cooperação firmado entre a Uenf, a Secretaria de Estado de Segurança (Seseg) e a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) no dia 26 de junho. Segundo Luisa, a comunidade acadêmica não foi consultada e os alunos tiveram o posicionamento ignorado.

Na comunidade no facebook, os estudantes informaram que os policiais fazem ronda utilizando carro e combustível da universidade. “Interessante perceber que enquanto a verba é cortada para serviços básicos, para projetos que existem há anos, para o pagamento do aumento das bolsas dos alunos, tem dinheiro para o combustível da constante ronda policial”, relataram.

Para a aluna Nayara Polizelli, a presença dos militares não traz segurança. “Sinto pena de quem acha que a polícia no campus é progresso. Nunca me senti mais segura por ter um policial por perto. Retrocesso total”, disse.

Luisa Leão ressaltou que foi feito um debate aberto e uma assembleia com todas as categorias (estudantes, professores e servidores técnicos) e nas duas ocasiões a reitoria foi convidada a participar. No debate, o prefeito da Uenf, Gustavo Xavier, foi quem representou a reitoria. De acordo com ele, foi necessário reduzir o número de vigilantes patrimoniais por causa de questões financeiras, e, para dar maior suporte aos funcionários e estudantes, os PMs farão a segurança pessoal.

“Nós, alunos, somos contra esta imposição que nos foi dada. Acreditamos que esta medida foi uma resposta ao nosso longo movimento de greve e ocupação, ou seja, para nos oprimir. Acreditamos também que não existe um quantitativo de ocorrências que justifique ter PMs dentro da universidade. Considero esta medida arbitrária e desnecessária, serve apenas para proteger a reitoria de novas manifestações e ocupações”, opinou Luisa.

A estudante Isis Moura acredita que a medida pode afetar a segurança dos prédios pelo fato de os policiais estarem substituindo os vigilantes. “É importante discutir o quanto a implementação da PM em substituição aos vigilantes está repercutindo e afetando a comunidade acadêmica. Teve um dia que um prédio ficou sem vigilante no início das aulas do período da tarde, chegando lá às 14h30. Esses vigilantes são responsáveis também por guardar chaves das salas dos prédios, assim como um caderno de ponto dos professores que as utilizam. O resultado foi atraso em todas as aulas do prédio e a explicação da vigilante foi que, devido ao corte de vigilantes, não havia nenhum para substituí-la no horário de almoço. Reitoria sempre pensando na boa gestão”, concluiu.

FONTE: http://jornalterceiravia.com.br/noticias/campos_dos_goytacazes/55416/

Estudantes lançam página no Facebook para questionar uso da PM no policiamento do campus da UENF

PM na UENF, pra quem?

pm uenf

No dia 26 de junho foi aprovado por ad referendum do Reitor, Silvério de Paiva Freitas um Convênio de segurança, firmado entre UENF, SESEG e PMERJ, sem consulta ou participação da comunidade acadêmica, tratando um assunto tão importante de forma arbitrária, onde os estudantes, principais afetados por tal medida, tiveram seu posicionamento ignorado.

Nesta segunda (08/09/14) os Policiais iniciaram seu trabalho na UENF.

Estes policiais vem fazendo “ronda” utilizando carro e combustível da Universidade. Interessante perceber que enquanto a verba é cortada para serviços básicos, para projetos que existem há anos (como é o caso da feira de agricultores, que corre o risco de acabar), para o pagamento do aumento das bolsas dos alunos, tem dinheiro para o combustível da constante “ronda” policial.

Hoje é o terceiro dia da ação da polícia dentro da UENF e hoje mesmo, estudantes do movimento estudantil foram “vigiados bem de perto” pelos policiais ao se deslocarem por diversas áreas de convívio da universidade. A suspeita que existia sobre a real motivação da PM na UENF se confirmou.

Por isso perguntamos: PM NA UENF, PRA QUEM?!

FONTE: https://www.facebook.com/pmuenfpraquem?ref=profile

Diretoria da ADUENF emite declaração pública sobre protesto dos estudantes da UENF

Fomos surpreendidos na manhã e ao longo de todo o dia de ontem (11/08/2014) pela manifestação dos estudantes, organizada pelo DCE/UENF, que fechou as entradas do campus.

 Infelizmente, não causou a mesma surpresa a noticia de que este governo do Sr Luiz Fernando Pezão não honrou compromisso assumido pelo próprio Governador. Há muito tempo, ‘honra’ deixou de ser um adjetivo adequado a descrever esse grupo que se instalou no governo do Estado do Rio de Janeiro. 

Infelizmente, não causa a mesma surpresa, as reiteradas notícias de cortes e contingenciamentos por parte de um governo que não honra sequer o orçamento da UENF enviado polo próprio governo à, e aprovado pela, ALERJ. Orçamento que já nasce mutilado frente ao solicitado pelo CONSUNI e que vem diminuindo em números absolutos ano a ano.

 O problema do reajuste no valor das bolsas, não para valores nababescos mas para deixá-las iguais aos valores praticados pela UERJ!, é parte de um problema maior, que atinge a todos nós em todos os níveis. É o problema do próprio estrangulamento por que passa a UENF, que está inserido num contexto que envolve toda a dinâmica das forças políticas que disputam corações e mentes mundo afora. Como alertou o próprio Darcy Ribeiro “a crise na educação não é uma crise, mas um projeto”. Um projeto de sociedade neoliberal que vê nos serviços, educação inclusive, uma fonte de lucro e não alavanca do progresso e desenvolvimento. Por isso deve ser destruída uma Universidade que, pública e gratuita, apesar deste governo, consegue se projetar como alavanca do desenvolvimento social ao oferecer ensino de qualidade.

 O caminho para a destruição da Universidade pública já é conhecido, e foi aplicado com esmero e grande êxito, do ponto de vista neoliberal, no ensino médio: aviltamento dos salários e verbas insuficientes para a manutenção das condições mínimas de trabalho, como telefone, água, luz entre outras tantas contas atrasadas.

 Em paralelo, temos a criminalização dos movimentos sociais e a tentativa do governo do estado de introduzir o aparato repressivo estatal dentro da UENF, via o Programa Estadual de Integração na Segurança (PROEIS). Ora, senhoras e senhores abram os olhos! Se existe algum problema de segurança no campus é o problema de o orçamento da Universidade, que previa verbas para pagar aos terceirizados, não ser cumprido. Por um lado, o Estado corta a verba para a segurança e, por outro, oferece verba para contratar o aparelho repressor do próprio estado

O pior nessa história toda é notar que alguns colegas nossos não conseguem enxergar além das barricadas e veem nelas o problema. A manifestação dos Estudantes, por mais que possa ter causado transtornos momentâneos, faz parte da solução e não do problema. Se nós estamos cansados e desgastados depois de três meses de dura greve contra um governo que não está nem um pouco interessado em resolver os problemas da UENF, ao contrário, age para ampliá-los, isso é compreensível. Mas que nós neguemos apoio, ou pior, ameaçemos usar das nossas aulas como instrumento de repressão ao movimento estudantil, isso é inadmissível.

Por isso a ADUENF conclama a todos os colegas a apoiar e incentivar a luta dos estudantes em defesa da Universidade Pública, Gratuita e de Qualidade.

DIRETORIA DA ADUENF

GESTÃO 2013-2015

FONTE: http://aduenf.blogspot.com.br/2014/08/diretoria-da-aduenf-faz-declaracao.html

Estudante usa rede social para investigar as opiniões dos discentes da UENF sobre a Luta por Moradia Estudantil

Por Jéssica Matheus de Souza*

Esta pesquisa foi realizada visando estabelecer a situação causadora dos protestos estudantis, sendo que uma das reivindicações é auxílio-moradia, sendo justificada pela dificuldade dos alunos de arcar com suas despesas de estadia na cidade mesmo com o benefício das bolsas e cotas, o que causaria evasão. O questionário foi disponibilizado pela internet, contando com a participação de 226 alunos da UENF, e os resultados comprovam o que os estudantes já sabiam: existe grande disparidade entre as bolsas estudantis e os gastos arcados pelos alunos para se manter na faculdade.

A maioria dos estudantes vem de cidades distantes e, por isso, tem gastos como aluguel e outros itens, na grande maioria das vezes contando só com a quantia recebida na UENF. Entre os entrevistados, 78,7% afirmaram ter vindo de outra cidade para estudar. Sabe-se também que o valor atual tanto das cotas quanto o da bolsa de apoio acadêmico é de R$ 300,00, e as bolsas de IC, extensão e monitoria são remuneradas em R$ 420,00. Entre os alunos que responderam a pesquisa, 19,9% recebiam bolsa de apoio; 3,9% monitoria; 7,5% extensão; 33,3% IC, enquanto cotistas alcançaram 41,6%. Por mais que seja possível acumular a bolsa de cotas com uma das outras 3, somente 8,4% deles o fazem.

Em relação aos arranjos quanto à moradia, 19,9% moram com a família, 11,9% moram sozinhos, 7,5% moram com conhecidos e a grande maioria, 58,4% moram em repúblicas. Entre os estudantes que moram sozinhos, 40,7% pagam de R$ 500 a R$ 600 de aluguel. O total dessa despesa entre as repúblicas é em 51,5% dos casos entre R$ 600 e R$ 900, e em 23,5% é acima de R$ 900. O número médio de pessoas por república é de 3,6, e esses estudantes pagam cerca de R$ 315 pela sua parte no aluguel. Isso implica que para um cotista ou bolsista de apoio que mora atualmente em república, o que ele recebe ainda é menos que o aluguel, e essa não é sua única despesa, ele ainda precisa arcar com alimentação, transporte, farmácia e contas variadas.

Os gastos com alimentação também foram analisados. Os estudantes que moram sozinhos responderam que gastam em média R$ 292 com alimentação, contra R$ 233 gastos em média por cada pessoa que mora em república. Se se analisar a despesa a respeito de um morador de república e juntarmos o aluguel, soma-se R$ 548, uma quantia que um estudante que não recebe nada além de uma bolsa da UENF não conseguiria pagar. Ainda existe o fator que essas não são as únicas despesas, contas de luz, água, gás, transporte, internet e material de estudo aumentam ainda mais o valor total.

Por isso, para se manter, 8,4% dos entrevistados trabalham e 76,5% recebem auxílio da família. Como se sabe que por vezes os responsáveis não têm condição de contribuir, esses estudantes foram convidados a expressar o grau de dificuldade dessa ajuda, sendo 1 sem dificuldades e 10 extremamente difícil; a média foi 6,4, sendo que 50% deles deu de 7 a 10 em dificuldade.

Sobre a reivindicação dos estudantes de apoio em relação a moradia e em relação as formas de contribuição propostas pelos grevistas para a fixação do estudante na Universidade, 22,5% optaram pela construção de um alojamento, 66,3% preferiram auxílio moradia, e 6% optou por ‘outro’, sendo que parte deles queria os dois, assim ficaria por parte dos estudantes escolher um.

Os alunos foram perguntados sobre se apoiavam ou não a greve dos professores; 66% responderam que sim ou deveria durar o tempo que fosse necessário para que fossem cumpridas as reivindicações, 21,2% disseram que deveria durar pouco ou que já deveria ter acabado a fim de não prejudicar os estudantes, e apenas 6% se disse contra. Em relação a greve dos técnicos, esses números passam a ser 63,2%; 21,3% e 11%, respectivamente.

Por fim, os estudantes foram questionados sobre como eles avaliariam a atuação de certos órgãos da UENF, sendo que 0 representa completa ineficiência e 10 seria máxima eficiência. Quanto a reitoria, sua atuação quanto à defesa dos interesses e das necessidades e demandas dos estudantes, a média foi 2,5; em relação aos professores foi 3,5 e em prol dos técnicos a média foi 3,2. A atuação do DCE em relação aos interesses dos estudantes teve média 6,9; e da ADUENF em relação aos professores foi 7,1, ambas consideravelmente acima da reitoria.

Jéssica Matheus de Souza é estudante do curso de Ciências Sociais da UENF

Estudantes da UENF preparam ato no Rio de Janeiro em defesa dos 6% para as universidades estaduais

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Com mobilização é possível duplicar a verba para a UENF!

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro – ALERJ – aprovou no dia 23 de junho, uma emenda ao orçamento, que duplica a verba para as universidades estaduais do RJ (UENF, UERJ e UENZO). Essa votação só foi possível pelas mobilizações que estão ocorrendo, em especial a greve geral que ocorreu na UENF,

Essa é uma oportunidade histórica para nossa Universidade. Com essa verba é possível garantir um Restaurante Universitário de Qualidade, com três refeições por dia e gratuito; aumentar o valor das bolsas aos estudantes; garantir moradia estudantil; é também possível comprar ar-condicionado, bebedouros e realizar as reformas necessárias por todo o campus.
Além disso, é uma oportunidade para garantir as reivindicações dos docentes e dos técnico-administrativos.

Essa votação foi uma derrota ao maior inimigo da educação no Estado – o governador Pezão. O mesmo governo que atacou a Dedicação Exclusiva da UENF e que diminui ao longo dos anos o orçamento da universidade.

Não podemos confiar nesse governo, por isso, para conquistar essa vitória e duplicar o orçamento da UENF convocamos todos os estudantes para realizar um ato para exigir que o governador aprove a emenda. Temos que mobilizar toda a comunidade acadêmica da UENF para cobrarmos do governador, em frente ao Palácio Laranjeira, a efetivação dessa histórica reivindicação das universidades estaduais.

Saída ônibus gratuito da UENF para o ato no RJ!

Assinem a petição:

https://secure.avaaz.org/po/petition/Governador_do_Estado_do_Rio_de_Janeiro_Luiz_Fernando_Pezao_Aprove_emenda_que_destina_6_do_orcamento_para_as_Universidade/?mYeIgbb

Vamos à Luta , pela universidade pública, gratuita, de qualidade !!!!

FONTE: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=649530821802778&set=a.125190920903440.27138.100002375976430&type=1&theater

 

Braullio Fontes do DCE/UENF faz balanço da greve e convoca assembleia estudantil

No retorno às aulas na UENF na manhã desta segunda-feira, estive com o diretor geral do Diretório Central dos Estudantes (DCE) Apolônio de Carvalho que representa os estudantes da UENF. Ele aproveitou para fazer uma avaliação do movimento de greve dos estudantes, as questões que foram pautadas e as respostas que foram dadas pela reitoria da UENF e pela Secretaria de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro.  Braullio também aproveitou para convocar uma assembléia estudantil para a próxima 4a. feira (25/06).

Abaixo vai o depoimento dado pelo diretor geral do DCE/UENF