Diretoria da Aduenf repudia fake news implicando docentes da Uenf em grande apreensão de drogas

nota de repúdio

NOTA ADUENF DE REPÚDIO A FALSAS NOTÍCIAS VEICULADAS EM MÍDIA LOCAL

A ADUENF vem a público esclarecer que as últimas notícias veiculadas por mídias locais são inverídicas. A recente manchete “Professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) e outros 9 homens presos com 11 kg de droga em condomínio” é sensacionalista. A notícia faz referência a um indivíduo que teria se identificado como professor da UENF ao ser preso. Na verdade, trata-se de um ex-aluno da UENF. Os estragos são enormes e incalculáveis mesmo com a retificação da matéria. Sem qualquer comunicação com a Universidade para averiguar a veracidade dos fatos, a publicação compromete a imagem de uma instituição de ensino superior consolidada no Rio de Janeiro e decisiva no desenvolvimento da região norte fluminense. Nossa comunidade soma mais de 5000 alunos na graduação, 1555 alunos em pós graduação. Somos 300 docentes e aproximadamente 600 técnicos atuando em Campos dos Goytacazes, Macaé, Itaocara, São Fidelis, Itaperuna, Miracema, São Francisco, Bom Jesus de Itabapoana.

O ano de 2019 foi particularmente grave para as Universidades Públicas e para educação no Brasil. Mesmo assim, a Universidade Estadual do Norte Fluminense manteve sua excelência a observar indicadores recentes como Índice Geral de Cursos. Construir uma Universidade e manter ensino, pesquisa e extensão são desafios cotidianos a considerar as recentes crises vividas no Rio de Janeiro. As Universidades vêm enfrentando campanhas difamatórias diariamente. Sem nenhuma comprovação, somos atacados com falsas notícias cujo objetivo claro é cooperar para destruição do ensino público e de qualidade oferecido à população.

Repudiamos enquanto docentes e pesquisadores que manchetes como esta, comprometam publicamente a imagem de uma Universidade e sua comunidade, seus alunos, professores, técnicos e todos aqueles ligados a nossa instituição.

Diretoria da ADUENF

Gestão AVANÇAR NA LUTA

Campos dos Goytacazes, 14 de Dezembro de 2019

O Ururau Irado manda lembranças

gator

Bons tempos em que o “Ururau Irado” era o caçador de “jacarés” em textos alheios

Hoje tive a peculiar honra de ter um post deste blog citado em um blog hospedado em um veículo da mídia corporativa campista. Se eu bem entendi o que foi escrito para ser uma crítica, um erro datilográfico banal serviu para que meus vários diplomas fossem relativizados (sim, eu tenho três, e um deles sendo o de doutoramento em uma prestigiosa universidade dos EUA, a Virginia Polytechnic Institute and State University, a Virginia Tech), usando surpreendentemente um argumento levantado pelo ex-presidente Lula contra o ministro da Educação, Abraham Weintraub. Aliás, confesso que meu título de PhD pela Virginia Tech é, sem dúvida, o meu maior triunfo.

Pois bem, sou réu confesso em escrever textos que possuem erros pontuais, pois nem sempre paro para revisar o que posto. Aliás, já foram incontáveis as vezes em que leitores me enviaram mensagens notificando de algum “jacaré” em uma das minhas postagens.

Nunca tomo essas mensagens que sugerem correções negativamente, pois mostram que alguém leu o que escrevi e se importou o suficiente para meu enviar uma notícia de erro. E como errar é parte de qualquer empreendimento humano, eu sempre agradeço quem me envia estes pedidos de correção e envio o “jacaré” para outras paragens.

Como estou há mais de duas décadas em Campos dos Goytacazes e este blog existe por uma, não consigo deixar de sentir certo saudosismo dos tempos em que corria solto por nossa planície o blog  “Ururau Irado” que fez fama caçando erros básicos de português produzidos em uma determinada redação, ainda que não somente nela.

É que, confesso, eu teria enorme honra de ser corrigido pelo “Ururau Irado”, pois do seu mentor eu esperaria mais do que piadas mal enjambradas com o meu sobrenome.  Mas que mais esperar quando quem nos critica é um conhecido intelectual de orelhas de livros e nada mais?

Quanto ao elemento de evidente irritação em minha postagem anterior, só posso reafirmar o meu entusiasmo pelo aparecimento do “Fonte Exclusiva“. É que nutro a esperança de que seu surgimento tenha repercussões positivas sobre a qualidade do que se vende como jornalismo em nossa cidade.  A ver!

Nascimento de agência de checagem de “fake news” é uma novidade que perturba quem vive da produção delas

fake news
Iniciativa do Portal Viu!, agência de checagem vai dificultar a vida de quem vive de produzir e vender fake news no Norte e Noroeste Fluminense e na região dos Lagos

A alvissareira notícia publicada no Portal Viu! de que as regiões Norte e Noroeste Fluminense e dos Lagos tem a sua primeira agência de checagem de notícias denominada “Fonte Exclusiva“.  

Essa iniciativa pioneira deve ser recebida com entusiasmo por todos aqueles que estão comprometidos com a distribuição de informações jornalísticas qualificadas, pois será diminuído poder dos agentes de transmissão de notícias falsas ou tendenciosas que causam sérios danos à democracia brasileira, que ficaram muito bem demonstrados nas últimas eleições presidenciais, quando uma poderosa rede de “fake news” influenciou diretamente no resultado.

Obviamente sempre haverá quem se sinta incomodado com a existência de uma agência de checagem, começando por aqueles que produzem as “fake news” como forma de imposição de poder político e, não raramente, de obtenção de patrocínios e outros quetais. 

Como corretamente apontou na matéria de lançamento do “Fonte Exclusiva” o jornalista Douglas Fernandes, em cidades do interior existem veículos da mídia corporativa que funcionam como “indústrias de fake news”,  especializando-se em “fofoca e futrica”. Os donos desses veículos certamente se sentirão incomodados com o aparecimento de uma agência que cheque a qualidade e veracidade daquilo que é publicado como informação jornalística, mas que muitas vezes não passa de manjadas fake news.

Aliás, um dos primeiros sintomas de que algo apresentado como jornalismo é, na verdade, fake news são os repetidos ataques de caráter em que nomes são omitidos, mas deixados implícitos para que não haja a devida verificação da verdade pelo leitor. Esse caráter covarde de muitas “matérias jornalísticas” é o primeiro indicador de que estamos diante de uma fake news, muitas vezes produzidas por indivíduos que sequer possuem um mínimo de experiência profissional no jornalismo (oxalá um diploma de jornalista).

Mas é exatamente por essas reações antagônicas que a iniciativa do Portal Viu! deve ser saudada com entusiasmo. A partir dessa iniciativa, talvez, ninguém possa produzir fake news impunemente. Isto em um período politicamente tão difícil é sim motivo de felicitação. Longa vida à Fonte Exclusiva!

Máscaras que caem….

mascara

Vivemos tempos de “fake news” e de figuras que se alimentam delas, e  não raramente se escondem sob os perfis de outras pessoas nas redes sociais para disseminar seus ódios e frustrações, enquanto posam de democratas e se fazem de vítimas quando são confrontadas com suas verdadeiras facetas pessoais.

Entendo que essa é uma marca nova para o surgimento de falsas lideranças e que, muitas vezes, preferem o anonimato e os ataques inominados para tentar pescar incautos e arrastá-los para o pântano político onde operam com inteira liberdade.

Já estou na seara do debate público há muito tempo para perder tempo precioso com figuras secundárias cuja ascensão meteórica só é ultrapassada por uma queda tão ou mais rápida na vala do esquecimento para já onde foram tantos outros similares. É que cedo ou tarde a  máscara que essas figuras usam acabam caindo , e daí para o completo e obsequioso esquecimento é um pulo.

A questão é que debate franco se faz com quem tem coragem de bater e levar. Aos covardes resta sempre a lata de lixo da história.

Jair Bolsonaro lança fake news sobre ONGs para esconder seus êxitos na destruição da Amazônia

fogo amazoniaAmazônia: Bolsonaro disse que organizações não-governamentais podem estar por trás das queimadas na região

Uma coisa que considero no mínimo curiosa é a tentativa do presidente Jair Bolsonaro de abrir mão de reconhecer o maior êxito de seu governo até agora que é o desmantelamento do sistema de proteção ambiental no Brasil. Confrontado com o sucesso de suas políticas anti-ambientais no avanço devastador da franja do desmatamento na Amazônia, o presidente do Brasil saiu-se com uma estrondosa “fake news” para tentar se esquivar do que imagens de satélite, vídeos e fotografias estão mostrando o mundo.

É que Jair Bolsonaro declarou que as queimadas devastadoras que estão ocorrendo na Amazônia não são de responsabilidade de invasores de terras públicas e latifundiários despreocupados com o meio ambiente, mas sim de ativistas de organizações não governamentais de proteção ao meio ambiente.

Quando solicitado a oferecer provas materiais de uma acusação tão grave, o presidente saiu pela costumeira tangente, afirmando que coisas desse tipo não possuem planos escritos, o que dispensaria a ele o ônus do oferecimento da prova.

É provável que Jair Bolsonaro ache que suas falas possam ser suficientes para dotar o segmento da população brasileiro que o apoia cegamente, bem como para municiar as milicias digitais que espalham suas “fake news”.  Tal crença é compreensível, pois até agora esse tipo de tática vem funcionando de forma eficiente e sem grande contestação no plano interno do Brasil.

O que Jair Bolsonaro não está certamente levando em conta é que as imagens da devastação em curso em boa parte da Amazônia estão circulando rapidamente pelo planeta inteiro neste momento. E é aí que o bicho pega, pois as relações comerciais que o Brasil possui, principalmente com a União Europeia, estão diretamente sob a dependência de acordos firmados pelo próprio governo brasileiro com a proteção da Amazônia e do combate ao desmatamento desenfreado.

Em outras palavras, o uso do “estilo Chacrinha” de comunicação pode até ser suficiente no plano interno, mas dificilmente resolverá ou sumirá com as pressões por um boicote internacional aos produtos agrícolas brasileiros. E é nesse contexto mais amplo que essa acusação sem base real contra as ONGs ambientalistas vai acabar acelerando a tomada de medidas contra o Brasil por governos estrangeiros que já estão sob imensa pressão para agir em prol da proteção das florestas amazônicas.

 

Estudo da USP refuta alegação de Ricardo Salles sobre o dia que virou noite em São Paulo

queimada mais frente friaCinzas das queimadas da Amazônia fizeram o dia virar noite em São Paulo. Mas para o ministro Ricardo Salles, isso seria  notícia falsa

Até o mais quimicamente desinformado habitante da região metropolitana de São Paulo foi capaz de estabelecer rapidamente uma ligação entre o fenômeno que transformou o dia em noite na última segunda-feira às queimadas da Amazônia.  Rapidamente o improbo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles (do partido “Novo”) veio à público para negar de forma peremptória qualquer ligação entre os fatos, alegando que isso seria uma “notícia falsa“.

Pois bem, um problema para Ricardo Salles é que a nuvem negra virou chuva, o que possibilitou que pesquisadores do Instituto de Química da Universidade de São Paulo examinassem amostras da água que caiu sobre a capital paulista.  Entre os compostos detectados hidrocarbonetos que são excelentes marcadores de origem do material, o que confirmou cientificamente o que os paulistanos já sabiam. Segundo a professora e pesquisadora Pérola de Castro Vasconcellos, do Instituto de Química da USP, “entre os hidrocarbonetos encontrados está o reteno, que é um marcador de queimada.”

Água de chuva coletada na região metropolitana de São Paulo continham elementos químicos associados às queimadas na Amazônia.

Desta situação se depreendem duas constatações. A primeira é que temos diante de nós é o resultado direto do transporte de material particulado oriundo das queimadas que estão ocorrendo na Amazônia e no Centro Oeste. A segunda é que temos um mentiroso contumaz sentado na cadeira de ministro de Meio Ambiente, o qual não se nega a cumprir o papel deliberado de mentiroso para fazer prevalecer as políticas anti-ambientais do governo Bolsonaro.

O problema é saber como agir a partir dessas constatações, pois a situação que está se criando a partir do alastramento da franja de desmatamento (principalmente dentro de terras públicas da União, é preciso que se diga) possui implicações para além dos impactos regionais na Amazônia.  É que se for mantida a velocidade do desmatamento na Amazônia, os problemas que serão criados para o clima não apenas do centro sul brasileiro, mas de todo o planeta, serão imensos.  E nesse contexto, ter uma figura como Ricardo Salles como ministro do Meio Ambiente somente ampliará a catástrofe que nos espreita.

Reitoria emite comunicado à comunidade universitária após “visita” à minha sala na UENF

Informei neste blog de uma inspeção que ocorreu na minha sala de trabalho no campus da Universidade Estadual do Norte Fluminense por pessoas que se apresentaram como sendo membros da fiscalização do Tribunal Regional Eleitoral  (TRE) em Campos dos Goytacazes [1].  Os que leram a postagem onde informei de tal “inspeção” notaram que houve uma série de comentários por parte do Sr. Matheus Machado, que se apresentou como fiscal do próprio TRE,  negando que qualquer operação de fiscalização oficial tivesse ocorrido no meu local de trabalho, e que eu estarei propagando uma “fake news“.

Pois bem, dado a gravidade do ocorrido, já que agora está clara a hipótese de que quem inspecionou a minha sala não estavam realizando uma operação oficial do TRE,  o reitor da Uenf, Prof. Luís Passoni, divulgou um comunicado à toda comunidade universitária da Uenf indicando o procedimento que deverá ser adotado na ocorrência de visitas de pessoas que se apresentem como “fiscais eleitorais” (ver documento abaixo).

comunicado reitoria

Como já disse de forma repetida, não tenho como prática a produção de “fake news” e não teria porque começar agora. Desta forma, vou aguardar os procedimentos que a Uenf adotará para apurar o que de fato ocorreu no meu espaço de trabalho e quem foram os responsáveis pelo fato.

Mais informações sobre esta situação inusitada serão oferecidas assim que forem obtidas.


[1] https://blogdopedlowski.com/2018/10/19/fiscais-do-tre-inspecionaram-minha-sala-na-uenf-vao-agora-nas-igrejas-e-templos/

Mídia global dá ampla repercussão ao financiamento ilegal de campanha envolvendo Jair Bolsonaro

Enquanto a mídia corporativa brasileira está tentando dar uma de “leão da montanha” em relação à descoberta de um esquema ilegal de financiamento de campanha em benefício da usina de “fake news” que foi utilizada para atacar a campanha de Fernando Haddad por empresários simpáticos a Jair Bolsonaro, a mídia internacional não está poupando tinta nas manchetes.

A repercussão está sendo tão grande que o caso está ocupando o topo dos chamados “trendings topics” do Twitter em nível internacional, e ameaça pior ainda mais a já péssima imagem que Jair Bolsonaro possui nos países desenvolvidos.

Abaixo mostro as matérias publicadas pelo The New York Times e Washington Post (EUA), El País (Espanha), Guardian e Telegraph (Reino Unido) e Público (Portugal).

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E que ninguém se surpreenda se a repercussão continuar aumentando, pois estes foram apenas os primeiros a repercutir o escândalo do financiamento ilegal de campanha que foi revelado pelo jornal Folha de São Paulo.

Eleições 2018: Desenvolvimento acelerado da tecnologia dificultará o controle das fake news

Professor da FGV e especialista em inovação, Arthur Igreja analisa a relação entre novas ferramentas digitais e o aumento de alcance e velocidade de propagação de notícias falsas

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Na era da informação digital, a preocupação com as fake news, ou notícias falsas, cresce na mesma velocidade da tecnologia. Do domínio nas redes sociais à preocupação com a interferência nas eleições de 2018, o impacto na opinião pública é inegável. Para o professor da FGV e especialista em inovação Arthur Igreja, à medida em que o desenvolvimento avança, fica mais difícil controlar o problema, dado o surgimento de robôs cada vez mais inteligentes, que chegam mais longe em menos tempo.

Segundo ele, vivemos uma onda de desenvolvimento de algoritmos de inteligência artificial capazes de gerar fake news que pareçam aceitáveis, engajando humanos e aumentando o impacto. “Porém, grandes plataformas como Facebook e Google, até por uma questão de credibilidade do usuário e sustentabilidade do seu negócio, farão cada vez mais investimentos na direção contrária, criando algoritmos especializados em detectar fake news. Mas ainda está distante uma inversão considerável desta tendência”, explica.

Pesquisa desenvolvida pela empresa Pew Research indica que o ecossistema de notícias falsas ataca alguns dos instintos humanos mais profundos – a busca pelo sucesso e poder. Sendo assim, a proliferação de fake news continuará a degradar o ambiente de informações on-line na próxima década, já que os agentes manipuladores usarão novas ferramentas digitais para aumentar o alcance e a velocidade da propagação.

Para Igreja, as mídias digitais são os grandes propulsores das fake news já que, virtualmente, qualquer um torna-se voz ativa na rede. “Estamos em um estágio muito preliminar de revisão automática e filtros que sejam capazes de verificar notícias e posts ofensivos, por exemplo. A falta de curadoria das informações nas redes sociais dificulta em evitar notícias falsas”, completa.

Como identificar e combater fake news?

O especialista lista algumas dicas fundamentais para identificar e evitar a propagação de notícias falsas. Para ele, “por mais democrática que a internet seja, os menores índices de fake news são ainda encontrados nos jornais mais tradicionais exatamente porque vivem de credibilidade essencialmente”.

  • Verifique se a notícia foi veiculada em mais de uma fonte e fique atento aos sinais que podem gerar estranheza. Por exemplo, a notícia original foi postada em um domínio que não corresponde a um grande veículo jornalístico ou está em um blog de pouca repercussão.
  • A propagação de fake news ocorre com títulos que geram grande impacto e com viés sensacionalista.
  • O objetivo principal de quem espalha fake news é que mais pessoas façam o compartilhamento sem necessariamente ler e verificar a veracidade da informação.
  • Denunciar nas redes sociais, marcando a postagem como suspeita, é uma das principais formas de se combater as fake news. Facebook, Youtube e Instagram já possuem esse recurso.
  • Converse com amigos e familiares sobre a importância em se verificar a procedência das notícias recebidas em grupos de WhatsApp, por exemplo, ao invés de sair distribuindo qualquer tipo de informação.

Sobre Arthur Igreja

Masters em International Business pela Georgetown University (EUA), Masters of Business Administration pela ESADE (Espanha) e Mestrado Executivo em Gestão Empresarial pela FGV. Pós-MBA e MBA pela FGV. Certificações executivas em Harvard e Cambridge. Atuação profissional em mais de 25 países. Palestrante e investidor-anjo.

FONTE: Kbcomunicacao.com.br 

MBL reage a banimento do Facebook e decide criar sua própria rede social

O auto intitulado Movimento Brasil Livre (MBL) realizou hoje um micro comício na frenre da sede do Facebook para protestar contra de desativar 196 páginas e 87 contas que estariam sendo utilizadas para disseminar fake news e mensagens propugnando conteúdos que estimulam ódio e violência.

Diante do “sucesso” do micro ato, os líderes nacionais do MBL decidiram iniciar a criação de uma nova rede social para disseminar as suas ideias e valores, o Fakebook.

Abaixo o anúncio oficial do lançamento do Fakebook!

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