Privatização do estado, esse é a verdadeira razão da capitulação de Pezão a Meirelles

A mídia corporativa está dando ampla repercussão nesta 4a .feira (11/01) aos detalhes mais simplórios das tratativas entre o (des) governo Pezão e o futuro (des) governador “de facto” do Rio de Janeiro, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

As diferentes matérias publicadas se concentram nas supostas medidas amargas que serão tomadas contra, principalmente, os servidores públicos fluminenses que deverão amargar várias formas de punição salarial e previdenciária (ver reproduções parciais das principais matérias abaixo).

Mas me desculpem pela incredulidade em relação à efetividade de quaisquer medidas restritivas aos servidores públicos estaduais do Rio de Janeiro. É que faz muito tempo que eles estão entre os piores pagos do Brasil, e o estado tem sido o que menos dispende com salários em toda a federação brasileira em termos proporcionais.

O verdadeiro alvo desta capitulação desavergonhada do (des) governo Pezão frente aos ditames draconianas do ministro/banqueiro Henrique Meirelles é entregar porções ainda maiores do estado às corporações privadas, começando pela venda a preço de banana da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (CEDAE) que lembremos é uma empresa pública que gera lucros para os cofres estaduais!

E é interessante que apenas a Folha de São Paulo esteja apresentando o calcanhar de Aquiles dessa tratativa entre Pezão e Meirelles que é a necessidade da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovar a entrega dos cofres do Rio de Janeiro para Michel Temer e Henrique Meirelles operarem a seu bel prazer. E a matéria da Folha de São Paulo tem ainda a qualidade de revelar a fragilidade em que Pezão se encontra ao relatar que ele está pedindo 6 meses para aprovar a nova versão do seu pacote de Maldades na Alerj.

A pergunta que eu levanto e os jornalistas da Folha de Sâo Paulo não apresentaram é a seguinte: quem garante que Pezão ainda será o (des) governador do Rio de Janeiro em julho de 2017? Aliás, quem pode garantir que ele ainda não estará fazendo companhia a Sérgio Cabral no complexo prisional de Bangu mesmo antes que este prazo se expire? Aliás, se o Sr. Hudson Braga, que é amigo pessoal (ou pelo menos era) de Pezão, resolver fazer um acordo de delação premiada, o mais provável que a reunião dos dois principais artífices da derrocada financeira do Rio de Janeiro ocorra mais cedo do que tarde.

O central aqui, especialmente para os servidores públicos e seus sindicatos, é não se deixar distrair com manchetes que apenas tentam nos afastar do principal e concentrar energias na derrubada de Luiz Fernando Pezão. É que se ele ficar no poder e conseguir empurrar esse pacote para frente, o risco que corremos é de vermos ele próprio ou algum preposto à frente de empresas terceirizadas que controlarão porções ainda maiores do serviço público fluminense.

Eike Batista e Sérgio Cabral: uma amizade que precisa ser melhor investigada

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O jornal Folha de São Paulo publicou neste domingo (08/01) uma matéria assinada pelo jornalista Ítalo Nogueira sobre o uso dos jatinhos de Eike Batista pelo casal Sérgio Cabral Filho e Adriana Ancelmo no período entre 2009 e 2011 que alcançou o cabalístico número 13 (Aqui!).

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 A matéria informa que esse número de vôos é maior do que anteriormente conhecido e foi revelado pelo próprio Eike Batista aos procurados que estão a cargo da chamada Operação Calicute.

Em nota a assessoria do ex-bilionário (e aparentemente ex-amigo de Sérgio Cabral) Eike Batista), informou que ” à ocasião [dos empréstimos], o empresário não tinha contrato de prestação de serviço nem recebia pagamentos do Estado. Pelo contrário, usava recursos próprios para patrocinar atividades típicas do poder público, como as Olimpíadas, a implementação das UPPs, despoluição da Lagoa e auxílio a projetos culturais e sociais“.

A nota dos assessores Eike Batista esqueceu, ao que parece propositalmente, que nesse exato intervalo de tempo, o (des) governo Cabral manteve negócios diretos com o ex-bilionário, mais especificamente no processo de implantação do chamado Complexo Industrial-Portuário do Porto do Açu em São João da Barra. 

É que em 2010 quando o então (des) governador do Rio de Janeiro teria voado no jatinho de Eike Batista para ir a Nova York “tratar de negócios” como informou sua assessoria, Sérgio Cabral promulgou os Decretos 42.675 e 42.676 que desapropriaram terras pertencentes a pequenos agricultores do V Distrito de São João da Barra para supostamente implantar um distrito industrial e um corredor logístico que não saíram do papel até hoje cujo beneficiário direto era, sim ele mesmo, o ex-bilionário Eike Batista..

Aliás, essas desapropriações resultaram num negócio bastante questionável entre o (des) governo do Rio de Janeiro e o grupo de Eike Batista e que hoje são objeto de uma disputa judicial que corre sob segredo de justiça  (Aqui!).

Em suma, se a amizade de Eike Batista e Sérgio Cabral for estudada a fundo, é provável que se descubra mais coisas do que um número anteriormente de voos garantidos na base do 0800.  A ver!

 

Onde será que Pezão irá curtir as suas festas de fim de ano: Mangaratiba ou Nova York?

Recentemente repercuti a informação de que o (des) governador Luiz Fernando Pezão teve as despesas pagas pelo hoje aprisionado ex(des) governador Sérgio Cabral para passar as festas de fim de ano no resort Hotel PortoBello (Aqui!).

Agora, com o seu mentor preso no Complexo de Bangu, é provável que o (des) governador Pezão prefira escolher outras paragens para curtir as festas do Reveillon de 2016.

Por outro lado, como as turbulências causadas pelo calote imposto a cerca de 200 mil servidores estaduais, o mais provável é que Pezão e sua família evitem lugares públicos, ou até que rumem para outras paragens fora do Brasil. Há inclusive quem diga que ele já viajou para os Estados Unidos da América, deixando a bomba na mão dos seus (des) secretários.

E isso nos leva à seguinte questão: para onde afinal deverá ir o (des) governador Pezão para curtir suas festas de final de ano, Mangaratiba ou Nova York?

Independente da resposta acerca do destino de Pezão nas festas deste final de ano, o certo é que em 2017 a vida dele não será nada fácil.

 

República de Mangaratiba: uma imagem que dispensa maiores explicações

A imagem abaixo, retirada de uma matéria do jornal O GLOBO, mostra os ocupantes (atuais ou passados) das diferentes mansões que existem no chamado Resort PortoBello, condomínio de alto luxo localizado em Mangaratiba (RJ). 

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Ao examinar a relação entre os ocupantes e os negócios que ocorreram na última década no estado do Rio de Janeiro fica mais fácil entender como chegamos à situação desesperadora que nos encontramos no momento.

Essa imagem que revela a existência da “República de Mangaratiba” demonstra uma vez por todas que os responsáveis pelo colapso das contas estaduais não foram servidores, pensionistas e aposentados ou, tampouco, os segmentos mais pobres da população do Rio de Janeiro que agora estão completamente à deriva.

Desapropriações do Porto do Açu: Revista Veja sinaliza que dívida bilionária poderá ficar com Eike Batista

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No dia 10 de Setembro de 2015 repercuti neste blog uma matéria publicada pelo jornal O DIÁRIO sobre uma ação popular impetrada contra a  venda das terras desapropriadas no V Distrito de São João da Barra para a LL(X) do ex-bilionário Eike Batista pela bagatela de R$ 37,5 milhões  (Aqui!).

Desde então a Ação Popular vem trilhando os caminhos lentos da justiça fluminense, enquanto os atingidos pelas desapropriações do Porto do Açu continuam sem ver a cor de um centavo sequer pelas terras que lhes foram tomadas pelo (des) governo Sérgio Cabral e passadas em suaves prestações para Eike Batista que posteriormente as vendeu para o fundo de private equity EIG Global Partners que hoje controla o Porto do Açu.

Pois bem, num sinal que talvez estejamos nos aproximando de um desfecho dessa verdadeira venda “de pai para filho”, o jornalista Maurício Lima do blog “Radar Online” da revista Veja publicou uma nota sobre este caso indicando que o custo final desse negócio poderá cair nas mãos falidas de Eike Batista (Aqui!).

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Como Eike Batista dificilmente terá esse dinheiro para ressarcir os agricultores que tiveram suas terras produtivas tomadas apenas para vê-las transformadas num latifúndio improdutivo, eu fico imaginando o que ainda falta para as desapropriações serem anuladas e as terras retornadas aos seus legítimos donos.

Aliás, com a crise financeira que hoje assola o Rio de Janeiro está mais do que evidente que não será a Companhia de Desenvolvimento Industrial (CODIN) que resolver esse angu de caroço.   Mais uma razão para se exigir a anulação dos decretos de desapropriação assinados pelo hoje hóspede de Bangu, o ex- (des) governador Sérgio Cabral.

 

RJ: servidores precisam sair do desespero para a indign(ação)

O jornal EXTRA publicou hoje uma matéria onde relata as condições indignas que o (des) governo Pezão colocou muitos servidores públicos do Rio de Janeiro que estão vivendo um completo desespero pela incapacidade de pagar suas contas e até de adquirir alimentos para suas famílias, ptecisando assim de doações para tocar suas vidas de forma altamente precária. Em função disso, o Natal de 2017 está sendo rotulado de “Natal da miséria” (Aqui!).

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Enquanto os servidores padecem com a aplicação de um inacreditável processo de parcelamento de salários que lhes entregará minguados R$ 370,00 do salário de Novembro até o Natal da miséria, ficamos sabendo por uma matéria assinada pelo jornalista Ruben Berta e publicada pelo  O GLOBO que o  (des) governador Luiz Fernando Pezão teve suas despesas no Resort Hotel PortoBello pagas pelo seu mentor político e agora prisioneiro do Complexo de Bangu, o ex (des) governador Sérgio Cabral Filho, nas festas de final de ano entre 2009 e 2012 (Aqui!).

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Como hoje se tornou conhecimento público como Sérgio Cabral obtinha fortunas com propinas, fica demonstrado que as bocas livres do (des) governador Pezão são uma indignidade a mais, não apenas contra os servidores públicos, mas contra toda a população do Rio de Janeiro.

Diante de tantas indignidades que agora emergem e que comprovam as causas da crise financeira que assola o Rio de Janeiro é que me parece ser urgente que os servidores saiam da condição de desespero para uma de completa indignação com o que lhes está sendo imposto por um (des) governo que perdeu todas as condições de legitimidade para continuar existindo.

Mas para que haja uma reação ativa contra o desmanche do estado e da culpabilização oportunista das vítimas é preciso que mais servidores se tornem agentes da transformação que precisamos ter.  E, sim, que os sindicatos e associações que representam o funcionalismo deixem de tratar a situação de forma corporativa e partam para colocar em xeque não apenas o (des) governo Pezão mas, principalmente, a sua política de privatização total da coisa pública.

 

Parcelamento de salários é apenas a antessala da privatização total do Rio de Janeiro

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Quase metade dos servidores públicos do estado do Rio de Janeiro amanheceu com o gosto amargo na boca causado por parcelamento esdrúxulo dos salários do mês de Novembro (notem que eu disse Novembro!).  A maioria dos que tiveram seus salários parcelados já estão com dívidas que consumirão rapidamente cada uma das nove parcelas quando elas pingarem em suas contas bancárias. Em contrapartida, a alegria entre os banqueiros é total, pois servidor com salário parcelado rima com cidadão individado.

Um componente dessa situação dramática é o Supremo Tribunal Federal (STF), na pessoa do ministro José Antonio Dias Tóffoli, que concedeu uma liminar impedindo o arresto de contas do estado do Rio de Janeiro para fins de pagamento de salários. É importante lembrar que se o arresto estivesse sendo permitido é quase certo que quase um milhão de pessoas não estariam entrando no período natalino em meio a profundas dificuldades financeiras. Então, Dias Tóffoli é um nome a ser sempre lembrado e nunca esquecido.

Mas o que falar de personagens como o (des) governador Luiz Fernando Pezão e o (des) secretário Gustavo Barbosa? A Pezão cabe a co-autoria do naufrágio das finanças estaduais, pois ele sempre foi um parceiro estratégico nas políticas implantadas por Sérgio Cabral Filho. Já Gustavo Barbosa, depois de quebrar o RioPrevidência com a desastrosa Operação Delaware, assumiu o lugar de Júlio Bueno na secretária de Fazenda e aprofundou o percurso desastroso que seu antecessor tão bem lapidou. 

Por outro lado, esqueçamos os personagens e nos concentremos na obra. O que está sendo preparado com o parcelamento de salários é um ataque de proporções colossais ao funcionamento da máquina pública no estado do Rio de Janeiro. Além de congelamento de salários, demissão de servidores e cassação de direitos duramente adquiridos, o que vem pela frente é a tomada de porções inteiras da coisa pública pelas corporações, muitas das quais envolvidas no processo de corrupção que afundou o Rio de Janeiro no lamaçal em que se encontra.

Aos servidores que se encontram na linha de frente da resistência é importante não esquecer o aspecto estratégico do que está vindo junto com o atraso e o parcelamento de salários. Do contrário, vamos nos concentrar apenas na armadilha na qual querem nos colocar. Ainda que seja compreensível que haja angústia e apreensão já que dinheiro não nasce em árvore, não podemos esquecer do que realmente está em jogo.

Me parece que é chegada a hora de se sair do varejo das demandas salariais para o atacado que é representado pela demanda de imediata cassação dos mandatos de Luiz Fernando Pezão e Francisco Dornelles, e que seja seguida por um auditoria pública e independente das finanças estaduais. Sem isso, continuaremos sendo desrespeitados por um (des) governo que claramente não governa para a população, mas sim para as corporações.

Com a palavra os sindicatos e movimentos que representam os servidores do Rio de Janeiro!

Sentindo o clima ruim, Jorge Picciani devolve pacote para Pezão e empurra confronto com servidores para 2017

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Segundo o que informou no início da tarde desta 6a. feira a jornalista Berenice Seara, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), deputado Jorge Picciani (PMDB), decidiu retornar as medidas mais duras contra os servidores públicos para o (des) governador Luiz Fernando Pezão (Aqui!).

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Quem conhece minimamente a forma de agir de Jorge Picciani já sabe que esta devolução não se deve a nenhum tipo de simpatia com os servidores públicos. É que ao longo de todos os seus diversos mandatos, Picciani só agiu para avançar o processo de privatização do Estado, sendo inclusive um beneficiário indireto da farra fiscal iniciada por Sérgio Cabral e continuada por Pezão.

As razões básicas para este retorno são essencialmente duas. A primeira é que o desgaste do (des) governo Pezão é tamanho que nem sua própria base dentro da Alerj está disposta a arcar com o ônus do desgaste que a aprovação do pacote de Maldades vai acarretar. A segunda e essencial para entendermos o que levou Picciani a devolver o pacote para Pezão é o fato de queo (des) governo do Rio de Janeiro está negociando um alívio da dívida estadual com o governo “de facto” de Michel Temer com regras ainda mais lesivas aos interesses dos servidores públicos. Assim,  Picciani irá deixar todo o ônus político dos inevitáveis conflitos que ocorrerão no colo do (des) governador Pezão.

Há ainda que se lembrar que existe um movimento crescente dentro da Alerj para que se faça o impeachment de Luiz Fernando Pezão. E eu desconfio que esse movimento se tornará irreversível após a assinatura de Pezão no acordo com a União para protelar o pagamento da dívida pública. Depois disso Pezão se tornará descartável, permitindo algum tipo de manobra que o deponha e com ele levando para casa o ônus dos ataques que serão feitos aos servidores estaduais.

Por isso tudo é essencial que os servidores e seus sindicatos e associações não se distraiam com o retorno do pacote para as mãos de Pezão. E, sim, que se preparem bem para os dutos embates que virão em 2017.

 

RJ: Gastos bilionários com propaganda dos (des) governos Cabral/Pezão explicam silêncio da mídia corporativa

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A tabela abaixo mostra gastos de mais de R$ 1,6 bilhão em publicidade pelo (des) governos Cabral/Pezão entre 2007 e 2016.

Note-se que em 2016, apesar de toda a crise, ainda foram gastos quase R$ 28 milhões em propaganda em apenas duas agências de publicidade.

Com tanto dinheiro rolando não é de se surpreender que a mídia corporativa não tivesse vontade de denunciar os malfeitos que estavam acontecendo na administração esdual.

Valeu mais do que nunca a máxima de que “A verba é o verbo!”

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E depois ainda aparecem membros do (des) governo Pezão para dizer que a culpa da crise financeira em que o Rio de Janeiro foi imerso é dos servidores!

Delator da Odebrecht complica ainda situação do (des) governador Pezão

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A situação do (des) governador Luiz Fernando Pezão já andava boa em meio à profunda crise financeira e política em que está engolfado o estado do Rio de Janeiro. Mas o que já andava ruim, agora parece ter tomado uma guinada para o péssimo.

É que segundo informa a coluna Radar Online da revista Veja, Luiz Fernando Pezão é um dos políticos atingidos pela delação do ex-diretor da construtora Odebrecht, Leandro Andrade Azevedo (Aqui!). É que segundo Azevedo, a campanha de Pezão para a sua eleição para (des) governador do Rio de Janeiro teria sido abastecida com R$ 23,6 milhões em dinheiro e por 800 mil euros numa conta bancária localizada em instituição financeira no exterior.

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A delação de Leandro Azevedo parece vir acompanhada de detalhes de uma relação preferencial entre Pezão e a Odebrecht, envolvendo reuniões no Palácio Guanabara e na própria residência do atual (des) governador do Rio de Janeiro.  Pior ainda são os detalhes de como a proximidade entre Pezão e a Odebrecht teriam sido iniciados pelo seu padrinho político, o agora aprisionado ex (des) governador Sérgio Cabral.

Ainda que Pezão não seja o único político enrolado no emaranhado de delações que estão surgindo do interior da Odebrecht, o momento para que seu nome seja envolvido nessas denúncias é particularmente ruim. É que em meio ao tiroteio das delações da Odebrecht, o (des) governo do Rio de Janeiro está tentando aprovar uma série de medidas que atingem duramente os servidores e aposentados, e os setores mais pobres da população do Rio de Janeiro. O surgimento dessa denúncia certamente será um complicador no meio das negociações que certamente estavam ocorrendo dentro da bancada de apoio dentro da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Aliás, a dificuldade de aprovar o seu pacote de Maldades (como o conjunto de medidas foi alcunhado pelos servidores) pode ser apenas o menor dos problemas que Pezão terá de enfrentar.