Rio de Janeiro: o estado onde está proibido até morrer

No clássico “É proibido, proibir” Caetano Veloso cantava que dizia não ao não. Pois bem, a partir da matéria disponibilizada pelo jornal O DIA que nos dá conta que trabalhadores terceirizados cansados de trabalhar sem receber estão compreensivelmente paralisando ou diminuindo a oferta de serviços públicos diversos órgãos estaduais (Aqui!).

O Dia terceirizados

O problema é que entre estes órgãos se encontra o Instituto Médico Legal (IML)! Em outras palavras fomos literalmente transformados numa Sucupira real, onde os cemitérios vão ficar esperando pelos mortos, já que não se enterra ninguém antes que se passe pelo IML.  

Enquanto isso, o (des) secretário de Fazenda, Júlio Bueno, continua com a mesma ladainha de que está “concentrando esforços para reunir os recursos que garantam a realização dos pagamentos o mais rápido possível. De acordo com o órgão, os pagamentos ainda não foram realizados porque a prioridade do governo do estado é o pagamento dos salários de todos os servidores ativos, inativos e pensionistas.

O maior paradoxo é que se privatizou boa parte dos órgãos públicos para enriquecer os donos das OSs e empresas particulares, e agora que a coisa apertou o que se vê é a dura realidade da precarização da vida dos servidores terceirizados e dos serviços que eles prestam à população fluminense.

E não esqueçam que enquanto deixa servidores terceirizados e concursados na maior pindaíba, o (des) governador Pezão e Júlio Bueno continuam dando isenções fiscais milionárias para as fabricantes de cerveja como a Ambev e Cervejaria Petrópolis.

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