
A esperada bomba atômica que era esperada para hoje foi efetivamente lançada pelo Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente “de facto” Michel Temer foi efetivamente lançada, mas uma leitura preliminar do documento aponta que os piores temores do PMDB foram confirmados.
É que a denúncia de Rodrigo Janot não ficou apenas circunscrita a Michel Temer e o hoje deputado suplente Rodrigo Rocha Loures, mas atinge figuras de proa do ministério de “notáveis” que tomou o poder, digamos, de assalto após o impeachment da presidente Dilma Rousseff. A denúncia aponta para o envolvimento direto de Wellington Moreira Franco e Eliseu Padilha, dois dos ministros mais poderosos de Temer.
Entre os crimes arrolados por Janot se encontram a prática de crime de corrupção
em coautoria, o que segundo o procurador geral impediu a separação das responsabilidades.
Um dos pontos mais espinhosos que aparecem na denúncia se refere à aludida ligação de Michel Temer com a Rodrimar S/A Transportes, Equipamentos e Armazéns Gerais e do malfadado “decreto dos portos” que beneficiaria diretamente a empresa com forte atuação no Porto de Santos (SP).
Dada a magnitude da denúncia e dos nomes arrolados por Rodrigo Janot, é bem provável que a volatilidade política aumente no Brasil nas próximas horas e dias, o que poderá ainda ser agravado se a greve geral marcada para o dia 30/06 tiver um alcance semelhante à anterior.
Para os interessados, o completo teor da denúncia pode ser acessado Aqui!
não é por nada, mas esse povo aí tem uma cara de mau…
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