O grave equívoco de não se precificar o risco de caos social

O jornal Folha de São Paulo traz na sua edição deste domingo uma entrevista com a economista de recorte neoliberal Eduarda La Rocque onde ela faz uma série de considerações sobre a situação em que o Brasil e o Rio de Janeiro se encontram [1].

Por sua visão que pode ser definida como de apoio crítico às políticas neoliberais (se isso é mesmo uma possibilidade analítica tenho lá minhas dúvidas).  Entre as que fazem total sentido, mas que estão sendo solenemente ignoradas nos diferentes níveis de governo (do poder ao municipal) é de que  as elites brasileiras não estão precificando o risco de caos social.

risco social

E caminhando todos os dias pelas ruas de Campos dos Goytacazes e conversando com as pessoas que estão nas esquinas tentando se virar como dá, penso que este risco está crescendo a cada dia que passa no quais se fecha um restaurante popular em detrimento de gastos com propaganda e manutenção de um aeroporto aberto.


[1] http://m.folha.uol.com.br/mercado/2017/09/1919150-a-elite-nao-esta-precificando-o-risco-de-caos-social-diz-ex-banqueira.shtml

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