“Cadeia Velha” expõe relações umbilicais entre Gustavo Tutuca e Jorge Picciani

convenção

 

A operação “Cadeia Velha” que faz balançar as estruturas de controle do PMDB dentro da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) trouxe revelações que não ganharam o mesmo tipo de exposição que as denúncias em torno do suposto pagamento de propinas à tróika formada pelos deputados Jorge Picciani,  Paulo Melo e Edson Albertassi.

Graças às apurações da Polícia Federal também pudemos verificar como se deu a operacionalização da natimorta Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que foi criada pelo deputado estadual e atual (des) secretário de Ciência e Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Social, Gustavo Tutuca (PMDB).

É que em diálogo tornado público pelo Ministério Público Federal, o escopo da natimorta CPI das universidades estaduais foi acertado entre Jorge Picciani e Gustavo Tutuca para evitar que a mesma se voltasse contra o (des) governo Pezão que não vem cumprindo as determinações constitucionais relacionadas ao financiamento da Educação e impondo um severo torniquete financeiro que vem inviabilizando o funcionamento das universidades estaduais e escolas da rede Faetec.

Vejamos abaixo a íntegra do diálogo entre Jorge Picciani e Gustavo Tutuca sobre a CPI das universidades estaduais.

tutuca picciani

Vivêssemos numa sociedade onde os políticos tivessem um mínimo de pudor, o dublê de secretário e deputado estadual Gustavo Tutuca já teria pegado suas trouxas na secretaria que não comanda e voltado para o conforto do seu gabinete na Alerj. É que, convenhamos, depois da liberação desse diálogo ele perdeu o pouco de trânsito que possuía nas universidades, mesmo nas reitorias onde a capacidade de flexão na coluna vertebral é maior.

Mas não, como vivemos no Rio de Janeiro dominado pelo PMDB, Gustavo Tutuca vai continuar fazendo cara de paisagem na Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Social (SECTIDS), enquanto as universidades estaduais e escolas da rede Faetec afundam no caos.

Pelo menos agora sabemos um pouco mais de como Gustavo Tutuca opera, razão pela qual ele é indispensável ao grupo que tomou de assalto o Palácio Guanabara e que segundo o Ministério Público Federal não parou por ali.

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