
Ex-capitão do Bope, Adriano da Nóbrega, e as armas que teriam sido apreendidas em seu poder no momento da sua morte.
A notícia mais importante do dia deste domingo é sem dúvida alguma a morte do ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da PMERJ, Adriano da Nóbrega Silva. Um detalhe no mínimo curioso acerca da morte de Nóbrega é que o agora falecido ex-capitão tinha a estranha certeza de que nunca seria preso, mas que morreria assassinado dentro ou fora de uma prisão, no que poderia se constituir em uma “queima de arquivo“. Pelo menos isso é o que está dizendo o advogado Paulo Emílio Catta Preta, o último a representar o agora falecido ex-capitão do Bope.
Uma pergunta que não para de gritar para ser respondida é a seguinte: quem Adriano da Nóbrega acreditava estar interessado em torná-lo uma “queima de arquivo”?
Mais importante ainda seria perguntar se Nóbrega teria tido uma espécie de premonição sobre o futuro que o aguardava, ou tudo não passaria de uma coincidência.
um ex-capitão do bope usava espingardas velhas e enferrujadas?
na apresentação posterior elas estão limpas e reluzentes.
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Estranho seria a palavra?
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