Boas vindas ao Diário da Pandemia, um blog a ser lido (e temido)

diário

Depois de um interregno, eis que uma das mentes mais inquietas que já deitaram pés sobre a planície goitacá volta a publicar um blog. Falo aqui do Douglas da Mata que já deu vida, entre outros, ao blog “Planície Lamacenta”,  mas que agora volta a nos brindar com seus textos sem instigantes agora a partir do “Diário da Pandemia“.

Há quem veja na forma de escrever do Douglas da Mata algo de exageros estilísticos desnecessários que, por vezes, pecam por ataques excessivos e virulentos. Aliás, esse estilo já lhe custou vários supostos amigos, os quais hoje talvez prefiram cruzar para o outro da lado em vez de fingir um cumprimento educado.

De minha parte, considero que o final do “Planície Lamacenta” terminou empobrecendo uma esfera de debates e, pior, em um momento que exige que os escribas sejam autênticos e fiéis às suas formas de interpretar o mundo, por mais que possam gerar desconfortos. Por isso mesmo, vejo o surgimento do “Diário da Pandemia” como algo auspicioso para uma blogosfera que curiosamente entrou em quase completa dormência, como se uma moda tivesse se exaurido.

Alguém mais cínico ou ingênuo (ou os dois) vai achar que as minhas boas vindas ao “Diário da Pandemia” se deve ao fato de haver algum tipo de garantia de que eu mesmo não serei alvo da mão pesada do Douglas da Mata.  Na verdade eu conto com o contrário, pois com isso me manterei minimamente afiado (sem ter a pretensão de alcançar o nível de agudeza que o Douglas da Mata consegue alcançar) nos embates que certamente nos esperam, começando por um eleição municipal em que se pretende impor a lógica de que a única lógica possível é o do arrocho sobre os mais pobres em nome de uma suposta saúde fiscal que só beneficia os que vivem da especulação financeira e dos gastos perdulários que ela garante.

Por isso, longa vida ao Diário da Pandemia. Eu só espero que o Douglas demore bastante a se sentir enfado com a tarefa de ser o escriba que nos mantém em posição de contrição intelectual.

2 pensamentos sobre “Boas vindas ao Diário da Pandemia, um blog a ser lido (e temido)

  1. Douglas Barreto da Mata disse:

    “Gratidão verdadeira nunca deve gerar condescendência” (por Douglas da Mata), hahahahaha

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