Jair Bolsonaro, amarelou e foi assistir ao debate no sofá via o NETFLIX

Munido de um daqueles atestados médicos para lá de convenientes, o deputado federal Jair Bolsonaro evadiu o último dos debates presidenciais do 1o. turno.  E depois de arranjar forças para dar uma entrevista à TV Record comandada pelo bispo Edir Macedo, ele foi sentar no sofá e assistir o debate via o NETFLIX (ver imagem abaixo).

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O ar zombateiro que Bolsonaro mostra na imagem acima é típica daqueles que nutrem profundo desprezo pela democracia. Mas nem todo o sorriso do mundo vai esconder um fato inequívoco: ele amarelou!

É que Bolsonaro claramente não é bobo, e não iria arriscar expor suas conhecidas limitações justamente num momento decisivo da campanha que ele só pode vencer se acabar no primeiro turno.

E lembremos que esse candidato que descansa em sofá esplêndido tem um programa de governo que deverá regredir as relações entre capital e trabalho no Brasil para antes da década de 1930 quando nem ainda se havia instalado o Estado Novo.

Aos trabalhadores que ainda não entenderam a mensagem escondida por detrás do discurso anti-corrupção, há que se lembrar que a dupla Bolsonaro/Mourão pretende acabar com o 13o. salário, com o adicional de férias, com a estabilidade dos servidores públicos, e privatizar o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o que ainda resta de público na Petrobras.

Por isso, é fundamental que ele seja derrotado tanto em sua agenda de contrarreforma trabalhista, como em sua clara propensão para a implantação de um modelo particularmente autoritário no Brasil.

Abre o olho trabalhador! Vice de Bolsonaro volta a criticar o 13o. salário!

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Apesar de mãozinha dada pelos resultados da última pesquisa do Ibope. o General Hamilton Mourão parece não ter muita noção dos riscos que sua campanha ainda corre em meio a uma situação extremamente polarizada. É que se tivesse um mínimo de juizo, ele não voltaria a atacar o 13o. salário a menos de 5 dias do primeiro turno das eleições presidenciais [1].

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O trabalhador brasileiro que estiver pensando em votar na chapa Bolsonaro/Mourão movido pela oposição à corrupção, deveria é se preocupar com o passe livre que estará dando para quem quer acabar com um direito que foi duramente conquistado graças à luta de gerações passadas da classe trabalhadora.

Mas se votar e depois tiver cassado este direito que movimenta a economia brasileira todo final de ano, esse trabalhador só terá a si para culpar. Pois nem reclamar de que foi enganado por políticos poderá, pois Hamilton Mourão está contando o que lhe incomoda e que deverá ser um dos alvos do aprofundamento da reforma trabalhista de Michel Temer.


[1] https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/10/vice-de-bolsonaro-volta-a-criticar-13o-e-diz-que-com-ele-todos-saimos-prejudicados.shtml

Hamilton Mourão, o vice indigesto, gera furor no Twitter com suas declarações contra os trabalhadores

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Falas do vice Mourão contra direitos trabalhistas geram 187 mil tuítes, aponta FGV DAPP

Falas de general Mourão sobre 13º e férias remuneradas foram responsáveis por cerca de 18% do debate sobre presidenciável do PSL no período; apoiadores do deputado foram ao Twitter pedir que Bolsonaro impedisse novas declarações polêmicas do vice e do economista Paulo Guedes

As declarações contra direitos trabalhistas previstos na Constituição dadas pelo general Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro, repercutiram intensamente no debate sobre Bolsonaro desde o começo da tarde desta quinta-feira (27). Das 14h de quinta até as 13h desta sexta (28), de um total de 1,01 milhão de referências ao deputado federal no Twitter, 187,3 mil (18,7%) abordaram a fala de Mourão crítica ao 13º salário, ao pagamento de adicional de férias aos trabalhadores e outros benefícios trabalhistas. Foi um dos principais picos de repercussão econômica na discussão eleitoral sobre Bolsonaro desde o início da campanha.

Até as 23h de quinta, as menções ao assunto tiveram volume de menções médio de 14 mil tuítes por hora, com ampla visão negativa sobre a fala, principalmente a partir do impacto que poderia gerar na campanha de Bolsonaro. Tal repercussão crítica ocorreu, inclusive, entre apoiadores do deputado, que foram ao Twitter pedir que Bolsonaro impedisse novas declarações polêmicas, também com referências ao economista Paulo Guedes.

Alguns perfis, no entanto, endossaram a opinião de Mourão, com críticas ao que chamaram de “manipulação da imprensa” e mesmo ao próprio Bolsonaro, por entenderem que a leitura do general acompanha princípios associados à redução do Estado e ao estímulo à classe empresarial. Por isso, mostraram-se contrários à manutenção dos direitos criticados por Mourão e traçaram comparativos com, por exemplo, o sistema de remuneração nos Estados Unidos — ao questionar o 13º salário e o adicional de férias, o vice de Bolsonaro os havia chamado de “jabuticabas”, porque só existem no Brasil.

Paulo Guedes e escolha de Mourão como vice em xeque

Dentro do debate sobre os comentários de Mourão, o principal subtema foi a crítica ao 13º salário, respondendo por 52,7 mil tuítes, com majoritário sentimento negativo. Já a opinião sobre as férias remuneradas dos trabalhadores respondeu por 33,8 mil postagens. O economista Paulo Guedes, que este mês também fez comentários polêmicos e rejeitados pelo próprio Bolsonaro, foi citado em 8,7 mil tuítes, em especial por conta da proposta de recriação da CPMF.

Outro tópico relembrado na web foi a defesa, por Mourão, de uma constituinte elaborada por “notáveis”, sem a necessária atuação de parlamentares eleitos. Esse debate foi mobilizado por tuíte de Bolsonaro com críticas ao próprio vice, no qual defendeu o direito constitucional ao 13º salário e definiu como “ofensa” criticá-lo. A repercussão direta do posicionamento do candidato gerou 16,8 mil publicações.

À esquerda e entre influenciadores, outro ponto de debate foi a posição do general como “principal adversário” de Bolsonaro na campanha, junto a Guedes. Perfis de humor, de atores políticos e de celebridades afirmaram, com acentuada ironia, que Mourão rotineiramente consegue fazer “estragos” contra Bolsonaro que nenhum adversário político se aproxima de obter ao atacá-lo. Cerca de 900 publicações, inclusive, lembram que outros nomes ficaram próximos de integrar a chapa presidencial, como a advogada Janaina Paschoal, o príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança e o astronauta Marcos Pontes. Afirmam que, com qualquer outra escolha, o desgaste seria menor que o provocado por Mourão.

FONTE: Insight Comunicação

 

Em ato de sincericídio, vice de Bolsonaro indica intenção de acabar com o 13o. salário e o adicional de férias

Em matéria publicada pela Revista Veja somos informados de mais algumas pérolas que se pretende implementar numa eventual vitória da chapa formada por Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão.  Segundo nos informa, o jornalista João Pedroso de Campos , em uma palestra realizada na Câmara de Dirigentes Lojistas de Uruguaiana (RS), o general da reserva apontou como os principais alvos de uma futura reforma trabalhista o 13o. salário e o adicional de férias que seriam “jabuticabas” que só existem no Brasil [1].

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Eu não sei bem o que anda acontecendo com o General Mourão no Rio Grande do Sul, mas esse tipo de revelação das intenções da chapa que ele forma com Jair Bolsonaro beira o que se pode chamar de “sincericídio”. 

O problema é que se as audiências para quem ele anda revelando as reais intenções das políticas que seriam executadas em seu governo adoram ouvir este tipo de absurdo,  para a classe trabalhadora brasileira estes são retrocessos inaceitáveis.

É que aquilo que está sendo chamado de “jabuticaba” pelo general da reserva (que recebe salários bem acima da média dos trabalhadores brasileiros) são itens fundamentais para que as pessoas possam equilibrar suas contas ao longo de um ano de trabalho. 

E como já disse para um amigo que tinha um estabelecimento comercial e reclamava de pagar esses direitos trabalhistas aos seus empregados, a saída para cessar esses pagamentos é bem simples: que se eleve o valor dos salários pagos no Brasil.  Mas isso não parece ser uma prioridade para o pessoal da chapa liderada por Jair Bolsonaro.

Aliás, há que se agradecer ao general Mourão por toda a sua sinceridade. É que ela ajudará muitos eleitores indecisos a  escolherem de forma mais esclarecida quem deverá ser o próximo presidente do Brasil. Valeu general!


[1] https://veja.abril.com.br/economia/vice-de-bolsonaro-diz-ser-contra-pagamento-de-13o-salario/

Lava Jato RJ se aproxima do (des) governador Pezão após delator revelar “mesada” com direito a 13o. e bônus de 2 milhões

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Que a Lava Jato RJ já tinha seus olhos (e ouvidos) depositados sobre o (des) governador Luiz Fernando Pezão não é nenhuma novidade. Mas as recentes revelações publicadas por vários veículos da mídia corporativa dão conta que os problemas do político que saiu do anonimato completo de Piraí dão conta conta que agora a coisa pode ter engrossado de vez.

É que entre as revelações está uma “simplória” mesada de R$ 150 mil mensais durante o período em que era o vice (des) governador Do Rio de Janeiro, quantia que também vinha acompanhada com uma espécie de 13o. da propina, que vinham ainda acompanhada de dois bônus de R$ 1 milhão casa [1].

Mas não bastasse o aparecimento destas cifras por meio da delação do amigo do peito do ex(des) -governador Sérgio Cabral, Carlos Miranda,  Pezão também foi atingido pela delação do aparentemente ex-grande amigo e ex-(des) secretário estadual de Obras, Hudson Braga. No caso de Braga (ou Braguinha nos círculos mais íntimos), a “mesada” do (des) governador Pezão seria de R$ 100 mil [2]! Somente a junção dessas denúncias colocariam nas mãos do (des) governador Pezão algo em torno de R$ 250 mil mensais, além de outros mimos como a reforma de sua casa em Piraí.

Além das benesses pessoais, as delações de Carlos Miranda e Hudson Braga colocam mais problemas no colo do (des) governador Pezão na medida em que aparecem detalhes sobre a compra de apoios políticos a potenciais adversários como o senador Romário e o ex-deputado Índio da Costa. Curiosamente estes dois últimos apareciam até recentemente como potenciais candidatos a substituírem Pezão no assento que ainda ocupa no Palácio Guanabara. 

Há que se lembrar que pelo menos outro delator já havia indicado que o (des) governador  Luiz Fernando Pezão tinha recebido benesses ilegais dentro do esquema criminoso montado por Sérgio Cabral. Falo aqui da delação do operador financeiro Edimar Moreira Mendes. Entretanto, neste caso, a denúncia acabou não afetando de forma mais concreta a Pezão que pode assim continuar fazendo acordos com o governo “de facto” de Michel Temer, incluindo o famigerado Regime de Recuperação Fiscal (RRF).

Entretanto,  as delações combinadas de Carlos Miranda e Hudson Braga certamente terão um impacto maior, ainda que não se saiba quando exatamente a bomba cairá sobre a cabeça de Pezão. Agora que ele deve saber que é um homem jurado pela Lava Jato RJ, isso deve. É que Pezão pode ser tudo, menos ingênuo.

Por último, quero notar como deve ser doce a vida de quem tem propina com direito até a 13o. É que milhares de servidores estaduais do Rio de Janeiro passaram os últimos 2 anos comendo o pão que o diabo amassou sob a alegação de que havia uma crise causada sabe-se lá por quem, inclusive ficando a maioria sem o seu 13o. salário. Agora, aparece essa novidade pela boca de um delator, provando que a crise no Rio de Janeiro é seletiva, mas muito seletiva mesmo.


[1] http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/04/pezao-recebia-mesada-de-r-150-mil-no-governo-cabral-diz-delator.html

[2] https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/04/delacao-de-braco-direito-de-pezao-atinge-governador-cabral-e-pre-candidatos.shtml

Anaferj expõe cronologia de mentiras do (des) governo Pezão

Intervenção apenas na segurança é um escárnio! É como dizer que o governador não tem mais capacidade para um setor, mas mantém administração aceitável no restante de suas atribuições.

Links:

https://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/secretario-de-fazenda-do-rj-diz-que-venda-da-cedae-sera-garantia-para-regularizar-salario-dos-servidores.ghtml

https://extra.globo.com/emprego/servidores-publicos/pezao-volta-atras-diz-que-so-vai-pagar-servidores-se-derrubar-liminar-que-impede-venda-da-cedae-22214674.html

https://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/integrantes-do-governo-estao-otimistas-em-quitar-13-dos-servidores-ainda-em-janeiro-22279856.html

https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/emprestimo-de-r-2-bi-e-liberado-e-governo-do-rj-diz-que-tenta-pagar-servidores-ainda-nesta-quarta.ghtml

https://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/pezao-mantem-esperanca-de-colocar-salarios-dos-servidores-em-dia-ate-fim-de-fevereiro-22326332.html

https://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/pezao-adia-mais-uma-vez-prazo-para-pagar-restante-do-13-ate-final-de-marco-22411533.html

https://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/pezao-da-novo-prazo-para-pagar-restante-do-13-salario-primeiros-15-dias-de-marco-22380214.html

 FONTE: http://anaferj.blogspot.com.br/2018/02/cronologia-da-mentira.html

(Des) governo Pezão continua humilhando os servidores

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Quando finalmente terminar, o (des) governo Pezão deverá marcar uma das páginas mais obscuras de qualquer administração que um dia sentou pé no Palácio Guanabara, E olha que tivemos administrações que a imensa maioria dos fluminenses sequer consegue lembrar do nome do governador. 

Uma marca do (des) governo Pezão é a total disposição para humilhar os servidores públicos estaduais, começando pelo achincalhamento com que trata a questão básica do pagamento dos salários. Nesse quesito, o (des) governo Pezão é insuperável no nível de desrespeito e zombaria.

Vejam abaixo uma publicação saída da coluna do Servidor do jornal “O DIA” em referência ao pagamento do 13o. salário de 2017 a 167.111 servidores ativos, aposentados e pensionista [1].

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Não creio que seja preciso lembrar que o (des) governador Pezão havia se comprometido a quitar o 13o. salário de todos os servidores em janeiro, depois passou para fevereiro, e agora aventa a possibilidade de que isto ocorra ainda na primeira quinzena de março. 

O escárnio é amplo, geral e irrestrito.

Agora duas questões que precisam ser lembradas. A primeira é que a nota não informa qual seria a fonte de recursos que permitirá o (des) governo Pezão quitar as muitas dívidas que possui com os servidores do executivo.  Já sabemos que não poderá ser com recursos oriundos da Operação Delaware II porque isto foi vetado pelo presidente “de facto” Michel Temer.  A segunda, e mais importante, é sobre quando será rompido o silêncio sepulcral que caracteriza a ação dos sindicatos e associações que dizem representar os servidores neste início de 2018.

As respostas a estas duas perguntas certamente deverão embalar o pós-Carnaval dos servidores públicos do Rio de Janeiro, já que no dia 16 de Fevereiro está também prometido o pagamento dos salários de janeiro. 

Finalmente, há que se lembrar que o Rio de Janeiro está momentaneamente dispensado de pagar suas dívidas com o governo federal por causa da adesão feita pelo (des) governo Pezão ao famigerado Regime de Recuperação Fiscal (RRF).  Com isso, os atrasos salários já deveriam ter cessado. Entretanto, como teremos em 2018 teremos eleição é bem possível que boa parte dos recursos não entregues como pagamento da dívida pública esteja sendo desviada para projetos que viabilizem candidaturas a deputado de membros do (des) governo Pezão. Um exemplo disso pode ser visto na presença do (des) secretário da Casa Civil, Christino Áureo  que participou da entrega das chaves do DPO DPO de Glicério, na Região Serrana de Macaé-RJ [2], oportunidade em que anunciou investimentos da ordem de R$ 11 bilhões na área da segurança.

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Como Christino Áureo, outros membros desse (des) governo Pezão deverão aparecer com suas “obras” de último minuto para tentar garantir os votos necessários para permanecer na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e, quiçá,  no secretariado do futuro governador.

Enquanto isso, os servidores continuam abandonados no deserto, muitos sem sequer podendo comprar remédios e comida. 


[1] https://odia.ig.com.br/2018/02/economia/5512372-decimo-terceiro-na-conta-em-marco.html

[2] https://www.portalviu.com.br/cidades/estado-investe-r-11-bi-em-seguranca-diz-christino/