Comando de Greve da Aduenf envia documento ao (des) governador Pezão requerendo audiência

55044-aduenf2bgreve

O Comando de Greve dos professores da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) enviou no início da tarde desta 6a. feira uma correspondência ao (des) governador Luiz Fernando Pezão para comunicar o início da greve por tempo indeterminado determinada pela assembleia realizada no dia de ontem (03/08) [Aqui! ].

A correspondência aponta ainda para uma série de particularidades existentes na Uenf que torna a falta de pagamento dos salários dos professores ainda mais grave. O principal aspecto levantado é de que por cumprir contratos em regime de Dedicação Exclusiva, todos os professores da universidade estão impedidos de possuírem outras fontes de vencimento. Em outras palavras,  o fato de se dedicarem integralmente à Uenf, os professores agora sofrem o ônus de trabalharem sem sua única fonte de renda!

Interessante notar que em meio ao caos criado nas universidades estaduais, o (des) governador Luiz Fernando Pezão enviou para a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), o qual foi rapidamente aprovado e promulgado, para a retomada da farra de isenções fiscais que já custaram aos cofres estaduais mais de R$ 200 bilhões entre 2007 e 2016.  Em outras palavras, a crise que vive o Rio de Janeiro é seletiva, mas muito seletiva mesmo!

Felizmente agora os professores das três universidades estaduais decidiram partir para um processo de explicitação dessa seletividade ao se recusarem a continuar mantendo as universidades abertas sem que sequer seus salários sejam pagos.

Greve na UENF: Comando dos professores envia documento ao governador para requer audiência

noticia urgente

O Comando de Greve  da Associação de Docentes da Universidade Estadual do Norte Fluminense (ADUENF) enviou na tarde desta 6a. feira (04/08) um ofício ao governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, informando sobre a deflagração do movimento paredista causado pelo atraso no pagamento dos salários de Maio e Junho e do 13o.salário de 2017 (ver  abaixo reprodução digital da correspondência).


O documento solicita que o governador do Rio de Janeiro realize uma audiência com o Comando de Greve da ADUENF para que se chegue a uma solução para o impasse criado pela falta do pagamento dos salários. No documento ainda há uma menção ao fato de que os professores da Uenf são uma das poucas categorias do serviço público estadual que cumprem contratos no regime de Dedicação Exclusiva, o que torna a falta de pagamento dos salários um problema ainda mais grave, visto que os mesmos estão assim legalmente impedidos de possuírem outras fontes de vencimentos.

A mesma correspondência foi enviada para o reitor da Uenf, Luís Passoni, e para os secretários de Fazenda, Gustavo Barbosa, e o de Ciência e Tecnologia, Gustavo Tutuca.

FONTE: https://aduenf.blogspot.com.br/2017/08/greve-na-uenf-comando-dos-professores.html

Aduenf convoca assembleia que poderá deflagar greve para combater projeto de destruição do (des) governo Pezão

A Associação de Docentes da Universidade Estadual do Norte Fluminense (ADUENF) convocou uma assembleia para a próxima 5a. feira (03/08) para discutir o reinício ou não das atividades acadêmicas (ver cartaz abaixo).

aduenf convocação

Mas esta é um assembleia que não deverá se restringir à discussão acerca da oportunidade de se reiniciar as aulas em meio à ausência de pagamento de salários e bolsas, bem como da inexistência de verbas de custeio que possa manter a Uenf funcionando. 

Essa deverá ser uma assembleia que lançará os marcos de um processo ativo de resistência contra o projeto de destruição que está sendo aplicado pelo (des) governo Pezão nas três universidades estaduais fluminenses (Uenf, Uerj e Uezo) e nas escolas técnicas estaduais ligadas à rede Faetec.

O fato é que se os membros do (des) governo Pezão acham que vão aplicar este projeto hediondo sem a devida resistência, eles estão cometendo um enorme erro.

Em meio à crise aguda, Faetec suspende início das aula

Tão ou mais atingidas do que as universidades estaduais, as escolas ligadas à Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) tiveram um primeiro semestre extremamente totalmente difícil.

Agora, com a ausência de servidores terceirizados, inexistência de verbas de custeio e servidores com salários atrasados desde Maio, a direção superior da Faetec decidiu suspender o reinício das aulas que estava programado para ocorrer na próxima segunda-feira (31/07) [ver ofício abaixo assinado pelo Sr. Alfredo Boente, diretor de Educação Superior da Faetec].

faetec adiada

A suspensão é inicialmente de uma semana, provavelmente para que se procurem soluções paliativas que permitam a direção superior da Faetec pressionar os diretores das diferentes unidades a retomarem o calendário letivo no dia 01 de Agosto.

Por outro lado, a suspensão do reinício das aulas nas unidades da Faetec deverá ser seguido também pelas três universidades estaduais (Uenf, Uerj e Uezo) onde a situação é igualmente catastrófica em todos os sentidos.

Agora, a pergunta que não quer calar: tendo o governo federal suspendido os bloqueios das contas estaduais e o Rio de Janeiro já não precisando mais pagar suas dívidas com a União, qual será a razão que está impedindo que o (des) governo Pezão normalize salários e repasses de custeios das universidades e escolas técnicas? A resposta para esta charada deve estar na lista de pagamentos feitos para Organizações Sociais (OSs) e demais empresas prestadoras de serviços terceirizados do estado do Rio de Janeiro.

É que não se ouve dos donos destas empresas o mesmo tipo de alarme que está partindo da Faetec neste momento. Como essa gente não costuma aceitar ficar sem receber calada, é bem possível que as escolas técnicas e universidades continuem fora da lista de prioridades do (des) governo Pezão.

Notícias da Aduenf: ADUENF convoca todos para a resistência contra o projeto de destruição do governo do Rio de Janeiro

Às vésperas do seu 24o. aniversário, a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) corre sério perigo de ser inviabilizada por uma política deliberada de destruição por parte do governo liderado pelo Sr. Luiz Fernando Pezão.

É que além de quase 4 meses de salários e bolsas em atraso, a Uenf continua sem qualquer verba de custeio. Essa ação do parte do governo do Rio de Janeiro tem como objetivo deliberado causar apatia frente a um processo que visa claramente privatizar uma das melhores universidades públicas brasileiras.

Mas é preciso que se frise que esse processo de precarização do ensino superior público fluminense não se retringe à Uenf, atingindo também a Uerj e a Uezo, como a rede de escolas técnicas da Faetec.

A diretoria da Aduenf entende que é preciso reagir a este processo de desintegração das universidades estaduais e das escolas técnicas públicas do Rio de Janeiro, e convoca todos a se unirem na defesa desse patrimônio que pertence à todo o povo do Rio de Janeiro.

Abaixo um vídeo produzido pela Aduenf para disseminar essa mensagem de resistência.

 

FONTE: https://aduenf.blogspot.com.br/2017/07/aduenf-convoca-resistencia-contra-o.html

Servidores, pensionistas e aposentados discriminados pelo (des) governo Pezão lançam carta pública de denúncia à população fluminense

CARTA ABERTA À POPULAÇÃO FLUMINENSE

Os Servidores ativos, aposentados e pensionistas do Estado do Rio de Janeiro declaram à população:

O governador Luiz Fernando Pezão (ex-aluno de escolas públicas de Piraí), junto com seus secretários, escolheram contar ao povo que não há como quitar os salários. Escolheu mentir à população! E mais do que isto: ao invés de procurar por saídas, escolheu pagar alguns… dividiu uma luta que é de toda sociedade, escolheu deixar Universidades como a UERJ, a UENF, a UEZO, agonizando! Agonizando segue a saúde, sucateada com equipamentos sem manutenção e hospitais fechando ou reduzindo o número de leitos!

O Estado escolheu deixar hospitais como o Pedro Ernesto morrerem aos poucos… Mas o governador, não vai fazer seu tratamento em hospitais públicos, não é mesmo? Vai para um Spa em Penedo, que também é um “centro de saúde”, que custa a bagatela de 11 mil reais por semana. Também é escolha deste Executivo, deixar sem as condições de funcionamento CECIERJ, FAETEC e matar também a CULTURA, não investindo em Ciência e Tecnologia.

E por último, nos causa revolta ver que este governo escolhe deixar milhares de SERVIDORES sem ter como arcar com suas despesas depois de terem honrado cada dia de suas vidas como funcionários públicos. NÓS SERVIDORES, ESTAMOS COM NOSSOS SALÁRIOS ATRASADOS E SEM DÉCIMO TERCEIRO DE 2016!

ATIVOS, APOSENTADOS E PENSIONISTAS ESTÃO À MINGUA, LUTANDO POR DIGNIDADE!

E para o Judiciário? Ah… para o Judiciário, isto é um “MERO ABORRECIMENTO”. Mas seus salários, estão em dia!

Junte-se a nós e escolha lutar por um funcionalismo forte, que tenha dignidade para viver, trabalhar e atender a população com o respeito que ela merece! Diga não à privatização da Saúde e da Educação Pública!!!

“OS SEM SALÁRIOS DO ESTADO”
UERJ – UENF – UEZO – CECIERJ – FAETEC – FAPERJ – CULTURA – SAÚDE – APOSENTADOS E PENSIONISTAS.

Servidores da Uenf e da Faetec de novo nas ruas de Campos para denunciar (des) governo Pezão

Participei na manhã desta 5a. feira (13/07) de mais uma manifestação organizada pelos sindicatos que representam os servidores e professores da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) e das escolas ligadas à Faetec na região da Pelinca em Campos dos Goytacazes para denunciar o projeto de destruição do (des) governo Pezão (ver imagens abaixo).

Este slideshow necessita de JavaScript.

Dois aspectos que merecem ser notados sobre esta manifestação foram a disposição dos servidores de enfrentar a chuva para continuar informando a população sobre os problemas que afetam não apenas o pagamento de salários, mas também a própria existência da Uenf e das escolas da Faetec com a crônica falta de repasse de verbas para custear o funcionamento dessas importantes instituições de ensino.

O segundo aspecto, e altamente lamentável, foram os depoimentos dados por aposentados do serviço estadual que se dirigiam aos participantes da manifestação para contar da sua indignação com o tratamento que lhes está sendo dispensado pelo (des) governo Pezão após décadas de serviços prestados ao Rio de Janeiro. Entre as principais dificuldades narradas está a falta de dinheiro para a compra de remédios!

Um detalhe a ser comentado foi a denúncia feita contra os deputados estaduais Geraldo Pudim (PMDB),  Gil Vianna (PSB) e João Peixoto (PSDC) que consistentemente têm votado contra os servidores estaduais e se omitido completamente na defesa da Uenf e das escolas da Faetec.  

Uma coisa que ficou bem explícita nessa atividade é que há um forte apoio para os servidores por parte da população, o que ficou claro pela saudação com buzinas e o pedido de materiais informativos por parte do pedestres. 

Esse apoio serviu para motivar ainda mais os servidores que estavam presentes na manifestação a continuar realizando ações nas ruas de Campos dos Goytacazes, de forma a aumentar ainda mais o apoio da população à luta que está sendo realizada pelo pagamento de salários e financiamento da Uenf e da Faetec.

Notícias da ADUENF dá informe sobre visita de dirigentes do ANDES-sindicato nacional ao campus da UENF

Informe da Diretoria da ADUENF sobre visita de dirigentes do ANDES-SN à UENF e participação em atividade na UERJ

visita andes

A diretoria da ADUENF considera que foi exitosa a vinda da diretoria do ANDES a UENF no dia de ontem (10/05). Em primeiro lugar esta visita serviu para aprofundar o conhecimento do ANDES-SN quanto à gravidade da situação imposta pelo governo do Rio de Janeiro às universidades estaduais, Faetec e Cecierj.  Em segundo lugar, a reunião também possibilitou um debate sobre o cotidiano de vivências no quadro de uma crise que se intensifica a cada dia com o não pagamento de salários.

E por último, a reunião serviu para encaminhar a articulação de uma luta conjunta entre as comunidades universitárias da UENF, UERJ e UEZO para derrotar o projeto de destruição comandado pelo governador Luiz Fernando Pezão contra o ensino superior estadual.

A diretoria da ADUENF aproveita para informar que nesta sexta-feira (12/05) ocorrerá na UERJ Campos Maracanã um painel sobre a crise das Universidades Estaduais. Este painel ocorrerá a partir 14 horas no 1º. Andar, auditório 11.  Para viabilizar a presença da UENF nesta importante atividade de organização da luta contra o projeto de desmanche das universidades estaduais, uma van sairá da sede ADUENF às 7:30.  Em função disso, solicitamos que os interessados entrem em contato com a secretaria da ADUENF para fornecerem seus nomes e dados pessoais.

Unidos somos mais fortes!

DIRETORIA DA ADUENF

Gestão Resistência  & Luta

FONTE: http://aduenf.blogspot.com.br/2017/05/informe-da-diretoria-da-aduenf-sobre.html

Terceirização e superexploração do trabalhador: o sonho da CNI já é realidade no RJ

Há poucos dias o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade,  ganhou as manchetes dos principais veículos da mídia corporativa ao propor num encontro com o presidente interino Michel Temer o aumento da jornada semanal de trabalho para 80 horas para os trabalhadores brasileiros  (Aqui!).

Ao ver seu nome associado à uma saudade em relação aos tempos em que a escravidão era legal no Brasil, a CNI rapidamente emitiu um communiqué deixando o dito pelo não dito. É que, provavelmente, o honorável presidente da CNI falou em voz alta o que ainda está sendo negociando nos bastidores, o que representa uma tremenda bola fora.

Mas se estivesse mais familiarizado com o que está sendo praticado pelo (des) governo do Rio de Janeiro, o presidente da CNI ainda poderia ter se safado dizendo que pelo menos na iniciativa os salários auferidos pelos trabalhadores em regime de 80 horas seriam pagos, ao contrário do que ocorre no serviço público terceirizado no estado do Rio de Janeiro, por exemplo.

Para quem ninguém ache que há um exagero de minha parte, o fato é que um número indefinido de trabalhadores terceirizados que trabalham em órgãos públicos estaduais do Rio de Janeiro se encontram neste momento com vários meses de atraso em salários, auxílios e adicionais definidos em lei. Em alguns casos, centenas de trabalhadores após ficarem meses sem receber acabaram sendo demitidos sumariamente e com a indicação de que deveriam procurar seus direitos na justiça.

No caso específico de apenas uma secretaria estadual, a de Ciência e Tecnologia, que é responsável pelo sistema FAETEC e pelas universidades estaduais, os casos são múltiplos. O mais emblemático deles foi a demissão de 500 trabalhadores terceirizados contratados pela empresa CONSTRUIR, do ramo da limpeza e conservação, que prestavam serviços na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e que foram colocados na rua  com sete meses de salário atrasado e sem o pagamento da 2ª parcela do 13ºde 2015 (Aqui!).

Ainda que não esteja ocorrendo demissões em massa, os servidores terceirizados que prestam serviços de segurança na Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) estão com três meses de salários atrasados e também não receberam seus auxílios e adicionais, enquanto os que atuam na área da limpeza e conservação apenas os salários estão sendo pagos.

O que mais me impressiona é que descumprimento das obrigações trabalhistas com os servidores terceirizados é, na maioria das vezes, aceito com extrema naturalidade. E, pior, quando alguém se levanta para defendê-los, a reação não é de simpatia. Que o digam os estudantes da Faetec que “ousaram” colocar a questão do pagamento dos salários atrasados dos terceirizados como uma pré-condição para desocuparem as escolas em que estavam  (Aqui!).

Mas e o ministério público e outros órgãos de fiscalização dos direitos dos trabalhadores? Desses tampouco parece haver o mesmo senso de urgência que se abate sobre os servidores terceirizados que dependem diretamente dos seus salários para sobreviver. Como resultado, os terceirizados ficam relegados a esforços localizados de apoio, mas que não resolvem o essencial que seria o pagamento dos salários devidos.

Algo que sempre me deixa curioso é o seguinte: onde estão localizadas e quem são os donos dessas empresas terceirizadas que estão desrespeitando, impunemente, os direitos de seus empregados? Como podem essas empresas continuar operando dentro do serviço público sem que honrem as obrigações com seus empregados? 

Por essas e outras é que eu digo que a terceirização de serviços é a principal ferramenta da superexploração dos trabalhadores, já que nem o pagamento dos salários frequentemente é feito. E voltando ao presidente da CNI e sua declaração polêmica da jornada de 80 horas, o perigo é ele querer que a “fórmula fluminense” se torne o modelo a ser seguido em todo o território brasileiro.

(Des) governo do Rio de Janeiro quer demitir concursados, enquanto paga super salários a cedidos

Nos últimos dias temos sido inundados com informações falaciosas de que, para conter a crise financeira do estado, o (des) governo do Rio de Janeiro vai apelar para a demissão de servidores concursados e para cortes de até 30% dos salários dos que sobreviverem ao machado demissionário.

Pois bem, melhor fariam os (des) secretários privatistas se começassem a cortar na própria carne, iniciando por servidores cedidos de outras esferas de governo e de empresas estatais. Pelo menos é que se depreende com os documentos que estão sendo circulados (ver abaixo) por servidores da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) e que mostram que o engenheiro Wagner Granja Victer, que preside aquela fundação depois de passar um tempo cedido pela PETROBRAS na CEDAE,  custa uma bagatela mensal aos cofres estaduais.

Os documentos estão disponíveis para serem baixados (Aqui!)

Ao se verificar os dois documentos podemos verificar que a cessão que a PETROBRAS faz do Sr. Wagner Victer ao estado do Rio de Janeiro, para que ele ocupe a presidência da Faetec, custa algo que gira em torno de R$ 70 mil mensais!

Na imagem da esquerda, há um lembrete da PETROBRAS aos que pagarão o boleto que vencerá em 12/06/2016 que essa cobrança remete ao pagamento do Sr. Wagner Granja Victer referente ao mês de Março de 2016! Em outras palavras, o presidente da Faetec está com seus salários em dia, já que é pago diretamente a PETROBRAS, enquanto que milhares de servidores da fundação que ele preside ficam  na situação angustiante de não saber quando receberão o seu minguado salário, pois dependem de pessoas como ele para terem o pagamento feito pelo (des) governo do Rio de Janeiro.

Terceirizados da FAETEC também estão sem salários

A prática vergonhosa e ilegal de deixar trabalhadores terceirizados sem seus salários está se tornando uma marca registrada do (des) governo Pezão. Abaixo duas imagens vindas do Pólo da Faetec em Quintino Bocaiuva, bairro localizado na zona norte da cidade do Rio de Janeiro e quem tem o ex-jogador Arthur Antunes Coimbra, o Zico, como um dos seus filhos mais ilustres.

Esse desrespeito aos direitos básicos dos trabalhadores terceirizados está disseminado em todo o aparelho estatal no Rio de Janeiro.

O mais aviltante é que, enquanto atraso salários de estatutários e terceirizados, o (des) governador Luiz Fernando Pezão continua distribuindo bilhões de reais de dinheiro público, na forma de isenções fiscais, a alguns dos principais doadores de campanha, como no caso da Cervejaria Petrópolis.