A guerra de aparências entre o (des) governo Pezão e Jorge Picciani visa apenas manter os servidores imobilizados

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Jorge Picciani e Luiz Fernando Pezão, um depende do outro para garantir sua sobrevivência política.

O dia de ontem (22/06) foi marcado por dois fatos que aparentemente sinalizam um conflito dentro das hostes dirigentes do PMDB fluminense. De um lado, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Jorge Picciani, deu entrevista e enviou correspondência eletrônica no sentido de apontar que ou o governo “de facto” de Michel Temer fornece condições de sobrevivência financeira ao Rio de Janeiro ou só restará o impeachment do (des) governador Pezão ou uma intervenção federal. Por sua vez, o (des) governador Pezão em uma reunião de “enxugar gelo” com dirigentes do Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (Muspe), além de refutar parcialmente as críticas de Picciani também apontou para o óbvio que é a possibilidade de que não chegue ao final de seu mandato (Aqui! e Aqui!).

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Já fui perguntado sobre o significado dessa aparente guerra entre o (des) governador e o presidente do Legislativo e a minha resposta foi de que se houver algum tipo de disputa real  ela se dá no tocante apenas à velocidade e profundidade do processo de privatização do serviço público fluminense e do consequente ataque ao servidores públicos estaduais. 

Obviamente a fragilidade do (des) governador Pezão no campo jurídico e policial também contribui para isso, mas não é a causa essencial do ataque de Jorge Picciani. Aliás, nada mais parece orquestrado entre as diferentes alas (des) governistas do que colocar Picciani como protagonista de uma oposição de fachada a Pezão, num momento em que ficam fatos tão desabonadores têm emergido contra ele.

Outra coisa que precisa ser melhor entendida é a afirmação do (des) governador Pezão de que não sabe se fica no cargo até o fim do seu mandato.  Neste quesito é preciso lembrar que existem sinalizações que ele pretende concorrer ao Senado Federal, o que implicaria a entrega do cargo que ocupa neste momento. Assim, é preciso olhar essa afirmação de que forma mais ampla para que não se caia na ilusão de que Pezão finalmente reconheceu sua fragilidade extrema.

É importante notar que a reunião entre o (des) governador Pezão e dirigentes do Muspe serviu apenas de palanque para ele, sem qualquer efeito prático para o conjunto do funcionalismo estadual, mas especialmente para os mais de 200 mil servidores que ainda aguardam o pagamento da totalidade do mês de Abril.  Mas alguém esperaria que o resultado fosse diferente? É que essas reuniões dentro de quatro paredes são tudo o que (des) governantes acuados como Pezão querem. É que a única coisa que eles realmente temem é a ação organizada dos sindicatos ocupando as ruas. Qualquer coisa diferente é transformada em espaço de legitimação das políticas de destruição do serviço público.  

Finalmente, há que se lembrar que a única guerra que realmente existe entre Pezão e Jorge Picciani é contra os servidores públicos e a população que depende de seus serviços. Simples assim.

(Des) governo Pezão dá 700 bofetadas na cara de 208 mil servidores

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Não há outra caracterização a ser dada à promessa de pagamento de parte dos salários devidos a mais de 208 mil servidores estaduais referentes ao mês de Abril pelo (des) governo Pezão:  700 bofetadas.

É que a estas alturas do campeonato  há muita gente passando graves necessidades após o atraso de três salários, inclusive com a realização de despejos por donos de imóveis menos compreensivos.  Mas o processo de desumanização ao que os servidores estão sendo submetidos resulta na incapacidade de muitos de adquirir alimentos e remédios, o que remonta a um grave atentado aos direitos humanos, e não mais simplesmente aos trabalhistas.

Enquanto isto, os dirigentes do legislativo e do judiciário assistem a este verdadeiro massacre de forma impávida, o que se configura num verdadeiro passe livre para o (des) governador Pezão continue com sua agenda de desmanche do serviço público estadual, especialmente os hospitais e universidades estaduais.

A conta deste desmanche alcança não apenas as gerações presentes, mas principalmente as futuras, pois o Rio de Janeiro está sendo desprovido da capacidade mínima de gerar alternativas sustentadas para que saia da crise com algum tipo de capital social que o retire do lamaçal onde os cleptocratas o colocaram.

Mais uma vez eu insisto na tese de que esta situação não será resolvida sem uma ação decidida por parte dos sindicatos e associações que representam os servidores públicos, principalmente aqueles onde estão as categorias que foram sorteadas para terem seus salários pagos com atrasos menores.  

Lamentavelmente o que tenho visto até agora não aponta para nenhum tipo de esforço para que se ultrapasse a oposição alegórica que tem caracterizado a ação dos sindicatos dos servidores até o momento.

Enquanto isto, o (des) governador Pezão continuam livre, leve e soltos para continuar dando bofetadas na cara de todos nós. 

(Des) governo Pezão impõe com sucesso a sua agenda de maldades contra os servidores públicos

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A aprovação do projeto de Lei 2885/2017 pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) representa um triunfo inequívoco da política de privatização do estado pelo cambaleante (des) governo Pezão.  Até as concessões mínimas que foram colocadas para dar uma tintura de respeito aos servidores são parte da vitória sobre os servidores e a população que depende de seus serviços.

Assim, apresentar essas concessões como algum tipo de minimização do impacto devastador que esse projeto terá sobre os servidores é no mínimo ingênuo.  Mas como não há atualmente qualquer espaço para a ingenuidade, quem propala que a manutenção formal de direitos constitucionalmente garantidos representa algum tipo de vitória não está ao lado da verdade.

A verdade é que com a aprovação do aumento do recolhimento previdenciário e da adesão às draconianas medidas que estão sendo ditadas pelo governo “de facto” de Michel Temer, o Rio de Janeiro acaba de se transformar num laboratório avançado para a destruição dos serviços públicos no Brasil. Isso ficará claro quando os primeiros efeitos dessas medidas começaram a ser sentidos pelos servidores.  Aí a debandada que já está ocorrendo em determinados setores se ampliará, pois quem puder vai querer ver o serviço público pelas costas.  Além disso, como o (des) governo Pezão já tem no forno um Programa de Demissões Voluntárias (PDVs) é quase certo que essa situação vai explodir a qualquer momento.

Obviamente o grande perdedor disso tudo será o estado do Rio de Janeiro que se verá na condição de um exportador de cérebros, seja interna ou externamente.  Essa evasão de cérebros que já está ocorrendo na área da saúde vai se estender a outros setores estratégicos do serviço público, e terá um efeito devastador sobre a  capacidade fluminense de sair da crise em que anos de governos cleptocráticos afundaram o Rio de Janeiro.

Alguém poderia me perguntar se não estou exagerando na avaliação do tamanho da derrota imposta aos servidores e das conseqüências sobre o serviço público fluminense. Na minha modesta opinião,  não há nada de exagerado no que estou dizendo. Afinal,  o plano gestado pelo (des) governo Pezão passou em sua totalidade e, como no caso da privatização da CEDAE, praticamente sem resistência. Daí para se prever que os aspectos mais draconianos dessas legislações serão aplicados em sua totalidade não chega a ser um exercício tão difícil.

Uma pergunta que sempre aparece se refere ao fato de que se existe alternativas factíveis para se enfrentar as medidas ultraneoliberais do (des) governo Pezão. A resposta é do tipo “só não há saída para a morte”. Entretanto, para que o enfrentamento possa se dar em condições mais sólidas há primeiro que se parar de dourar a pílula amarga e se dizer a verdade aos servidores sobre o tamanho da derrota. Sem isso, continuaremos mergulhados naquilo que chamo de “oposição alegórica”  que é aquela onde se aplica um fino verniz de resistência ao projeto de desmanche, enquanto se negociam migalhas de forma setorizada. E os resultados dessa oposição alegórica já estão ai para serem medidos. Resta saber se haverá direção política para mudar o rumo dos acontecimentos.

 

Em meio ao calote salarial com os servidores, (des) governo Pezão retoma farra fiscal

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A edição do Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro (DOERJ) desta 2a. feira (05/06) mostra que não há mesmo limite para a “generosidade” do (des) governo Pezão quando a coisa se trata de ampliar os beneficiários da farra fiscal que já consumiu mais de R$ 200 bilhões desde 2017 (ver extrato abaixo).

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As beneficiadas desta nova fase da farra fiscal comandada pelo (des) governador Luiz Fernando pezão são as empresas atacadistas  Puig Brasil Comercializadora deP Ltda,  Viks Importação e Exportação Ltda, e Mix Certo Distribuidora de Cosméticos, Alimentos e Limpeza Ltda que foram inseridas no “Programa de Fomento ao Comércio Atacadista e Centrais de Distribuição do Estado do Rio De Janeiro“.

Não me parece demais lembrar que essa retomada da farra fiscal está ocorrendo com as bençãos do Tribuna de Justiça do Rio de Janeiro que no último dia 31 de Maio suspendeu uma liminar que proibia a concessão de novas isenções fiscais pelo (des) governo Pezão (Aqui!). A celeridade com que essas isenções foram publicadas pelo DOERJ apenas mostra que as mesmas estavam apenas esperando que a decisão da 1a. instância fosse suprimida para serem implementadas.

Entretanto, tal celeridade não é vista quando se trata de resolver a grave crise social que está sendo causada pelo calote que está sendo aplicada por mesmo (des) governo em mais de 200 mil servidores que ainda não viram a cor dos seus salários referentes ao mês de Abril. Nesse caso é preciso lembrar o papel lamentável que o Tribunal de Justiça cumpriu na liberação da farra fiscal, sem que houvesse qualquer cobrasse em relação à situação dos servidores.

Finalmente, pelo menos uma coisa boa surge dessa nova fase da farra fiscal. É que fica demonstrado de uma vez por todas que não há salvação para o (des) governo Pezão cujo único papel auto-atribuído parece ser o de continuar arruinando o Rio de Janeiro e impondo graves perdas aos servidores estaduais. Diante desse quadro, é que não há como demandar outra saída que não a saída de Pezão e Dornelles do Palácio Guanabara. E quanto mais rápido, melhor será para todos.

(Des) governo Pezão e sua infinita disposição para prejudicar os servidores estaduais

 

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O (des) governo Pezão vai sobrevivendo aos trancos e barrancos, mas isto não impede que continua aplicando sua agenda de destruição dos direitos dos servidores. A última “novidade” é a aplicação de medidas que visam restringir o cumprimento dos planos de cargos e salários sobre os quais não possui efetivo direito de intervir, já que são todos aprovados por leis específicas que não podem ser simplesmente ignoradas sob pena de incorrência na prática de improbidade administrativa (Aqui!).

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Por isso mesmo, o (des) governo Pezão está adotando a tática “esperta” de impor restrições para o cumprimento das promoções enquadramentos.  

É importante notar que no caso das universidades estaduais que possuem estatuto especial em termos de autonomia administrativa garantido pela Constituição Federal, esta interferência em progressões e enquadramentos é ainda mais ilegal.  

Tanto que no caso da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) já estão sendo tomadas medidas judiciais para garantir o direito dos servidores. Lamentavelmente, no caso da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), a medida foi aceita de forma passiva e, pior, sem que a reitoria tenha informado formalmente a todos os servidores sobre esta decisão ilegal do (des) governo Pezão.

O que mais este ataque demonstra é que os sindicatos dos servidores não podem se dar ao luxo de tratar o (des) governo Pezão como um doente terminal e esperar letargicamente pela sua queda via meios judiciais ou policiais.  O fim prematuro desse (des) governo só se dará se os sindicatos e associações que representam os servidores pressionarem também os deputados estaduais que continuam votando medidas de arrocho contra os servidores, enquanto salários continuam atrasados e direitos são confiscados ilegalmente.

Por último, há que notar que, enquanto massacra e humilha os servidores, o (des) governo Pezão continua lutando e ganhando na justiça para poder continuar a farra fiscal que já custou mais de R$ 200 bilhões aos cofres estaduais (Aqui!). O incrível é que no caso da renovação do direito de continuar a farra fiscal, os desembargadores consideraram que a proibição dada em primeira instância “poderia causar danos irreversíveis ao estado, principalmente em um momento de grave crise financeira.”  Essa é aquele tipo de decisão que mostra que não vai ser pela judicial que o (des) governo Pezão não cairá simplesmente pela vontade da justiça, pois demonstra que sua política privatista encontra ecos dentro do Tribunal de Justiça cujos desembargadores continuam recebendo seus polpudos salários religiosamente em dia.

É como eu venho dizendo faz tempo, a crise que o Rio de Janeiro atravessa é seletiva, mas muito seletiva. É que no caso dos servidores, Pezão se comporta como “Edward mãos de tesoura”. Já para as corporações  privadas, o comportamento de uma imensa hospedaria para os mais ricos ficarem ainda mais ricos.

Com a palavra o Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (MUSPE) e os sindicatos e associações que o formam.  

Bancada campista vota unida contra servidores na Alerj

As imagens abaixo expressam a votação da emenda que garantia a proteção ao emprego do servidores estaduais após a aprovação do malfadado estado de calamidade pública (financeira) requerida pelo (des) governo Pezão.

Quem se der ao trabalho de procurar os nomes dos deputados eleitos pelo muncipio de Campos dos Goytacazes (Geraldo Pudim (PMDB), Gil Vianna (PSB) e João Peixoto (PSDC)) poderá verificar que os três votaram contra a garantia de emprego aos servidores.

E posso adiantar sem preciso utilizar do Oráculo de Rhodes que os três amanhã votarão para aumentar a contribuição previdenciária dos servidores estaduais de 11%  para 14%. Com isso, Pudim, Gil Vianna e João Peixoto estarão dando o aval para uma tunga injustificada nos salários dos servidores, num momento em que o 13o. salário de 2016 não possui sequer previsão de pagamento e mais de 200 servidores ainda não receberam os salários de Abril.

Por isso é importante que a população de Campos dos Goytacazes e os servidores estaduais que aqui prestam serviços lembrem bem dos votos destes 3 deputados para negar-lhes novo mandato em 2018.

Mesmo cambaleante, (des) governo Pezão prepara o bote nos servidores estaduais

A situação de abraço de afogados foi explicitada pelo ainda presidente “de facto” Michel Temer e o (des) governador Luiz Fernando Pezão com a assinatura presidencial da Lei de Recuperação Fiscal que engloba uma série de medidas draconianas contra o funcionalismo público dos estados em condição falimentar, a começar pelo Rio de Janeiro.

A condição de afogamento de Temer e Pezão está mais do que clara em função de revelação de situações nada republicanas envolvendo o Grupo JBS Friboi. É que  as denúncias envolvendo Michel Temer também respingam (na forma de milhões de reais) em Luiz Fernando Pezão. Diante dessas revelações, a situação dos dois políticos do PMDB está se tornando, digamos, muito complexa.

Mas para quem pensa que o (des) governador Pezão está pensando em ir para Piraí para calmamente aproveitar a vida, engane-se profundamente.  É que recebi ontem a informação de dentro da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) dando conta que já na próxima 4a. feira (24/05), a base do (des) governo Pezão vai tentar aprovar o aumento das contribuições previdenciárias dos servidores de 11% para 14%, e também irá tentar incluir a taxa extra de 8% por um período não claramente determinado.

Se me perguntarem o do porquê da insistência de Pezão de tentar imputar mais esses ônus para servidores que já vivem num estado completo de penúria, eu diria que ele apenas tenta prolongar a sua utilidade às corporações que, de fato, controlam o executivo fluminense.  Com isto, ele tenta evitar o mesmo destino já dado ao ex (des) governador Sérgio Cabral e tanto de seus ex-colegas de (des) governo.

Entretanto, aos servidores estaduais pouco devem importar os motivos de Luiz Fernando Pezão. A verdade é que se não houver uma rápida e forte reação nas portas da Alerj, esses e outros retrocessos (como o fim dos triênios e das licenças prêmio) vão passar. É que está com medo de cair, sempre tem muita pressa, e a estas alturas, o tempo urge para o (des) governador Pezão e sua base parlamentar na Alerj.

Assim, servidores estaduais, agora é a hora de ocupar as ruas. Depois vai ser tarde demais.

(Des) governo Pezão e a crise salarial: quando o acaso é descaso

O jornal “O DIA” desta 3a. feira (16/05) traz uma matéria informando que 4.500 servidores foram “sorteados” para ficarem sem seus salários pelo (des) governo Pezão,  a maioria referente ao mês de março (Aqui!). O número de “esquecidos” cresce um pouco (“só”  40.000 mil casos a mais) na matéria produzida pelo jornal “EXTRA” (Aqui!)

As informações que eu tenho é que até o sistema de pagamentos do estado do Rio de Janeiro entrou em parafuso com a ausência de comando no Palácio Guanabara.  Tal situação já é de conhecimento corrente, mas não explica como 4.500 salários de servidores da ativa e de 40 mil aposentados do RioPrevidência foram “sorteados” ao acaso para que não recebessem salários já atrasados. 

Como no (des) governo Pezão não há muito espaço para o acaso, o que sobra mesmo é descaso. E esse descaso é uma tática que visa dividir e humilhar servidores concursados com o objetivo claro de impedir que possam exercer suas atividades, das quais a população fluminense depende diretamente.

Aos servidores em geral é preciso lembrar que este “acaso” serviu ainda para fragmentar ainda o funcionalismo estadual entre os que receberam ou não seus salários. Por isso mesmo as ações reparadoras deveriam vir mesmo dos sindicatos cujas categorias já receberam até os salários de Abril. É que sem este tipo de solidariedade não haverá como derrotar o pacote de maldades que foi preparado pela dupla Temer/Meirelles para usar o Rio de Janeiro como laboratório avançado de seu extermínio do serviço público brasileiro.

Pagamento caótico dos salários de Março prova que Pezão é mesmo um ex (des) governador em exercício

A forma improvisada com que o (des) governo Pezão decidiu pagar os salários devidos a mais de 208 mil servidores em referência ao mês de Março tinha que dar confusão, e deu. É que venho acompanhando relatos desesperados de servidores e pensionistas que foram “esquecidos” e continuam com suas contas bancárias zeradas.

Essa situação que poderia ter sido evitada, caso o (des) governo Pezão não estivesse utilizando os servidores, aposentados e pensionistas como joguetes políticos abre mais uma frente no caos e mque se transformou a vida dos servidores públicos estaduais. É que objetivamente se abriu mais uma clivagem dentro os que receberam ou não seus salários, pensões e aposentadorias, agora no grupo formado pelos 208 mil servidores.

Agora, o que fica demonstrado mais uma vez é que Luiz Fernando Pezão não passa de um ex- (des) governador em exercício, pois está claro que ele perdeu completamente o controle da sua gestão. E, por isso, sua minguada utilidade aos planos de destruição do serviço público fluminense, comandado de Brasília por Michel Temer e Henrique Meirelles, está se esvaindo rapidamente. Utilizando uma expressão corrente nos EUA para expressar a situação de pessoas que caíram em inevitável desgraça política, Pezão é hoje apenas um “sitting duck“.

Resta agora saber como ele sairá do Palácio Guanabara: se um homem ainda livre ou já de algemas. A conferir!

Pezão é um ex-governador em exercício

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Acompanhando os debates de hoje na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) ouvi o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) apresentar a melhor caracterização da situação do (des) governador Luiz Fernando Pezão.  

É que segundo Freixo, Pezão não passa de um ex-governador ainda exercício e que a verdadeira calamidade que aflige o Rio de Janeiro neste momento é o política.

Além disso, Freixo apontou claramente que a base do (des) governo Pezão é a mesma que deu suporte à roubalheira comandada pela quadrilha comandada pelo hoje presidiário Sérgio Cabral. E frisou ainda que a quadrilha que Cabral comandava era o próprio governo e seus secretários.

Bom, há melhor conjunto de caracterizações do que essas oferecidas por Marcelo Freixo? Me parece que não!

Ah, antes que me esqueça, ao longo fala de Freixo quem o tentava calar (felizmente sem sucesso) era André Ceciliano, presidente em exercício da Alerj, o mais “piccianista” dos deputados petistas. Durma-se com um barulho desses!