Dissertação de aluno na UnB sobre agricultura familiar ganha prêmio nacional

Trabalho de aluno da UnB Planaltina (PPG-Mader) fica em 1° lugar no SOBER

unnamed (5)

A dissertação de mestrado do estudante Rafael de Freitas Cabral, defendida no Programa de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural (PPGMADER) foi a grande vencedora do Prêmio Sober Dissertação Sociologia Rural: concedido à Melhor Dissertação de Mestrado em Sociologia Rural no ano de 2021.

O anúncio da premiação ocorreu no 60º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (SOBER) realizado entre os dias 08 e 11 de agosto de 2022, presencialmente, na cidade de Natal – RN.

O tema geral do Congresso foi “Agricultura Familiar, Sistemas Agroalimentares e Mudanças Climáticas: Desafios Rumo aos ODS”. 

dissertação analisa os programas de comercialização de produtos da agricultura familiar instituídos pelos governos estaduais, com ênfase nas ideias e nos atores sociais presentes no processo de discussão, construção e institucionalização de tais políticas públicas.

No âmbito dos mercados institucionais foram instituídos o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) atualmente chamado de Programa Alimenta Brasil (PAB); a determinação de utilização de, pelo menos, 30% dos recursos federais para a compra de alimentos da agricultura familiar no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e a Política de Garantia de Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio). Tais políticas foram responsáveis pela abertura de um importante mercado para os agricultores familiares, ao mesmo tempo que atuavam para garantia da Segurança Alimentar e Nutricional. No entanto, nos últimos anos os recursos orçamentários destinados ao PAA foram sendo sistematicamente reduzidos, provocando reação dos movimentos sociais para a recomposição dos orçamentos em nível federal, bem como a construção de alternativas de mercados institucionais em outros níveis de governo. Nesse movimento, a dissertação realizou amplo levantamento das iniciativas estaduais que se constituíram como alternativas ao desmantelamento de políticas públicas federais para a agricultura familiar e pela segurança alimentar e nutricional.

Rafael é servidor público do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento e foi orientado pelo professor Mario Avila. Atualmente é estudante de doutorado no Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS-UnB) e pesquisador do CEGAFI/UnB – Centro de Gestão e Inovação para a Agricultura Familiar.

A dissertação pode ser acessada aqui

O negacionismo climático de Ricardo Salle serve a interesses explícitos

Ricardo-Salles-e-Tereza-Cristina

Ricardo Salles, mostrado ao lado da ministra Tereza Cristina em visita à área indígena onde ocorre cultivo ilegal de soja, associou Alemanha ao nazismo em reação a crítica de jornalista da Voz da Alemanha.

O ainda ministro (ou como diz o jornalista Bernardo Mello Franco, o antiministro) do Meio Ambiente, Ricardo Salles, vem repetindo uma afirmação que só pode decorrer de uma opção pelo desconhecimento ou, pior ainda, de cinismo frente ao conhecimento existente em relações às mudanças climáticas globais.  É que em uma de suas declarações sobre as mudanças climáticas, Ricardo Salles afirmou a seguinte pérola: ” o clima “deve ser tratado no âmbito da academia, pela … e o poder público, para ser eficienteprecisa “cuidar de problemas tangíveis“. 

O problema é que ao se posicionar de forma que claramente nega a importância das mudanças climáticas, o que Ricardo Salles está fazendo é propositalmente ignorar não apenas o que já estabelecido pela imensa maioria da comunidade científica que estuda o assunto, mas que os tais problemas tangíveis serão fortemente agravados com o estabelecimento de novos padrões climáticos que deverão ser marcados pela frequência de eventos atmosféricos de alta intensidade.  Um exemplo recente de como os mais pobres sofrerão efeitos desproporcionais das mudanças climáticas foi a passagem do ciclone Idai que devastou regiões inteiras de Moçambique, tendo causado centenas de mortes e a destruição de 500 mil hectares de plantações.

ciclone idai

Passagem do ciclone Idai causou forte destruição e grande número de perdas humanas na região central de Moçambique.

Mas a verdade é que para constatar problemas “tangíveis” associados aos novos padrões atmosféricos associados às mudanças climáticas Ricardo Salles não precisaria nem sair de Brasília. É que no dia de ontem (21/04), no dia do aniversário de Brasília, a região do Distrito Federal foi palco de uma tempestade que inundou rapidamente bairros após uma hora de duração. Entre as áreas mais afetadas está o campus da Universidade de Brasília (UNB) que fica bastante próximo da sede do Ministério do Meio Ambiente (ver vídeo abaixo mostrando a inundação de um auditório da UNB).

Assim, que ninguém se engane, o ainda ministro (ou antiministro) do Meio Ambiente não está dando de ombros para as evidências de que as mudanças climáticas são um fato real e que afetarão com mais dureza os mais pobres por falta de conhecimento ou de provas empíricas próximas de seus olhos. 

A questão é muito clara: Ricardo Salles nega a necessidade urgente do Brasil ter políticas que nos preparem para as inevitáveis catástrofes que se abaterão sobre o território nacional em função de novos padrões climáticos, os quais serão marcados por sua forte intensidade. Ricardo Salles opta por um discurso que, como eu já disse, oscila entre o desconhecimento e o cinismo, para garantir os interesses de quem o colocou em um cargo para o qual ele claramente não possui a devida capacitação.  E eu falo aqui das mineradoras e do latifúndio agro-exportador cujos líderes defendem abertamente a liquidação do sistema nacional de proteção ambiental, ainda que isto venha a ser obtido a um custo incalculável seja econômica ou socialmente. 

Como já escrevi várias vezes e já declarei em entrevista ao jornal português Diário de Notícias, estamos sob a égide de governantes  que são caracterizados por suas posturas acientíficas ou anticientíficas.  Mas é importante lembrar que o são assim por terem propósitos que vão de encontro à modelos de exploração econômica que não desprezam o conhecimento científico já estabelecido em torno das mudanças climáticas e seus efeitos. E sse é exatamente o caso de Ricardo Salles, o que torna a sua permanência no MMA um risco continuado ao meio ambiente e as instituições criadas para fazer o oposto do que deseja o ainda ministro do Meio Ambiente.

Mendonça Filho enfrenta rebelião acadêmica por tentar censurar disciplina sobre o golpe de 2016

Resultado de imagem para mendonça filho censura

O ministro da Educação, Mendonça Filho, não deve ter medido bem as consequências da sua manifestação intempestiva contra o oferecimento da disciplina “o golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil”[1] pelo professor Luiz Felipe Miguel  do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (Ipol/UnB).

É que num raro movimento de resistência acadêmica nas últimas décadas, várias universidades públicas (federais e estaduais) brasileiras estão presenciando a replicação da mesma disciplina e com o mesmo conteúdo.  Já verifiquei que isto já foi publicizado na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), na Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e na Universidade Federal da Bahia (UFBA) [2, 3 e ].

No caso da  UFBA, a disciplina  será oferecida pelo Departamento de História (FFCH-UFBA) e disponibilizada de forma eletiva para todos os departamentos e pós-graduações da UFBA.  E apesar de estar lotada no Departamento de História, a disciplina deverá ser ministrada por um grupo de professores de História, Sociologia, Economia, Psicologia, Educação, Estudos de gênero, Ciência Política e Direito. Um detalhe  adicional, e que deverá deixar Mendonça Filho ainda mais irritada, é o fato de que o oferecimento da disciplina será aberto à população, e os interessados de fora da universidade poderão cursá-la como ouvintes.

Esse é um desdobramento inesperado e, adiciono, tardio por parte dos professores das universidades públicas à crescente ingerência didática e financeira que o governo “de facto” de Michel Temer vem realizando pelas mãos de Mendonça Filho à frente do MEC. 

A minha expectativa é que a polêmica despertada por Mendonça Filho em relação a uma disciplina que o professor Luiz Felipe Miguel classificou como sendo “corriqueira” sirva para que haja uma reação de inteligência nacional ao processo de desmanche do sistema de ciência e tecnologia nacional. O fato é que até agora toda os ataques realizados pelo governo Temer enfrentaram reações pontuais e timidas por parte dos professores e dirigentes universitários das instituições públicas de ensino superior.  Até as  manifestações tímidas vindas da Academia Brasileira de Ciência (ABC) e da Sociedade Brasileira para o Progresso para a Ciência (SBPC) soaram como meramente protocolares, não levando a nenhum tipo de reação organizada para deter, inclusive, os crescentes ataques à liberdade de Cátedra.

E se ocorrer mesmo uma massificação do oferecimento dessa disciplina, espero que os envolvidos no seu oferecimento não apenas cumpram a ementa proposta por professor Luiz Felipe Miguel, mas que aproveitem o ensejo para aprofundar a discussão em torno do processo político que possibilitou o golpe de 2016, e de como as universidades públicas pouco ou nada fizeram até agora oferecer um processo organizado de reflexão sobre as profundas implicações políticas e sociais que as reformas ultraneoliberais estão tendo, especialmente sobre os segmentos mais pobres da população brasileira.


[1] https://blogdopedlowski.com/2018/02/22/mendonca-filho-quer-instalar-estado-de-sitio-academico-na-unb/.

[2] http://www.bahianoticias.com.br/noticia/218937-ufba-vai-oferecer-disciplina-golpe-de-2016-e-o-futuro-da-democracia-no-brasil.html

[3] https://jornalggn.com.br/noticia/unicamp-tambem-ministrara-disciplina-sobre-o-golpe

[4] http://www.tribunadoamazonas.com.br/2018/02/professor-da-ufam-tambem-ofertara-disciplina-sobre-o-golpe-de-2016/

 

 

UnB cassa diploma de doutora por plágio

unb

A professora Ana Zuleide é servidora da Universidade Federal de Roraima e perdeu título e gratificação. Cópia teria sido feita de trabalho da UFRJ

MANOELA ALCÂNTARA

Vergonha para o mundo acadêmico, o plágio chegou às teses de cursos de pós-graduação em instituições conceituadas como a Universidade de Brasília (UnB). O assunto é tratado com cautela para evitar escândalos e macular o círculo fechado frequentado por doutores e mestres. Mas o silêncio começa a ser rompido pelas denúncias dos autores que tiveram seus trabalhos copiados. Este ano, a UnB cassou o diploma de doutora de uma ex-aluna e analisa mais dois casos de suspeita de clonagem em dissertações de mestrado.

O diploma cassado foi o de Ana Zuleide Barroso da Silva, professora da Universidade Federal de Roraima (UFRR). Segundo consta nos processos referentes ao caso, ela teria copiado trechos de um trabalho da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para defender a própria tese com o título: “Construção da Governança nos Espaços Protegidos Fronteiriços Brasil – Venezuela”. A professora recorreu da anulação do título de doutora no Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1), mas perdeu.

Em setembro de 2011, a professora Ana Zuleide chegou a receber publicamente os parabéns do então reitor da UFRR, Roberto Ramos, junto com outros dois professores. Eles foram homenageados por fazerem as primeiras defesas públicas de teses de doutorado do Estado de Roraima. Ana Zuleide defendeu a tese no Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais naquele ano, mas somente em 2013 a instituição de ensino superior brasiliense constatou a fraude.

A denúncia partiu de integrantes da UFRJ. A Câmara de Pesquisa e Pós-Graduação da UnB abriu um procedimento administrativo para apurar o caso e concluiu pelo plágio. A professora de Roraima pediu na Justiça que permanecesse com o diploma até o julgamento final da demanda. A principal alegação foi o cerceamento ao direito de defesa.

No entanto, a UnB alegou ter seguido todos os procedimentos legais e o juiz federal substituto Bruno Anderson Santos negou provimento à docente: “O agravante teve acesso aos autos do processo administrativo com amplo conhecimento dos fatos investigados, produziu as provas pertinentes e ofereceu defesa escrita….o que afasta qualquer alegação relativa à ofensa ao devido processo legal e à ampla defesa.”

 Sem gratificação

Mesmo diante da decisão da Justiça, Ana Zuleide continuou a receber a gratificação por titulação de doutor e a ocupar o cargo de Diretora do Centro de Ciências Administrativas e Jurídicas da Universidade Federal de Roraima.

Em 5 de março deste ano foi exonerada. Em 7 de maio, foi publicado acórdão dos ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) determinando que a UFRR suspendesse cautelarmente os pagamentos da professora relativos à titulação de doutorado e de quaisquer rubricas decorrentes do título.

A professora é servidora pública federal efetiva da UFRR e recebeu gratificação pelo título. No Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União, o salário bruto da servidora até março deste ano era de R$ 13.912,17. Depois da decisão do TCU, a remuneração básica bruta passou a ser R$ 7.336,14.

Em nota publicada no site da UFRR sobre o caso, a reitoria reconhece a “dedicação ao trabalho e a eficiência como gestora da professora Ana Zuleide”. No entanto, ressalta que “infelizmente, esses méritos não permitem o descumprimento de uma decisão do TCU”. Afirma que o diploma foi cassado pela UnB e a UFRR não pode julgar o mérito da cassação.

“A professora não praticou nenhum ilícito no exercício da gestão como diretora. O problema é de outra índole, a UFRR não tem nada a investigar num PAD (Processo Administrativo Disciplinar). Trata-se de mero cumprimento de decisão de instância legalmente instituída. Os acórdãos do TCU são títulos executivos cujo cumprimento é irrecorrível para quem não tenha competência para fazê-lo, como no caso específico a Reitoria não tem”, diz o comunicado.

Providências

Preocupada com os prejuízos que o plágio de dissertações e teses pode trazer à instituição, a Universidade de Brasília adotou medidas mais rigorosas para descobrir e combater a clonagem. No momento, mais dois casos estão em investigação. Se as denúncias forem comprovadas, dois mestres vão perder seus títulos. Os processos correm em segredo de Justiça e até que sejam apurados não podem ser divulgados. De acordo com o decano de Pesquisa e Pós-graduação da UnB, Jaime Martins de Santana, a universidade é cautelosa, porém criteriosa em qualquer caso de plágio.

Brasília (DF) 01/09/2015 - Na foto, o decano de pesquisa e pós-graduação da UnB, Jaime Martins de Santana no predio da Reitoria da UnB - Foto, Michael Melo

Brasília (DF) 01/09/2015 – Na foto, o decano de pesquisa e pós-graduação da UnB, Jaime Martins de Santana no prédio da Reitoria da UnB – Foto, Michael Melo

“Temos que educar, mas também coibir irregularidades. Não vamos admitir plágios.” Jaime Martins de Santana

Outra medida: será criado na biblioteca um sistema para informar à comunidade científica sobre como proceder para identificar corretamente a literatura. “Se a pessoa faz a devida citação, não é plágio. Vamos informar o que pode e o que não pode. A intenção é informar, educar”, completa o decano.

Além disso, um aplicativo fará o rastreamento para identificar possíveis cópias. “Com o software, poderemos fazer as comparações com teses de outros países, até da Rússia, por exemplo. O sistema vai pegar 90% das fraudes”, afirma.

Praga mundial
Para o decano, o plágio virou uma praga mundial. “O orientador é um especialista na área de atuação. Mesmo que ele leia muito não vai decorar detalhes, citações”, analisa. O professor Célio Cunha, do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Católica de Brasília (UCB), concorda. “Se um aluno decide, por exemplo, copiar um trabalho em um centro pouco conhecido da Ásia e traduzir, é muito difícil pegar”, afirma. No entanto, a ressalva do especialista é para que a análise comece desde a aprovação para o programa de pós-graduação.

De acordo com a Portaria 174, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação, cada orientador fica condicionado a acompanhar, no máximo, oito alunos. Mas esse número é ultrapassado em algumas universidades. Célio da Cunha acredita que a pressão para se formar cada dia mais doutores vai aumentar os casos de plágio nos próximos anos.

Não é fácil fazer um doutorado. É difícil ser original. O que as pessoas precisam ter em mente é que devem ser honestas, fazer as citações.”
Célio Cunha, professor

Segundo Cunha, os meios de burlar as regras são inúmeros. Por isso, cabe também aos orientadores ficarem atentos aos assuntos estudados. “Existem professores que conferem todas as citações de uma dissertação, de uma tese, mas é impossível fazer isso com todos os trabalhos”, completa.

A reportagem do Metrópoles tentou contato com a professora que teve a tese clonada, na UFRJ, e com a professora Ana Zuleide, mas não obteve sucesso. O advogado de Ana Zuleide nos processos, Bernardino Dias, também não atendeu as ligações para o celular e para o escritório dele.

Outros casos de plágio
Onze estudantes da especialização em Relações Internacionais da UnB perderam todo o dinheiro investido no curso, em 2001, por plágio em trabalhos de uma disciplina. Os alunos entraram com recursos na Justiça, mas perderam em todas as instâncias.

  • Por conta de uma denúncia de plágio feita por uma professora da Bahia, um estudante teve de voltar à Universidade de Brasília (UnB), em dezembro de 2005, para reapresentar uma dissertação de mestrado defendida em 2001. A comissão responsável por avaliar o caso optou pela reorganização do estudo.
  • Em 2008, a Universidade Federal Fluminense (UFF) cassou o diploma de um doutor que defendeu a tese pelo Programa de Pós-Graduação em História. Ele havia apresentado o trabalho em 2003, mas cinco anos depois um amigo do autor plagiado percebeu a fraude. Na ocasião, identificou-se a cópia de 120 páginas da tese, além de tabelas e gráficos.
  • Em 2011, a reitoria da Universidade de São Paulo (USP) demitiu um professor com mais de 15 anos de atuação por entender que o docente havia liderado pesquisas com trechos plagiados de outros pesquisadores. O caso também levou à cassação do título de doutora de outra professora.
  • Em fevereiro de 2011, o promotor de Justiça Paulo José Leite Farias, do Ministério Público do DF, admitiu ter usado trechos de um documento defendido por uma aluna da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) em um concurso de dissertações. Ele devolveu o prêmio de R$ 1,5 mil que havia ganhado.
  • Em 2013, a ministra da Educação da Alemanha, Annette Schavan, renunciou ao cargo após ter perdido o título de doutora pela Universidade Heinrich Heine, de Dusseldorf, sob a acusação de plágio. A instituição cancelou o título após uma investigação interna que comprovou a cópia.

FONTE: http://www.metropoles.com/distrito-federal/educacao-df/unb-cassa-diploma-de-doutora-por-plagio