A reitoria da UENF celebra aquilo que quer desmanchar

Os atuais ocupantes da reitoria da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) parecem viver num eterno “Alice no País das Maravilhas”. É que só isso explica a celebração que estão promovendo da manutenção da UENF no Índice Geral de Cursos (IGC) do MEC como sendo a melhor universidade do Rio de Janeiro e a décima-segunda do Brasil.

Para quem não entendeu eu explico. É que em julho de 2013, a reitoria da UENF fez aprovar de forma açodada a minuta de um projeto de lei que visa desmantelar o regime de Dedicação Exclusiva que atualmente todos os professores cumprem desde a criação da instituição em 1993. De quebra, os “iluminados” gestores da UENF criaram uma estapafúrdia categoria de professores titulares horistas que inexiste no Brasil, mesmo nas instituições particulares.

O problema é que um dos fatores incluídos no cálculo do IGC é justamente o regime de trabalho no qual a UENF obtém atualmente o grau máximo, coisa que mudaria imediatamente se a UENF passasse a precarizar o seu quadro docente. Os únicos que parecem não ter entendido esse impacto negativo foram os ocupantes da reitoria.

Assim, mais do que nunca, urge pressionar o (des) governo de Sérgio Cabral para que não encaminhe essa proposta descabida para a aprovação da ALERJ.

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