(Des) governador Cabral é um (des) carado

O (des) governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, vai mal nas pesquisas de opinião sobre a qualidade (ou falta de) do seu (des) governo. Mas não há número negativo que faça Cabral tentar ter pelo menos uma face menos (des) carada.

É que, como mostra a matéria abaixo da Agência Brasil, está querendo aproveitar os impactos devastadores causados pelas chuvas na região metropolitana da cidade do Rio de Janeiro para arrancar mais dinheiro do governo federal. A verdade nua e crua é que este (des) governo já arrancou bilhões do governo federal para fazer coisas que tornariam desnecessárias coisas como essa “patrulha” que Cabral diz querer criar com mais essas verbas.

O ambientalista carioca Sérgio Ricardo já destrinchou essa estratégia à qual deu o nome de “indústria das chuvas”, onde (des) governantes como Cabral se aproveitam da desgraça da população para ordenhar um pouco mais a vaca leiteira conhecida pelo nome “tesouro nacional”.

Alguém deveria lembrar a Sérgio Cabral que só na reforma do estádio do Maracanã ele enterrou R$ 1,5 bilhão para depois entregá-lo a um consórcio privado onde a construtura que fez a reforma (sem falar do amigão e ex-bilionário Eike Batista) participa.

O que Dilma ainda não percebeu é que o apoio a Cabral tira em vez de dar votos. É que a população do Rio de Janeiro, como mostra a última enquete do IBOPE, não confia no (des) governador.  Simples assim.

 

Governo do Rio quer criar patrulha para recuperar estragos de chuvas na Baixada

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O governo do Rio de Janeiro vai pedir recursos ao governo federal para criação de uma patrulha que atuará na recuperação de estragos provocados pelas chuvas nos municípios da Baixada Fluminense. A patrulha terá pessoal treinado e equipamentos como retroescavadeiras, para retirar entulho e desobstruir rios e ruas.

A criação das patrulhas foi discutida hoje (13), em reunião do governador Sérgio Cabral com o ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira, e o secretário nacional de Defesa Civil, Adriano Pereira Júnior, além de oito prefeitos da Baixada Fluminense.

“É uma força-tarefa para a limpeza de ruas e de casas, com equipamentos que podem ser comprados ou alugados. É uma patrulha para essas situações de emergência”, disse Cabral.

O governo fluminense também deve pedir à União recursos para a conclusão do projeto de controle de inundações e revitalização dos rios da Baixada Fluminense, que prevê o desassoreamento desses rios, a construção de reservatórios para captar o excesso de água e o reassentamento de pessoas que vivem nas margens.

O projeto, que integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), está sendo executado em três fases. A primeira já foi concluída e a segunda, que tem recursos garantidos, deve ser iniciada no início do ano que vem. O governo estadual precisa de R$ 450 milhões para a terceira fase.

Segundo Cabral, o vice-governador Luiz Fernando Pezão deve se reunir no início da próxima semana com a ministra Gleisi Hoffmann, chefe da Casa Civil da Presidência da República, para acertar detalhes dos pedidos de recursos.

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