Convite para reunião do Comitê de Bacia Hidrográfica da Baía da Guanabara

Convite

bacia


Mobilização Unificada DIA 9 DE JANEIRO (quinta feira), às 14 horas no 
auditório do INEA, Av. Venezuela nº 110, 6º andar, Saúde, Rio de Janeiro, será realizada a REUNIÃO PÚBLICA do Comitê de Bacia Hidrográfica da Baía da Guanabara.

Teremos a presença de agricultores familiares do município de Cachoeiras de Macacu ameaçados de remoção e despejo pelo projeto de construção de mega-barragem da refinaria do COMPERJ / PETROBRAS no rio Guapiaçu, que provocará a perda de 6 mil empregos e a redução de 80% dos produtos agrícolas que chegam diariamente ao CEASA e feiras com consequente aumento do custo dos alimentos, a extinção de rica biodiversidade através da inundação criminosa de remanescentes florestais da Mata Atlântica (represa de 3 km de extensão e + de 20 metros de altura com custo de R$ 1 bilhão e 250 milhões).

Haverá participação tbém dos mov. sociais, grupos ecologistas e pescadores artesanais, e o Fórum dos Pescadores e Amigos do Mar que tem sido prejudicados pela poluição oriunda das dragagens de lama (sedimentos) contaminados inclusive por metais pesados de obras de petroleiras e portos situados no interior da baía que lançam ilegalmente grande volume de lama dragada (volume estimado em 3 a 4 estádios do Maracanã!) no “bota-fora” (área de descarte definido sem ouvir os pescadores e técnicos!) localizado na entrada da baía em áreas de tradicionais pesqueiros com grande biodiversidade marinha e de relevância p/ a pesca, o lazer náutico, mergulho, pesquisas científicas e o turismo.

Estão sendo convidados moradores de Jardim América, Acarí, Vigário Geral, Cordovil, do Complexo do Alemão e de Manguinhos (Zona Norte do Rio) e de municípios da Baixada Fluminense impactados pelas recentes inundações que exigem indenizações financeiras do Estado e da grandes empreiteiras pelos prejuízos patrimoniais, danos à saúde coletiva e moral provocados pelas recentes inundações cujos impactos negativos foram intensificados por obras mal feitas da Prefeitura do Rio e da CEDAE com recursos do governo federal que apresentam obras subdimensionadas de custos superfaturados e caríssimos, uso de material de péssima qualidade nas obras, falta de diálogo com as comunidades em situação de vulnerabilidade social e ambiental, ausência de participação popular e de controle social na execução de obras e projetos, conforme amplamente previsto na legislação de gestão dos recursos hídricos e de saúde ambiental.

Contamos de contar com sua participação e ajuda na divulgação do evento.

Acesse o link: https://www.facebook.com/events/251867038310843/

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