
Como mostra a imagem acima, o dia de hoje será de alta tensão para quase 500 mil servidores que estão na espera do seu salário de janeiro. A demora dos salários foi determinada pelo (des) governador Luiz Fernando Pezão sob a desculpa de que o estado está quebrado.
E como mostra a matéria abaixo assinada pela jornalista Fabiana Paiva e que foi publicada na coluna de Berenice Seabra do jornal Extra, a coisa está realmente feia já que o (des) governador Pezão opera um governo à beira do precipício. Aliás, se o estado do Rio de Janeiro fosse uma empresa é possível que seus credores já tivessem pedido sua falência.
Entretanto, a nota é esclarecedora no sentido de mostrar que não são os servidores, que implicam no menor gasto proporcional com folhas salariais entre todos os estados brasileiros, a causa desta falência. Mas isto não impede que sejam eles e os serviços que prestam que estejam sendo apresentados como os vilões da crise.
A verdade dura é que a política de endividamento adotada por Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão para atender interesses diversos, a maioria privados, está na raiz da grave crise financeira que assola o Rio de Janeiro. Simples assim!
Na raiz da crise financeira do estado

Ao pedir à Assembleia Legislativa que autorize a extinção de seis fundações e uma autarquia, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) jura que a reestruturação vai gerar uma economia de R$ 88 milhões.
Mas o montante é irrisório perto das pendências que o moço tem para pagar este ano.
Mesmo com a liminar do Supremo Tribunal Federal (STF), que excluiu royalties do cálculo da dívida com a União, Pezão ainda tem que arcar com cerca de R$ 6,6 bilhões de juros, encargos e amortização.
Trocando em miúdos, são mais de R$ 500 milhões por mês em pagamento de dívidas.
Diante disso, o que são estes R$ 88 milhões?
Crédito
E Pezão está com a margem de endividamento bem limitada — ou seja, tem pouco espaço para novos empréstimos.
De acordo com cálculos do deputado Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSDB), presidente da Comissão de Tributação da Assembleia Legislativa, o governador só pode contrair mais R$ 1,1 bilhão em dívidas.
FONTE: http://extra.globo.com/noticias/extra-extra/