Júlio Bueno, o assessor de custo caro, não será devolvido à Petrobras

jbueno

O Decreto 45.785 de 05 de Outubro de 2016 foi promulgado pelo (des) governador em exercício Francisco Dornelles para supostamente para dar conta dos problemas causados pelo rompimento do limite da dívida  pública consolidada do estado do Rio de Janeiro. Entre outras medidas anunciadas está a devolução de servidores cedidos de outros entes federativos e de seus órgãos de administrações indiretas.

Moralização afinal? Mais ou menos! É que o artigo 4o. do Decreto 45.785 traz uma série de isenções para esta devolução, incluindo servidores cedidos na Governadoria do Estado e na Casa Civil (ver extrato abaixo).

E adivinhem quem é um dos desses servidores decididos que foram agraciados com a permanência em seus cargos comissionados? Sim, ele mesmo, o Sr. Júlio Bueno que, depois de sair às pressas do cargo de (des) secretário estadual de Fazenda, foi agraciado com um cargo de assessor especial (sabe-se´-lá-de- quê) na Governadoria do Estado (Aqui!).

Pois é, como sabemos que o Sr. Júlio Bueno custa caro aos cofres estaduais (Aqui!), esse decreto deve ter doído mesmo é nas costas de quem não tinha padrinho nas altas esferas do (des) governo Pezão/Dornelles.

A pergunta que fica é a seguinte: quantos mais desses personagens com salários altos continuam cedidos ao estado do Rio de Janeiro num momento em que nem se sabe quando serão pagos os salários que restam para o infeliz ano de 2016 dos servidores concursados e aposentados?

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