Uma viagem aos povos fumigados da Argentina

viaje solanas

Ainda que eu sempre fale das graves consequências sociais e ambientais do abundante uso de agrotóxicos (muitos deles proibidos em outras partes do mundo) na agricultura brasileira, é importante lembrar que o caso da Argentina é ainda mais agudo em muitos aspectos. Lamentavelmente, os brasileiros não têm muito conhecimento do que se passa no país vizinho, onde os monocultivos de soja resultaram em processos de contaminação ambiental e humana que podem servir como uma espécie de  “worst case scenario” do que se passa por aqui.

Felizmente, há uma forte resistência entre os argentinos ao modelo de envenenamento que os cultivos impuseram em seu país. De quebra, também existe uma crescente documentação visual sobre os impactos que os agrotóxicos estão tendo sobre ecossistemas e seres humanos.

Graças a um colega professor que é argentino, recebi a sugestão para que assistisse ao documentário “Viaje a los pueblos fumigados” do diretor Fernando E. Solanas que foi lançado no início de 2018, e que permanece basicamente desconhecido no Brasil (ver extrato abaixo).

Entre os dados mais alarmantes que o documentário apresenta estão os casos de malformação, abortos instântaneos e câncer, cuja incidência explodiu nas provîncias argentinas onde o uso de agrotóxicos foi exponencializada pelo uso de soja transgênica fortamente.

Quem desejar assistir à versão integral deste documentário altamente revelador das chagas sociais e ambientais causada pelo uso intensivo de agrotóxicos na Argentina, basta clicar [Aqui!].

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