Acesso grátis ao Atlas do agronegócio transgênico no Cone Sul

Monoculturas, resistência e propostas dos povos

atlas

A introdução da soja transgênica no Cone Sul (e, quase simultaneamente, do milho transgênico) significou a imposição maciça de monoculturas em um vasto território, avançando a grande velocidade, como nunca havia acontecido na história da agricultura. Ao mesmo tempo, cresceu o uso do principal herbicida associado a essas culturas: o glifosato. Esse crescimento teve conseqüências dramáticas na saúde dos habitantes das comunidades próximas às produções, bem como nos solos e na biodiversidade. 

Neste atlas, desenvolvemos diferentes aspectos de um modelo que envolve a concentração de terras e a criminalização dos camponeses, a destruição de ecossistemas e economias regionais, o controle oligopolista do mercado por um punhado de empresas e o impacto do agronegócio nos corpos de mulheres.

Também abordamos as resistências, propostas e alternativas que surgem de dois modelos disputados: um que, baseado na agricultura industrial, tenta transformar a agricultura e nossos alimentos em uma mercadoria. Ao contrário de outro, que, com a ajuda de organizações camponesas, povos indígenas e agricultores familiares, busca recuperar a produção de alimentos saudáveis ​​para garantir o direito à alimentação, de mãos dadas com um modelo camponês de produção agroecológica.

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Este material foi publicado originalmente em Espanhol pela Alianza Biodiversidad [Aqui!].

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