Luiz Felipe Pondé e sua verborragia de ultra direita

Acabo de ler mais um dos textos redigidos por um dos líderes do pensamento ultraconservador brasileiro que atende pelo nome de Luiz Felipe Pondé (Aqui!). Das muitas idiotices escritas em voz alta por Pondé neste pequeno mas aborrecido texto é de que o PT estaria tentando impor uma espécie de mordaça na “imprensa livre” brasileira.

Esse besteirol já foi dito antes, mas vive sendo insistido para quem sabe dar um verniz de verdade às proclamações de que estamos sendo tomados por uma nova espécie de ameça comunista, o Bolivarianismo. Esse tipo de agitar de fantasmas para justificar discursos de ultra-direita até engana os leitores da Revista Veja, mas não deveria causar qualquer efeito nos que estendem suas leituras para depois do lixo editorial que é promovido pela família Civita em claro, defendido por Pondé como livre expressão.

Aliás, se o PT quisesse realmente contribuir para uma mudança substancial na qualidade editorial dos órgãos da imprensa corporativa, a coisa mais simples que deveria fazer seria cortar as gordas verbas publicitárias com que continua alimentando essa forma de esgoto jornalístico que arreganhou seus dentes nas últimas eleições. Do contrário, continuaremos vendo o tipo de cobertura jornalística que temos visto, e ainda bancado com dinheiro público.

Como estou terminando de ler o livro “Os Arquivos de Snowden” do jornalista Luke Harding,   eu indicaria essa leitura a quem quer saber como a Inglaterra exerce uma pesada mão de ferro para controlar o que é publicado em seus jornais, especialmente quando se trata de denunciar crimes cometidos pelo Estado contra seus cidadãos. A esse controle, Pondé e outros arautos do ultra-conservadorismo brasileiro devem dar outro nome. É que controle da liberdade de expressão quando feito por governos de direita deve parecer bonito para esse tipo de “intelectual”.

Finalmente, consta no biografia de Pondé que ele fez pós-doutorado em Epistemologia pela Universidade de Tel Aviv. Fico imaginando com quem ele teve interação nesse período em Israel. O chefe do Mossad é a primeiro “orientador” que me veio à mente.

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