A situação do não pagamento dos salários de milhares de trabalhadores terceirizados que prestam serviços em diferentes órgãos estaduais beira caso de polícia. É que, como mostra a faixa acima, a prestação de serviços sem o respectivo pagamento de salária implica em violações sérias nos direitos garantidos em lei para todo trabalhador brasileiro.
A situação de trabalhar e não receber continua acometendo os funcionários que atuam prestando serviços de segurança patrimonial no campus da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), supostamente contratados pela empresa de vigilância K-9, e que estão há quase 2 meses trabalhando sem ver a cor de um mísero centavo.
Nestas horas é que eu me pergunto: por onde anda o Ministério Público Estadual?
