Entrevista especial: estudioso aponta para possível “flash back” de altas taxas de desmatamento na Amazônia

Uma das muitas questões que estão preocupando pesquisadores e ativistas ambientais é a perspectiva do aumento das altas de desmatamento na Amazônia brasileira. Em função disso, o “Blog do Pedlowski” entrevistou o Prof. Eraldo Matricardi, do Departamento de Engenharia Florestal da Universidade de Brasília (UNB), que é atualmente um dos grandes conhecedores dos vários processos de degradação do bioma Amazônica (Aqui!).

Abaixo segue a entrevista com o Prof.  Matricardi, e desde já posso adiantar que as perspectivas por ele são bastante preocupantes.

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O Prof. Eraldo Matricardi possui graduação em Engenharia Florestal pela Universidade Federal de Mato Grosso (1986), especialização em aerofotos pela Universidade Federal de Santa Maria (1987), mestrado em Geografia (ênfase em Sensoriamento Remoto) pela Michigan State University (2003) e doutorado em Geografia (ênfase em Geoprocessamento) pela Michigan State University (2007).

O senhor vem estudando as mudanças no uso e cobertura da terra na Amazônia por quase três décadas.  Em termos dos principais agentes envolvidos nestes dois processos, como o senhor vê a atuação dos mesmos ao longo do tempo?

De forma geral, os principais agentes do desmatamento na Amazônia foram os madeireiros e os produtores rurais de pequeno, médio e grande porte. Em menor escala espacial, inclui-se a população urbana, garimpeiros e mineradores que, embora ocupem áreas confinadas a determinados espaços territoriais, causam impactos geralmente mais severos ao meio ambiente (recursos hídricos, biodiversidade, poluição, etc.).

Na década 70, os pequenos produtores foram motivados (causas) pelos projetos de assentamento oficial do governo implementado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), ainda sob influência da ditadura militar. Naquele período, os produtores eram agentes de uma estratégia de ocupação da Amazônia e, além de serem incentivados, tinham obrigação de desmatar as propriedades recebidas do governo federal sob risco de ter que devolvê-la ao INCRA caso não cumprisse com a “função social” da terra (o desmatamento). Uma propriedade privada coberta 100% por floresta na década não tinha a função social desejada pelo governo da época. Portanto, no princípio da colonização, os pequenos agricultores foram os principais responsáveis pelo desmatamento.

O processo inicial de ocupação foi detalhadamente planejado pelo governo federal. O objetivo era a ocupação estratégica de um “vazio demográfico”, dando terra para quem não tem terra com apoio de assistência técnica, abertura de estradas de acesso e crédito subsidiado. O governo da época buscava também legitimidade num contexto ditatorial, além de uma estratégia de ampliar a produção agrícola e a recuperação econômica do país.

Entretanto, o início da colonização foi marcado pela falta de conhecimento detalhado da região. Os colonizadores não sabiam como manejar adequadamente a terra. Consequentemente, muitos insucessos foram observados, a maioria resultantes da baixa produção, doenças tropicais, acidentes de trabalho (queda de árvores), problemas no armazenamento e escoamento da produção, etc. Destaca-se aqui que, os que mais conheciam a região e como manejar adequadamente a terra na Amazônia eram as comunidades tradicionais (os seringueiros, ribeirinhos, “caboclos”) e indígenas. Estas comunidades habitavam a região por décadas e foram “atropeladas” pela colonização e, em sua maioria, ignorados ou colocados a margem do processo de ocupação. Em decorrência, diversos conflitos de terra e ocupação ocorreram, por exemplo, os “empates” de desmatamento dos seringueiros no Acre, mas isso é outro tópico.

A partir do final da década de 70 e se estendendo até os anos 80, as grandes fazendas de agropecuária são adotadas como a principal alternativa de produção pelo governo federal. Surgem com isso muitos incentivos e financiamentos subsidiados para os grandes desmatamentos, serrarias e ampliação da produção agropecuária. Inicia-se assim a concentração de terra, a maior parte voltada para pastagens.

A partir da década de 90, com as sucessivas crises econômicas, o processo de concentração de terra na Amazônia se amplia. As pastagens e a produção da pecuária são substancialmente ampliadas, bem como os desmatamentos de florestas nativas para atender a demanda de mais terras para a expansão da produção de carne. Neste período, os focos de queimadas são ampliados substancialmente em toda a região, em especial devido ao modo de produção adotado.

Os anos 2000 iniciam com as modernidades do século XXI, agora com efeitos da globalização. As commodities agrícolas começam a fazer parte da paisagem em vários Estados na Amazônia, com destaque ao Mato Grosso, Tocantins, Maranhão e Rondônia. Inicialmente, foram ocupadas as regiões mais planas, de melhores condições climáticas, melhores solos e mais próximas do sistema viário são ocupadas pela soja e outras monoculturas agrícolas, a maior parte nas regiões de transição floresta/cerrado. Na sequência, outras áreas em Estados com condições climáticas e ambiental menos aptas foram sendo ocupadas, como é o caso do estado de Rondônia. Também emergem com força nesta década os mecanismos de demonstração de sustentabilidade. A moratória da soja, as certificações e selos verdes na região, em sua maioria com o intuito de justificar a origem sustentável dos produtos em áreas desmatadas previamente, especialmente antes de 2008. Outras iniciativas de incremento da produtividade das pastagens, argumentando que isso reduz a pressão do desmatamento de floretas nativas também foram incentivadas ou promovidas técnica e politicamente.

O resultado de todo o processo de ocupação foi, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), uma perda média anual de 17.500 quilômetros quadrados de florestas entre 1988 e 2008 em toda a Amazônia. Alguns picos de 29.000 e 27.000 quilômetros quadrados foram observados em 1995 e 2004, respectivamente. Os menores incrementos foram observados entre 2009 e 2015, com média em torno de 5.500 quilômetros quadrados, voltando a aumentar em 2016 para quase 8000 quilômetros quadrados. O ano com menor incremento do desmatamento foi 2012, com 4.500 quilômetros quadrados de floresta desmatados.

Em primeira análise, as estratégias e mecanismos de produção sustentável parece ter funcionado. As taxas anuais de desmatamento na Amazônia diminuíram nos anos mais recentes e isso é um fato notável. Ocorre que os desmatamentos atuais estão concentrados em regiões de fronteira agrícola, a maioria em áreas de maior conflito e disputa fundiária, onde o direito e posse da terra é considerado difuso. Pior ainda, muitos desmatamentos estão sendo praticados dentro de unidades de conservação, como foi o caso da Floresta Nacional (Flona) Bom Futuro em Rondônia que teve seu território reduzido por Lei Federal em 2014, justificado pela ocupação ilegal de seu território. A história agora se repete em outras unidades de conservação da região, como é o caso da Reserva Extrativista de Jaci-Paraná, em Rondônia, onde é muito provável que os invasores buscam a mesma anistia concedida aos ocupantes da ex-Flona Bom Futuro. A invasão de terras públicas, portanto, parece ser agora um grande desafio para as ações de comando e controle.

Outra questão importante é a efetividade dos mecanismos que buscam a sustentabilidade da produção de commodities agrícolas na Amazônia. Por exemplo, tem-se adotado um discurso uníssono de que o aumento da produtividade das pastagens reduzira a pressão sobre as florestas nativas. No meu ponto de vista, os efeitos do aumento da produtividade da pastagem na redução do desmatamento não são substanciais, pois a demanda por carne bovina é elástica, variando de acordo com a oferta (preço).

Outro ponto importante é o deslocamento dos usos da terra causados pela entrada das commodities agrícolas na região. A soja e outras monoculturas agrícolas mecanizadas e de grandes extensões de terra ocupam as áreas mais planas e desmatadas previamente. Tal demanda de terras “mansas” para o cultivo mecanizado é mais que uma política ou estratégia de ocupação sustentável, mas sim uma necessidade para a mecanização das monoculturas altamente dependente de insumos agrícolas. Ao mesmo tempo, a chegada desse tipo de agricultura eleva o preço da terra, altera substancialmente a economia e cultura local e desloca os usos das terras dessas regiões, em sua maioria, para as novas fronteiras onde o preço da terra é muito mais atrativo.

Por fim, os desmatamentos praticados pelas comunidades tradicionais ainda não podem ser considerados relevantes no contexto geral. Entretanto, alguns processos de desmatamento mais intensivos para os padrões dessas comunidades estão sendo observados em algumas reservas extrativistas, como é o caso da Reserva Extrativista Chico Mendes no estado do Acre, onde pequenas aberturas da floresta antes consideradas para agricultura de subsistência, atualmente estão sendo ampliadas para produção pecuária.

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Em sua opinião, podemos continuar tratando o problema das mudanças da cobertura vegetal na Amazônia em termos de contar apenas o desmatamento total ou existem processos que podem ser tão os mais devastadores do que a remoção completa da floresta nativa? Se sim, quais seriam?

Além do desmatamento, existem outros processos que precedem a conversão da floresta em outros usos da terra na Amazônia. Destacam-se a extração seletiva de madeiras (onde são aproveitadas as espécies de maior valor econômico) e a degradação florestal pelo fogo, que causam diversos impactos nas florestas. Ocorre que, uma vez explorada seletivamente, a floresta fica “mais pobre” do ponto de vista econômico e menos atrativa para ser mantida em pé.

Além disso, uma floresta explorada seletivamente fica mais vulnerável e com maior risco de ocorrência e propagação de incêndios florestais. Juntos, a extração seletiva e o fogo combinam vários ingredientes desfavoráveis à manutenção das florestas nativas, pois se tornam muito degradadas, ficam com características de “capoeiras” e, com isso, são muito mais prováveis de serem convertidas para outros usos da terra economicamente mais atrativos.

As florestas impactadas pela extração seletiva e pelo fogo podem apresentar comprometimento na prestação de serviços ecossistêmicos dado o alto nível de degradação de sua integridade (produção de água, habitats, diversidade, estoque de carbono, etc.). Estas florestas ainda não têm sido apropriadamente consideradas (especialmente com séries temporais mais abrangentes) nas estimativas de florestas impactadas na Amazônia.

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Do ponto de vista científico, quais são ainda as maiores dificuldades para chegarmos a números exatos da área efetivamente atingida pelos processos de degradação florestal na Amazônia brasileira?

A degradação florestal mais intensa pode ser mais facilmente detectada utilizando dados de sensores remotos. Nesse caso, destacam-se as áreas de florestas atingidas pelo fogo. Os impactos florestais mais sutis, ou menos óbvio, são mais difíceis de serem detectados e, portanto, exigem trabalhos de maior demanda laboral e produtos de sensores remotos menos acessíveis (mais sofisticados e de maior custo).

Mesmo assim, concluímos recentemente uma pesquisa detalhada, utilizando dados de sensores remotos e de campo, sobre as florestas impactadas na Amazônia pela extração seletiva de madeiras e pelos incêndios florestais no período de 1992 a 2014. Surpreendentemente, observamos que enquanto a área desmatada anualmente (média de 6,3 mil quilômetros quadrados entre 2009 e 2016, segundo o Instituto Nacional de Pesquisa Espacial -INPE) na Amazônia foi menor nos últimos anos que nas décadas anteriores, as florestas impactadas pela extração seletiva de madeiras e fogo aumentaram quase 400% em todo o período de análise, passando de 5,5 mil quilômetros quadrados em 1992 para 19,2 mil quilômetros quadrados em 2014. 

Nesse caso, a extração seletiva foi responsável por 73% e o fogo por 27% de toda a degradação florestal mapeada.  As áreas de extração seletiva que na década de 90 se concentravam no leste do estado do Pará e norte do Mato Grosso, atualmente podem ser facilmente observadas no oeste do Mato Grosso e Pará, sul do Amazonas, norte de Rondônia e leste do Acre. Já as florestas atingidas por fogo se distribuem espacialmente de acordo com os efeitos climáticos que ocorrem a cada ano, mas sempre seguindo o “arco da extração seletiva de madeiras”.

Tais processos de degradação florestal, embora sejam tecnicamente manejáveis ou produzam impactos relativamente menores que o desmatamento a corte raso, são considerados processos precursores do desmatamento. Via de regra, existe um sinergismo entre o desmatamento e a exploração madeireira de espécies nativas, pois, uma vez explorada seletivamente, a floresta fica empobrecida economicamente e muito mais vulnerável ao fogo e ao corte raso. 

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Recentemente a assembleia legislativa do estado do Mato Grosso aprovou o uso do chamado “correntão” para a remoção de vegetação. O que o senhor acha dessa decisão e de suas possíveis repercussões em outros estados amazônicos?

O uso do correntão como técnica para a remoção de vegetação nativa (cerrado e floresta) é um processo muito intenso, rápido e agressivo ao meio ambiente. No meu ponto de vista, é um processo de transformação rápida da paisagem, um símbolo da estupidez do capitalismo. Essa técnica de desmatamento, via de regra, não contribui para a mínima mitigação de impactos do desmatamento, reduzindo ao extremo as chances de afugentamento da fauna local durante o processo de derrubada das árvores e comprometendo a proteção de espécies protegidas por lei, como é o caso do Pequi, Seringueira, Aroeira, Açaí, Buriti, Castanheira, dentre outras. Penso que essa técnica de desmatamento deveria ser proibida definitivamente.

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Muitos cientistas vêm propalando a ideia de que a chamada “moratória da soja” é um bom exemplo de governança para controlar o processo de remoção da floresta nativas na Amazônia para a implantação de monoculturas. O senhor concorda com isso?

Entendo que há baixa efetividade de medidas como a moratória da soja para a redução do desmatamento na Amazônia. Há baixa viabilidade técnica e econômica da implantação de monoculturas altamente “tecnificadas”, como a soja, imediatamente após o desmatamento de florestas na Amazônia. É preciso esperar algum tempo (8 a 10 anos) para que a terra seja mais facilmente cultivada ou mecanizada para o cultivo da soja e outras commodities agrícolas.

Assim, somente a partir de agora a eficiência da Moratória da Soja poderá ser apropriadamente avaliada. As terras desmatadas a partir de 2006, como prevê a referida Moratória, não estavam tecnicamente aptas para a implantação da soja até pouco tempo atrás. De agora em diante, vale a pena ver para crer sobre a efetividade dessa moratória, especialmente em estado como Rondônia, onde a soja se expandiu surpreendentemente nos últimos anos.

Quais são hoje os principais “hotspots” de desmatamento na Amazônia? E o que explica isso?

A maioria dos hotspots atuais de desmatamento na Amazônia está em novas fronteiras do oeste do Pará e Mato Grosso, norte de Rondônia e sul do Amazonas. O fato é que o arco do desmatamento agora se desloca para o interior da floresta Amazônica, a maior parte em terras públicas e privadas de forma ilegal do ponto de vista fundiário e ambiental. O mais intrigante é que o desmatamento tem ocorrido de forma organizada dentro de algumas áreas protegidas. Nesse caso, o processo se inicia com a invasão das terras, a exploração de madeiras e o subsequente desmatamento das florestas para caracterizar a ocupação e posse das terras. Na sequência, produtores mais capitalizados adquirem as terras e transformam as áreas em extensas pastagens, com amparo de medidas políticas (por exemplo, o caso da redução da área da Floresta Nacional do Bom Futuro por Lei Federal) ou de ações judiciais intermináveis. Esse tipo de desmatamento em regiões de fronteira, de conflito agrário ou em áreas protegidas é, portanto, muito mais difícil de ser controlado. Seriam necessárias medidas de comando e controle muito robustas e contínuas para reverter esse processo.

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Há uma visão corrente de que o novo Código Florestal trouxe grandes benefícios (um exemplo disso seria o chamado Cadastro Ambiental Rural) nos esforços para o controle do desmatamento, enquanto outras vozes apontam no sentido totalmente contrário. Qual é a sua posição em relação ao Código Florestal e seus possíveis efeitos no processo de desmatamento na Amazônia?

Penso que a implementação do Código Florestal aprovado recentemente é muito complicada. Por exemplo, as Áreas de Proteção Permanente (APP), que tecnicamente foram definidas para proteção dos recursos hídricos, devem agora considerar as condições sociais (tamanho do módulo rural, etc.). As APP devem ser preservadas porque os recursos hídricos estão cada vez mais ameaçados, escassos e necessários para a atender a demanda da população em geral. Além disso, a ocupação dessas áreas coloca em risco as pessoas que ali habitam. Do mesmo modo, o Código Florestal dá tratamento especial para definição de tamanho de reserva legal em propriedades menores e de acordo com o ano do desmatamento.

Entendo que as consequências do novo Código é a regularização de situações de risco para o meio ambiente e para o ser humano, não resolvendo o problema em si. Analogamente, é como se um paciente tivesse febre devido a uma determinada infecção e, ao invés de trata-la ou curá-la, alterasse o limite de temperatura de forma a não indicar mais a situação febril. Ou seja, a partir de agora, várias áreas de proteção permanentes e de reserva legal continuarão “doentes”, embora dentro da Lei.  Em muitos casos, a real solução seria enfrentar o problema de frente, promover a desocupação e a recuperação das áreas degradadas e dos recursos hídricos.

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O que podemos esperar em termos de desmatamento na Amazônia para as próximas décadas? Por quê?

Seguindo a tendência observada de aumento nas últimas décadas das áreas de florestas de extração seletiva e das atingidas por fogo, consideradas precursoras do desmatamento, aliadas ao enfraquecimento das ações de comando e controle, as taxas de desmatamentos deverão aumentar, ficando dependentes apenas de estímulos econômicos. O estado do Amazonas e as Unidades de Conservação devem ser “a bola da vez” nos próximos anos. A ilegalidade do desmatamento deverá continuar e o processo de invasão de áreas protegidas será sem dúvida o maior desafio nos próximos anos.

Em síntese, acredito que estamos com as taxas de desmatamento “represadas” e que nos próximos anos, mediante uma possível boa fase econômica global, com efeitos locais ou regionais no país, teremos um “flash back” de altas taxas de desmatamento na Amazônia. Vale lembrar também que embora tenham sido registradas as menores taxas de desmatamento na Amazônia nos últimos anos, desmatamos num melhor cenário uma área de florestas maior que a do Distrito Federal a cada ano neste período (2008 a 2016) de “glória”. E o que é pior, a maior parte dos desmatamentos foram executados de forma ilegal.

3 pensamentos sobre “Entrevista especial: estudioso aponta para possível “flash back” de altas taxas de desmatamento na Amazônia

  1. […] Entrevista especial: estudioso aponta para possível “flash back” de altas taxas de desmatamento… Marcos Pedlowski […]

  2. Franciele disse:

    Obrigada professor Eraldo por nos intermediar esse assunto tão relevante com comentários embasados de forma tão intensa e atual!

  3. […] back” das altas taxas de desmatamento que ocorreram entre as décadas de 1970 e 1980 (Aqui!). Dependendo de quem vencer a licitação do MMA, poderemos ter o claro risco da raposa cuidar do […]

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