
A 26ª edição do livro Direitos Humanos no Brasil traz 30 artigos de 49 autoras e autores que analisam uma diversidade de temas como políticas agrárias, ambientais, trabalhistas e tributárias em 2025. Os artigos incluem dados e perspectivas sobre educação, cultura, direitos das mulheres, população LGBTQIA+, imigrantes, justiça climática, povos indígenas e comunidades camponesas.
Os efeitos da crise climática e o papel fundamental dos povos e comunidades tradicionais para a preservação da biodiversidade são temas centrais. Os povos indígenas, quilombolas e camponeses são guardiões do meio ambiente. O livro nos inspira também com a obra do fotógrafo João Ripper junto a comunidades tradicionais, com imagens belas, fortes e emocionantes.
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Essas segmentações são de lascar.
Direito humano é um invenção do arranjo capitalista, afinal, só o homem é objeto e criador de direitos.
Esse troço evoluiu na casa de quengas, a liga das nações, depois ONU…
O direito mais básico e universal é o fim da desigualdade .
Mas aí tem que combater e acabar com o capitalismo , né?
Sobrou então essa baboseira de “justiça climática”, “povos originários”, “mulheres” etc.
Arf.
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