CODIN e as desapropriações no Açu: acabou o milho, acabou a pipoca?

Tive informações de fontes confiáveis de que a Companhia de Desenvolvimento Industrial do Rio de Janeiro (CODIN) está enfrentando graves dificuldades para executar as imissões de posse que ainda conseguiu obter na justiça sanjoanense. As razões são as mais pueris, incluindo a falta de combustível para alimentar os veículos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros que normalmente dão cobertura às expropriações de terras promovidas pelo (des) governo de Sérgio Cabral.

A situação beira o grotesco, mas é explicável. A explicação pode ser encontrada num balanço financeiro publicado pela Grussai Siderúrgica do Açu (GSA) onde está afirmado com todas as letras que era essa empresa (na prática uma subsidiária da LL(X)) que autorizava e fornecia os recursos para as desapropriações serem viabilizadas. Até ai nada de filantrópico, pois as terras desapropriadas eram rapidamente transferidas para o seu controle. Enquanto isso, um número incalculável de proprietários continua sem as indenizações devidas.

Agora com a crise financeira corroendo o poder da LL(X) e, por extensão, da GSA, a CODIN está com mandados de imissão de posse nas mãos e não consegue cumpri-los porque o (des) governo de Sérgio Cabral tampouco está bancando as operações.  Seria cômico, se não fosse trágico.

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