Uma das primeiras consequências da prisão do ex (des) governador Sérgio Cabral foi a obtenção do número necessário para a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para apurar a política de farra fiscal que custou em torno de R$ 200 bilhões aos cofres estaduais (ver reprodução da matéria assinada pela jornalista Paloma Savedra para o jornal O DIA).

Resta saber agora duas coisas. A primeira é se o presidente da Alerj, deputado Jorge Picciani (PMDB), vai permitir a instalação e funcionamento dessa CPI. A segunda, igualmente importante, é se os 28 deputados que assinaram o pedido de abertura da CPI vão manter seus nomes ou se alguns deles serão “desconvencidos” em nome de sabe-se-lá-o-que.

Uma coisa é certa: as prisões de Sérgio Cabral e alguns de seus mais íntimos colaboradores ainda vão causar muitos desenvolvimentos inusitados na política fluminense, quiçá nacional, nos próximos dias e semanas. E as nuvens vão estar muito, mas muito mesmo, carregadas para o (des) governador Luiz Fernando Pezão.
Em relação a essa CPI, eu repito a pergunta: por que demorou tanto? Bom, a resposta para essa questão a maioria de nós já imagina qual seja, e ela vale bilhões.
É interessante frisar que muita gente na mídia sabia de tudo isso e, até ontem, defendiam CABRAL, PEZÃO, DORNELLES E PICCIANI! Agora que o “CABEÇA” foi preso, o discurso mudou… Até ontem a culpa da crise era dos servidores, do mercado internacional, etc.! Agora não tem como esconder, a CRISE NO RIO TEM NOME, e o nome dessa CRISE É SÉRGIO CABRAL!
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A polícia federal está esquecendo de incluir “Senhorito” Eike Batista na lava jato ou é impressão minha?
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Bruno,
Na verdade até onde a imprensa informou o ex-bilionário Eike Batista está colaborando com as investigações da Lava Jato.
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A pergunta que não quer calar: E o Sr. Eike Fuhrken Batista da Silva? Que fim levou na Lava Jato?
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Bruno,
Como respondi no seu comentário anterior, o Sr. Eike Batista e a Lava Jato estão em processo de diálogo, se assim podemos chamar.
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Republicou isso em Arnaldo V. Carvalho.
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