
Após quebrar o estado do Rio de Janeiro com uma versão “sui generis” de ultraneoliberalismo, o (des) governo Pezão está tentando coagir o funcionalismo estadual a aceitar calado um confisco salarial histórico. A mordida nos salários para supostamente equilibrar as contas estaduais está sendo apresentada como a única saída para servidores, aposentados e pensionistas terem de volta um mínimo de capacidade de organizar suas vidas. É o tal do “sacrifício” em nome do bem coletivo.
Mas qual é o tamanho da mordida, afinal? Isso o (des) governador Pezão convenientemente não informa e a maioria absoluta da mídia corporativa faz cara de paisagem para não perguntar.
Agora observem a figura abaixo com atenção, pois ela nos dá a resposta à pergunta que o jornalismo chapa branca não quer fazer.

È isso mesmo, o preço da volta do dalário em dia será equivalente a entregar o décimo terceiro mais o adicional de férias para o (des) governo Pezão continuar sua farra fiscal e o processo de endividamente público via securitização dos royalties do petróleo.
E que ninguém se engane. Como essa medida é um paliativa que não resolverá absolutamente nada das questões estruturais que causam o colapso financeiro do Rio de Janeiro, esse confisco é apenas o primeiro de vários.
Desta forma, a hora de reagir agora, deixando de lado qualquer ilusão que entegando os anéis (décimo terceiro e adicional de férias) ficaremos com os dedos. Na próxima vez levarão os dedos das mãos como antecipação da tomada dos dedos dos pés.
Às ruas, servidor!
ué a lei diz q o salario não pode retroceder…mas quando é do interesse dos poderosos…pra que lei?
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